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	<title>Viagens Travel: o site das viagens e do lazer</title>
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		<title>Miami a cidade mágica das praias e da extravagância</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 11:26:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miami]]></category>
		<category><![CDATA[Adrienne Arsht]]></category>
		<category><![CDATA[Art Basel Miami Beach]]></category>
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Praias a perder de vista, alguns dos melhores restaurantes do mundo, paraíso das compras, Miami é uma das red carpets dos Estados Unidos. As celebridades e as jovens de biquini reduzido a passear de patins pela Avenida Promenade tornaram-se imagem de marca de uma cidade onde as lojas de alta-costura assentaram arraiais, os milionários construíram [...]]]></description>
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<p>Praias a perder de vista, alguns dos melhores restaurantes do mundo, paraíso das compras, Miami é uma das <strong>red carpets</strong> dos Estados Unidos. As celebridades e as jovens de biquini reduzido a passear de patins pela <strong>Avenida Promenade</strong> tornaram-se imagem de marca de uma cidade onde as lojas de alta-costura assentaram arraiais, os milionários construíram palácios e os carros de época fazem ronronar os seus motores.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1139" title="miami-vista" src="http://mediablog.viagenstravel.com/miami-vista.jpg" alt="" width="600" height="310" /></p>
<p>É a cidade dos excessos e das extravagâncias, mas é também, cada vez mais, centro financeiro e cultural dos Estados Unidos.</p>
<h3>Cidade acordada dia e noite</h3>
<p>Ficou conhecida por Cidade Mágica, por causa da população ter passado de mil habitantes para cinco milhões em apenas um século. É uma das cidades mais visitadas dos Estados Unidos e é conhecida por ser escolha dos reformados com contas recheadas que querem passar o fim da vida neste paraíso.</p>
<p>Downtown acolhe o centro financeiro da cidade, onde estão presentes praticamente todas as multinacionais.</p>
<p>A sul, passeie por <strong>Coral Way</strong> e pelo mítico <strong>Coconut Grove</strong>. A oeste estão os bairros onde os emigrantes foram construindo as suas comunidades. <strong>Little Havana</strong> é um mundo à parte, povoado pelos milhares de refugiados cubanos que fugiram ao comunismo de Fidel Castro, onde os ritmos caribenhos não foram esquecidos. <strong>Little Haiti</strong>, <strong>Overtown</strong> e <strong>Liberty City</strong> albergam as comunidades afro-americanas.</p>
<h3>Oferta Cultural de Miami</h3>
<p>A zona Norte é o berço da inspiração artística da cidade. O <strong>Centro de Artes Performativas Adrienne Arsht</strong>, o <strong>Centro Cultural Metro-Dade</strong>, o Museu de Arte Contemporânea, o Museu de <strong>Arte Bass</strong> e o Museu da Ciência são algumas das opções. As feiras de arte, nomeadamente o <strong>Art Basel Miami Beach</strong>, têm sido aclamadas pela crítica internacional.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1140" title="miami-rua" src="http://mediablog.viagenstravel.com/miami-rua.jpg" alt="" width="550" height="256" /></p>
<p>No bairro histórico Art Deco, em South Beach, pode explorar o conjunto excepcional de art déco por conta própria, ou ir ao Centro de Boas Vindas do Distrito Art Déco, para perceber melhor este movimento artístico que tem aqui o seu expoente máximo.</p>
<p>Fique atento às grandes mansões, como a <strong>casa Casuarina</strong>, que pertenceu a Versace. Para se divertir pela noite dentro, nada melhor que a <strong>Ocean Drive</strong>. Em termos arquitectónicos, existe imensa diversidade, já que é possível encontrar amostras da arquitectura renascentista italiana no <strong>Museu Vizcaya e Gardens</strong>. O <strong>Monastério Espanhol</strong>, construído entre 1133 e 1141 em Espanha, e remontado em Miami em 1954, é um exemplo das loucuras megalómanas de Miami.</p>
<h3>Everglades de Miami</h3>
<p>Na margem ocidental estendem-se os <strong>Everglades</strong>, um gigantesco pântano cuja proximidade traz frequentemente jacarés à cidade. A única maneira de percorrer a região é em curiosos barcos movidos a vento, com o auxílio de grandes ventiladores, frequentemente retratados na série CSI Miami.</p>
<p>O porto de Miami é o maior de navios de cruzeiro do mundo. Também as marinas são impressionantes, com uma das maiores concentrações do mundo de iates de luxo.</p>
<h3>As ilhas Keys</h3>
<p>As <strong>Keys</strong>, que se estendem ao longo de um arquipélago, são conhecidas pelos recifes de corais e a fauna marinha muito diversificada. A par de tudo isto, deixe-se deslumbrar pelas praias paradisíacas.</p>
<h3>Temperaturas</h3>
<p>Clima tropical. Os Invernos são secos e amenos, os Verões são muito húmidos e muito quentes.</p>
<h3>Línguas</h3>
<p>Devido à quantidade de hispano-americanos oriundos de Cuba, Porto-Rico, México e outros países da América Central, o espanhol é quase língua oficial.</p>
<h3>Compras</h3>
<p>O <strong>Bayside Marketplace</strong> ou o <strong>CocoWalk</strong> são algumas zonas de compras, mas não deixe de ir a <strong>Sunset Place</strong>.</p>
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		<title>HotelPriceFinder comparador de preços de estadias</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 15:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hotel]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
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		<category><![CDATA[eservas de hotéis]]></category>
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		<description><![CDATA[

O HotelPriceFinder é um sistema de pesquisa de preços de alojamento em hotéis. Permite ao utilizador pesquisar simultaneamente trinta sites de reservas de hotéis, com as vantagens comparativas que tal processo garante.

Detalhes de informação sobre os hotéis, as tarifas e a disponibilidade para um determinado período, são as informações que o HotelPriceFinder disponibiliza automaticamente ao [...]]]></description>
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<p>O <strong>HotelPriceFinder</strong> é um sistema de <strong>pesquisa de preços de alojamento em hotéis</strong>. Permite ao utilizador pesquisar simultaneamente trinta sites de <strong>reservas de hotéis</strong>, com as vantagens comparativas que tal processo garante.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1127" title="hotelpricefinder" src="http://mediablog.viagenstravel.com/hotelpricefinder.jpg" alt="" width="400" height="88" /></p>
<p>Detalhes de informação sobre os hotéis, as <strong>tarifas</strong> e a <strong>disponibilidade</strong> para um determinado período, são as informações que o <a href="http://www.hotelpricefinder.com/" target="_blank">HotelPriceFinder </a>disponibiliza automaticamente ao potencial viajante. A leitura dos dados também está muito facilitada, uma vez que o HotelPriceFinder apresenta instantaneamente as comparações entre os hotéis numa única janela.</p>
<p>Usando a pesquisa, que é fácil de utilizar, seleccione o destino que pretende. Depois insira os pormenores relacionados com a sua viagem, como a data de <strong>check-in</strong> e de <strong>check-out</strong>, o número de pessoas com quem viaja e o número de quartos que deseja reservar.</p>
<p>Após alguns (poucos) segundos aparece-lhe uma extensa lista de unidades de alojamento próximas da área seleccionada.</p>
<p>De seguida, escolha a unidade pretendida ou então faça ainda uma segunda filtragem de resultados seleccionando variáveis como a <strong>distância</strong> ao local pretendido, o <strong>preço</strong> ou ainda a <strong>classificação</strong> do empreendimento turístico.</p>
<p>Feita a pesquisa e após ter escolhido o estabelecimento hoteleiro, surge uma tabela com os diferentes sites de reservas, os respectivos preços por noite, o preço das taxas e o preço total da estadia. Cabe-lhe a si escolher o site com o qual finalizará a compra.</p>
<p>Faça boa <strong>viagem</strong> na companhia da Hotel Price Finder!</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 9px; width: 1px; height: 1px;"><strong>distância</strong></div>
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		<title>Hotelchatter apresenta reviews de hotéis</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 15:23:36 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Hotel]]></category>
		<category><![CDATA[Booking.com]]></category>
		<category><![CDATA[Hotelchatter]]></category>
		<category><![CDATA[reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[

O Hotelchatter disponibiliza-lhe uma enorme quantidade de reviews de hotéis criadas pelos próprios utilizadores. São mais de 9 mil as opiniões dos utilizadores que já usufruíram dos serviços de acomodação. A principal fonte de informação para este Hotelchatter provém dos dados disponibilizados pelo gigante Booking.com.
É possível percorrer o mundo inteiro no Hotelchatter através do menu [...]]]></description>
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<p><img class="alignright size-full wp-image-1118" title="hotel-chatter" src="http://mediablog.viagenstravel.com/hotel-chatter.jpg" alt="" width="211" height="160" />O <strong>Hotelchatter</strong> disponibiliza-lhe uma enorme quantidade de <strong>reviews</strong> de hotéis criadas pelos próprios utilizadores. São mais de 9 mil as opiniões dos utilizadores que já usufruíram dos serviços de acomodação. A principal fonte de informação para este Hotelchatter provém dos dados disponibilizados pelo gigante <strong>Booking.com</strong>.</p>
<p>É possível percorrer o mundo inteiro no <a href="http://www.hotelchatter.com/" target="_blank">Hotelchatter</a> através do menu superior, onde começamos por escolher o continente e depois o país. Para cada país visualizamos as várias localidade ordenadas por ordem alfabética, à medida que também nos é apresentado o número de hotéis existentes em cada uma.</p>
<p>Reparamos que existem muitos hotéis portugueses cadastrados, mas as reviews sobre cada um deles são escassas.</p>
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		<title>Grapheety é fonte de mapas e fotos de destinos</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 14:41:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destinos]]></category>
		<category><![CDATA[entusiasta das viagens]]></category>
		<category><![CDATA[fotografias]]></category>
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Os mapas e as fotografias contidas no Grapheety, dão uma pequena ajuda ao viajante ou ao mero entusiasta das viagens. Podemos orientar-nos nos mapas e ver as várias fotografias dos locais que pretendemos observar. O Grapheety é realmente interessante e sem dúvida uma óptima ajuda para quem gosta de viajar e tem necessidades específicas de [...]]]></description>
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<p><img class="alignright size-full wp-image-1115" title="grapheety" src="http://mediablog.viagenstravel.com/grapheety.jpg" alt="" width="202" height="97" />Os <strong>mapas </strong>e as fotografias contidas no <strong>Grapheety</strong>, dão uma pequena ajuda ao viajante ou ao mero entusiasta das viagens. Podemos orientar-nos nos mapas e ver as várias fotografias dos locais que pretendemos observar. O <a href="http://www.grapheety.com" target="_blank">Grapheety</a> é realmente interessante e sem dúvida uma óptima ajuda para quem gosta de viajar e tem necessidades específicas de informação para determinado destino.</p>
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		<title>Geobeats videoguias para antever destino de férias</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 14:24:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

O Geobeats é um interessante site de videoguias. Se for de férias e quiser saber um pouco mais sobre o local de veraneio antes de partir, o Geobeats é uma aplicação web que lhe permite visualizar em vídeo e um pequeno resumo daquilo que poderá encontrar na sua próxima estadia, muito útil.

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<p>O <a href="http://www.geobeats.com/" target="_blank">Geobeats</a> é um interessante site de <strong>videoguias</strong>. Se for de férias e quiser saber um pouco mais sobre o local de veraneio antes de partir, o <strong>Geobeats</strong> é uma aplicação web que lhe permite visualizar em vídeo e um pequeno resumo daquilo que poderá encontrar na sua próxima estadia, muito útil.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1110" title="geobeats" src="http://mediablog.viagenstravel.com/geobeats.jpg" alt="" width="400" height="182" /></p>
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		<title>Flightstats tem toda a informação sobre voos</title>
		<link>http://viagenstravel.com/sites-turismo/voos/flightstats-tem-toda-a-informacao-sobre-voos/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 14:06:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Voos]]></category>
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		<category><![CDATA[promoções]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito aéreo]]></category>

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Provavelmente toda a informação de que alguma vez vai necessitar relativamente a aeroportos e trânsito aéreo está no Flightstats. Através do Flightstats podemos aceder a um mapa onde visualizamos em tempo real informações completas e actualizadas de voos e aeroportos do mundo inteiro, além de detalhes sobre tarifas, promoções, programas de fidelidade, etc.
É ainda possível [...]]]></description>
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<p><img class="alignright size-full wp-image-1107" title="flightstats" src="http://mediablog.viagenstravel.com/flightstats.jpg" alt="" width="249" height="98" />Provavelmente toda a informação de que alguma vez vai necessitar relativamente a <strong>aeroportos</strong> e <strong>trânsito aéreo</strong> está no <a href="http://www.flightstats.com/" target="_blank">Flightstats</a>. Através do <strong>Flightstats</strong> podemos aceder a um mapa onde visualizamos em tempo real informações completas e actualizadas de voos e aeroportos do mundo inteiro, além de detalhes sobre tarifas, promoções, programas de fidelidade, etc.</p>
<p>É ainda possível registarmo-nos no FlightStats e configurá-lo de modo a enviar-nos gratuitamente alertas para o email sobre os voos registados.</p>
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		<title>Bragança em festa: a Festa dos Rapazes</title>
		<link>http://viagenstravel.com/lugares/braganca-em-festa-a-festa-dos-rapazes/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 13:26:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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A cidade e o povo de Bragança sabe que os eventos culturais são essenciais para uma cidade, já que dinamizam e valorizam o destino turístico. Bragança conta com vários eventos culturais. Apresentamos de seguida os mais importantes.

Festa dos Rapazes
Os solteiros com mais de 16 anos compram para todos, um chibo ou um vitelo, que as [...]]]></description>
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<p>A cidade e o povo de Bragança sabe que os <strong>eventos culturais</strong> são essenciais para uma cidade, já que dinamizam e valorizam o destino turístico. Bragança conta com vários eventos culturais. Apresentamos de seguida os mais importantes.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1069 aligncenter" title="festa-rapazes" src="http://mediablog.viagenstravel.com/festa-rapazes.jpg" alt="" width="600" height="188" /></p>
<h3>Festa dos Rapazes</h3>
<p>Os solteiros com mais de 16 anos compram para todos, um chibo ou um vitelo, que as raparigas cozinham na noite de 5 de Janeiro. Na madrugada do dia seguinte, ai vão eles pela aldeia, fartas goladas de aguardente para afastar o frio, com o gaiteiro e velhas cantigas alegrando as ruas. Feito o pequeno-almoço em casa que geralmente lhes emprestam, vestem-se de <a href="http://viagenstravel.com/lugares/artesanato-de-braganca-do-cobre-e-zinco-a-tecelagem/#Caretos"><strong>caretos</strong></a> (mascarados) e lá vão eles assustar tudo quanto é povo, especialmente mulheres e crianças, indo depois, de casa em casa, exigir o tributo dos reis &#8211; o que lhes quiserem dar -, que enfiam no surrão (saco dos pastores), após o que se banqueteiam com farto almoço. Depois, quando as moças chegam, vem o <strong>bailarico</strong>, que se prolonga até à ceia gorda e terminará com umas tantas borracheiras, das quais acordam com saudades da festa acabada.</p>
<h3>Festa da História</h3>
<p>Nos dias 15, 16 e 17 de Agosto a cidade de Bragança recua à <strong>época medieval</strong> e convida para uma viagem à história! A zona histórica da cidade veste-se de cor e animação onde o medieval dá lugar a uma nova forma de ver a vida. São dias de festa, demonstração de antigos ofícios e espectáculos em torno de costumes, vestuários mágicos, damas, cavaleiros, malabaristas, trovadores, essências no ar, magia e fogo. Incluída no programa das <strong>Festas da Cidade de Bragança</strong>, tem por objectivo dar expressão à riqueza histórica e patrimonial da cidade.</p>
<h3>Feira do Livro</h3>
<p>A <strong>Feira do Livro de Bragança</strong> é um evento de referência na cidade de Bragança, que ocorre sempre no mês de Junho, com organização da Câmara Municipal de Bragança e da Junta de Freguesia da Sé.</p>
<p>O objectivo desta feira é o de divulgar as obras de autores locais e ao mesmo tempo dar-lhe oportunidade para as apresentarem publicamente. A organização tem garantida a presença de escritores consagrados a nível nacional e internacional, o que para além de prestigiar o evento, confere às gentes da região uma excelente oportunidade para um contacto mais próximo com os seus escritores de eleição.</p>
<h3>Bienal da Máscara de Bragança</h3>
<p><strong>Mascararte</strong> pretende dar uma dimensão e um impulso na divulgação das festas tradicionais do Inverno em Trás-os-Montes e Província de Zamora, promover o reforço da identidade e da cultura transmontana e da região vizinha de Zamora, oferecendo espectáculos diversos, como exposições de pintura, escultura, fotografia, representações teatrais alusivas à máscara e ao traje, cortejos e desfile de grupos de mascarados.</p>
<p>A Mascararte decorre no mês de Dezembro em Bragança, terra de fortes tradições em que a máscara assume uma forte expressão associada às festas tradicionais em datas próximas do solstício de Inverno, entre 25 de Dezembro e 6 Janeiro e no período de Carnaval. Estas celebrações tradicionais não têm o mesmo sentido cultural e de identidade que em tempos passados, representam no entanto uma espécie de diálogo entre o passado e o presente permitindo que a Mascararte se afirme como um evento de referência.</p>
<h3>Cortejo de Carnaval de Bragança</h3>
<p>Organizado pela Câmara Municipal de Bragança o cortejo de carnaval realiza-se no primeiro Sábado anterior ao dia de Carnaval. Realizado nas principais artérias da cidade de <a href="http://viagenstravel.com/lugares/braganca-no-alto-de-tras-os-montes/">Bragança</a>, assume-se como um cortejo pedagógico-cultural, participado pelo público presente, pelas escolas e colectividades locais e outras provenientes da província de Zamora, possibilitando a interacção com toda a comunidade através da participação de grupos de mascarados das aldeias, alunos de vários níveis de ensino e associações de cariz cultural e etnográfico. Este cortejo pretende afirmar-se como um agente dinamizador e impulsionador da cultura transmontana ligada aos rituais de Inverno através da máscara.</p>
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		<title>Artesanato de Bragança do cobre e zinco à tecelagem</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 12:50:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Artesanato Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[carro de bois]]></category>
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		<category><![CDATA[zinco]]></category>

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O artesanato tradicional produzido em algumas das aldeias de Bragança ainda não perdeu o cariz utilitário que desde sempre lhe esteve subjacente, materializando-se em objectos úteis e funcionais, mas também em peças mais ligadas aos actos festivos e à decoração, reforçando a sua expressão estética.
A permanência das necessidades tem invalidado o desaparecimento deste tipo de [...]]]></description>
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<p><img class="alignright size-full wp-image-1065" title="braganca-careto" src="http://mediablog.viagenstravel.com/braganca-careto.jpg" alt="" width="200" height="221" />O artesanato tradicional produzido em algumas das aldeias de <a href="http://viagenstravel.com/lugares/braganca-no-alto-de-tras-os-montes/">Bragança</a> ainda não perdeu o cariz utilitário que desde sempre lhe esteve subjacente, materializando-se em objectos úteis e funcionais, mas também em peças mais ligadas aos actos festivos e à decoração, reforçando a sua expressão estética.</p>
<p>A permanência das necessidades tem invalidado o desaparecimento deste tipo de actividade e do próprio artesanato. Assim, durante o percurso poderá admirar o trabalho de vários artesãos.</p>
<h3>Artesanato Bragança</h3>
<p>Em <strong>cobre</strong> produzem-se essencialmente, <strong>alambiques</strong> e <strong>caldeiras</strong>, usadas na confecção de doces e enchidos ou como tachos de uso quotidiano. O repertório das formas em <strong>zinco</strong> é mais variado, incluindo, igualmente, caldeiras, para idêntico uso ao das de cobre, mas também cântaros, candeias, almotolias, funis e regadores para a rega dos hortos. Os trabalhos em <strong>madeira</strong> também foram outrora mais fundamentais na vida destas comunidades.</p>
<p>Actualmente, ainda há quem saiba construir um <strong>carro de bois</strong>, em <strong>Gimonde</strong>, não há muito tempo, foram executados dois, mas apenas o fazem, excepcionalmente, sob pedido.</p>
<p>À <strong>festa</strong> estão, desde há muito, ligadas as <strong>máscaras</strong> que disfarçam os rapazes nas festas de Santo Estevão – os chamados <strong>caretos</strong>, por alturas do solstício de Inverno; a peculiaridade e originalidade desta tradição ancestral motivou alguns artesãos a produzir estas máscaras com uma finalidade, essencialmente, decorativa, a qual é também patenteada na feitura de bengalas, de castanho ou salgueiro, ou no aproveitamento das raízes de urze, numa recriação dos seres mais ou menos fantásticos que lhes povoam a imaginação.</p>
<h3>Cestas de Bragança</h3>
<p>A cestaria artesanal continua viva em muitas das aldeias, da <strong>Lomba</strong> à <strong>Lombada</strong>. É uma actividade essencialmente feminina, embora fosse frequente assumir o outro género quando desenvolvida no seio de comunidades ciganas.</p>
<h3>Tecelagem</h3>
<p>O trabalho artesanal feminino estende-se ainda, e talvez tenha aí a sua expressão mais interessante, à <strong>tecelagem</strong>. Desde tempos remotos, a transformação da lã e do linho assume grande importância, sobretudo no seio de comunidades humanas que ao longo do tempo foram tendencialmente autárquicas. O <strong>linho</strong> da região assumiu notoriedade no Império Romano, sendo bastante apreciado em Roma, onde era utilizado na execução de redes de caça, e manteve-se presente no quotidiano das populações até à actualidade.</p>
<p>Estas comunidades de montanha têm também à sua disposição um outro recurso bastante usado na produção têxtil: a <strong>lã</strong>. A genuína da região é proporcionada pelos ovinos da raça <strong>Churra Galega-Bragançana</strong>.</p>
<p>Passados os rigores invernais faz-se a tosquia dos rebanhos – geralmente, nos inícios ou meados da Primavera – sendo o velo (lã) enrolado em feixe e arrecadado sujo até ter serventia; a lã para ser utilizada tem de ser amolecida em água quente, de um dia para o outro, para, em seguida, ser lavada, em água fria ou na correnteza do rio, e batida, antes de secar ao sol. Depois de seca e escaramiçada, ou carmeada, está pronta para ser fiada e, depois, tecida. Os tecidos de linho e lã, a par dos de algodão e trapos, têm aplicações diversas ligadas ao vestuário, de trabalho e de lazer, e aos usos domésticos.</p>
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		<title>Gastronomia de Bragança</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 12:07:54 +0000</pubDate>
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Durante todo o seu percurso pela Serra de Montesinho poderá desgustar a gastronomia do concelho de Bragança que é em tudo semelhante à da restante Terra Fria Transmontana. Caracteriza-se, quer pela elevada qualidade dos produtos que utiliza, quer pela relativa simplicidade dos processos de elaboração.
Assenta essencialmente nos enchidos regionais (fumeiro), encontrando-se o presunto, as alheiras, [...]]]></description>
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<p><img class="alignright size-full wp-image-1061" title="feijoada-transmontana" src="http://mediablog.viagenstravel.com/feijoada-transmontana.jpg" alt="" width="300" height="179" />Durante todo o seu percurso pela Serra de Montesinho poderá desgustar a gastronomia do concelho de <a href="http://viagenstravel.com/lugares/braganca-no-alto-de-tras-os-montes/">Bragança</a> que é em tudo semelhante à da restante <strong>Terra Fria Transmontana</strong>. Caracteriza-se, quer pela elevada qualidade dos produtos que utiliza, quer pela relativa simplicidade dos processos de elaboração.</p>
<p>Assenta essencialmente nos <strong>enchidos</strong> regionais (<strong>fumeiro</strong>), encontrando-se o presunto, as <strong>alheiras</strong>, também designadas de <strong>tabafeias</strong>, o salpicão e o butelo entre os mais afamados representantes.</p>
<h3>Pratos típicos</h3>
<p>São imensos os pratos a degustar. E depois de os ler, bem precisa, pois com certeza ficará sem fôlego e esfomeado. <strong>Posta à mirandesa</strong>, cabrito branco de Montesinho, cozido à portuguesa, <strong>feijoada à transmontana</strong>, trutas, borralho, escano (de castanho), caldos de perdiz, sopa de coelho bravo marinado em vinho branco, <strong>javali à transmontana</strong>, <strong>caldo de castanha</strong> com batatas, bifes de presunto de cebolada, salpicão assado com grelos cozidos, frango albardado, bacalhau cozido com batatas e tronchos de couve penca ou bacalhau assado com pão centeio, rabas guisadas com ovos, bocados de coelho com molho vilão, leitão “torradeiro”, os rojões e os milhos à transmontana.</p>
<h3>Doçaria</h3>
<p>A doçaria será porventura a faceta menos diversificada da gastronomia da região de Bragança e do Montesinho. Destacam-se, contudo, os <strong>folares da Páscoa</strong>, os ovos doces consumidos com pão, o <strong>bolo de mel</strong>, as <strong>rosquilhas</strong> e as <strong>súplicas</strong>. Estas últimas, possuem a particularidade de serem confeccionadas à base de apenas três ingredientes: Açúcar, farinha e ovos.</p>
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		<title>Património monumental de Bragança</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 11:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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São vários os monumentos a merecerem uma visita na bela cidade de Bragança. Entre eles destacam-se o Castelo, claro está, o Domus Municipalis e o Museu do Abade de Baçal, e várias igrejas, capelas e pontes.
Castelo de Bragança
O Castelo de Bragança foi construído no início do século XV, erguendo-se no alto de uma elevação, a [...]]]></description>
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<p>São vários os monumentos a merecerem uma visita na bela cidade de Bragança. Entre eles destacam-se o <strong>Castelo</strong>, claro está, o <strong>Domus Municipalis</strong> e o <strong>Museu do Abade de Baçal</strong>, e várias igrejas, capelas e pontes.</p>
<h3>Castelo de Bragança</h3>
<p>O Castelo de Bragança foi construído no início do século XV, erguendo-se no alto de uma elevação, a cerca de 700 metros de altitude. A construção, em granito, apresenta um extenso conjunto de muralhas, formando quatro recintos individualizados entre si. O Castelo, de feição gótico, é de planta oval com torres cilíndricas nos ângulos, tendo, ao centro, uma torre de menagem quadrangular.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1046" title="braganca-castelo" src="http://mediablog.viagenstravel.com/braganca-castelo.jpg" alt="" width="553" height="192" /></p>
<p>O interior está orientado segundo dois eixos viários, sendo a Rua da Cidadela, aquela que estabelece a ligação entre a Porta de Santo António, que dá para a parte velha da cidade, e a Porta do Sol. Da Porta de Santo António irradiam duas ruas e respectivos quarteirões edificados. À esquerda está um pequeno quarteirão interrompido pelo espaço ande, actualmente, se localiza o Pelourinho, outrora ocupado pela Igreja de S. Pedro. No centro fica o principal aglomerado populacional, tendo no seu topo a Igreja de Santa Maria e a célebre Domus Municipalis.</p>
<p>O lado Norte, anteriormente ocupado pelas instalações do Batalhão de Caçadores III, encontra-se desocupado desde 1960, o que torna a torre de menagem ainda maior. O reduto principal, hoje transformado em Museu, está defendido por muralha com cubelos.</p>
<p>A porta, situada a Norte, está hoje desactivada. O <strong>Museu Militar</strong> encontra-se localizado na <strong>Torre de Menagem</strong>. Mandada construir por D. João I, no ano de 1409, a Torre tem 17 metros de lado e está dotada de sapata, com cerca de 6 metros de altura, e torreões nos ângulos. A porta, existente no primeiro registo, encontra-se a vários metros de altura. Destaque ainda para a pedra de armas da Casa de Avis, na fachada principal, e para as janelas de estilo gótico. Reza a história que aqui esteve prisioneira uma princesa perdida de amores por um trovador. De resto, a Torre é um dos melhores miradouros da cidade.</p>
<h3>Domus Municipalis</h3>
<p>A <strong>Domus Municipalis</strong> constitui um belo exemplo de arquitectura românica civil, sendo o único do género na Península Ibérica. Provavelmente construído entre os séculos XIII e XIV, o edifício integra-se no aglomerado amuralhado da antiga cidadela, ladeando a Igreja de Santa Maria.</p>
<p>A sua construção, em granito, é composta por cinco faces de dimensão irregular, abrindo-se, na de maior extensão, duas portas de folha única a vão rectangular. As janelas, dispostas ao longo de todas as faces de construção, apresentam arco abatido e moldura lisa, com excepção das sete colocadas a Este, que possuem, no interior, uma arquivolta com ornatos estreliformes.</p>
<p>A cobertura, de cinco águas em telha caleira, exibe cornija exterior assente em sessenta e quatro modilhões historiados. A particularidade deste edifício reside no lacrimal e num friso seu, o qual funciona como caleira recolectora de águas pluviais, sendo estas conduzidas por algerozes à cisterna, situada no rés-do-chão. Esta é de planta rectangular, com abóboda de canhão de três tramos marcados por arcos torais abatidos. Sobre o extradorso da abóboda assenta o pavimento do piso superior, no qual se abrem três bocas, quadrangulares, de ligação à cisterna, sendo fechadas por grades de ferro.</p>
<p>O primeiro piso do edifício, constituído por um único salão com pavimento lajeado, exibe uma “sédia” ao longo de todas as paredes, para assento dos membros do Conselho Municipal. A cornija interior assenta sobre cinquenta e três modilhões, alguns dos quais historiados. Por curiosidade, refira-se que este edifício foi construído para, inicialmente, servir de cisterna, sendo, por isso, referido em alguns documentos mais antigos como <strong>Sala da Água</strong>.</p>
<h3>Pelourinho de Bragança</h3>
<p>O Pelourinho de Bragança insere-se, actualmente, no interior da povoação fortificado, perto da torre de menagem. Símbolo do Poder Municipal, a sua construção, em granito, remonta ao período medieval, possivelmente, aos séculos XII-XIII, altura em que D. Sancho I lhe concedeu foral, sendo mais tarde confirmado por D. Afonso II. Importante marco histórico-cultural, o <strong>Pelourinho</strong> assenta sobre uma base poligonal de quatro degraus, sobre a qual está um <strong>berrão</strong> com cerca de 2 metros de comprido, também conhecido como “a porca da vila”. As patas apresentam desgaste, devido à destruição causada pelo arranque forçado da obra do seu  primeiro local. O fuste, colocado a meio do corpo do “berrão”, é formado por uma coluna cilíndrica, com cerca de 6 metros de altura, sendo rematado por capitel com cruz de braços iguais. Os topos dos braços são esculpidos, representando, na sua maioria, figuras humanas e animais. A encimar a cruz está um escudo, no qual se vislumbram um castelo e quinas. O conjunto remata com um outra figura humana.</p>
<h3>Convento e Igreja de S. Francisco</h3>
<p>A construção deste convento deve-se, em grande parte, a D. Afonso III, que, em 1271 terá deixado, em testamento, cinquenta libras aos franciscanos de Bragança. Edificado no século XIII, a fundação do Convento foi, então, atribuída a São Francisco, aquando da sua passagem pela cidade a <strong>caminho de Santiago de Compostela</strong>.</p>
<p>Situado na vertente Norte do Castelo, este edifício, em granito, apresenta uma estrutura em forma de cruz latina, tendo a cobri-la, um telhado de duas águas. A fachada exibe um portal renascença com arco pleno, sendo ladeado por duas colunas adossadas que, por sua vez, estão rematadas por pequenas pirâmides. Um pouco mais acima existe uma janela abocinada, de vão rectangular. Na empena do lado esquerdo está instalada uma torre sineira e um vasto edifício de três registos, que serviu outrora de hospital. O primeiro registo exibe duas portas, o segundo, cinco janelões moldurados e o terceiro mostra janelas com vão mais pequeno. O lado direito apresenta edificação de fachada rectangular com portal seiscentista, sendo rematado por frontão triangular de 1635. O conjunto é encimado por um pequeno nicho e duas janelas. No alçado posterior está a capela-mor, semicircular, sendo contrafortada até meio da sua altura.</p>
<p>O interior, também ele em forma de cruz latina com cinco tramos, é de uma só nave e apresenta uma cobertura de estuque em berço, sustentada por arcos torais de granito. A capela lateral, no lado da Epístola, exibe, no tecto, uma imagem da <strong>Anunciação</strong>, que terá sido pintada em finais do século XVII inícios do seguinte. A capela-mor é iluminada por quatro janelas, duas oculares lobuladas e duas de vão recto. A talha que a orna esconde um fresco do século XVI, com área de 1,30m2, onde está representada <strong>Nossa Senhora da Misericórdia</strong>, rodeada por rei e rainha, nobres, clérigos e outras figuras da corte. Frente ao altarmor, no pavimento, está a lápide sepulcral do seu fundador e, sob ela, uma cripta de 4,16 por 3,35m, onde repousa o corpo em túmulo granítico.</p>
<p>Dos seis altares laterais destaca-se a da <strong>Nossa Senhora da Conceição</strong>, concebido para se orar por intenção dos falecidos. O incêndio de 1728 destruiria parte do edifício, obrigando a obras de reconstrução. Vinte anos mais tarde, em 1748, O arco do cruzeiro, de volta perfeita, substitui os três arcos primitivos. O decurso das obras obrigaria ainda ao entaipamento de quatro janelões das paredes das naves laterais. Já no século XX, o Convento viria a sofrer novas intervenções, como foi o caso da construção de um novo altar-mor, em 1915, da recuperação de parte do edifício e cobertura exterior do hospital, em 1983/4, e do restauro da capela, em 96-97. De referir ainda que o Arquivo Distrital está a funcionar nas instalações deste convento.</p>
<h3>Igreja de Santa Maria</h3>
<p>É um edifício românico, e adquiriu feição barroca com as obras de restauro realizadas no século XVIII. Destaque para o portal principal, ladeado por duas colunas salomónicas decoradas.</p>
<h3>Igreja de São Vicente</h3>
<p>Foi construída no século XIII e já em meados do século XVII, veio a ser reconstruída, devido ao desmoronamento de uma torre da segunda muralha do castelo. O interior exibe decoração barroca, mas ainda é possível observar a traça românica primitiva do edifício. Destaque para  a capela-mor, em talha dourada muito rica, e para o <strong>Painel de Azulejos</strong> (1929), que retrata o General Sepúlveda na proclamação entre as invasões napoleónicas (1808). Consta que terá sido nesta Igreja que D. Pedro desposou, em segredo, D. Inês de Castro.</p>
<h3>Igreja de São Bento</h3>
<p>Foi construída em finais do século XVI e pertenceu, em tempos, ao <strong>Mosteiro de São Bento</strong>. A sua principal fundadora terá sido D. Maria Teixeira, cuja pedra de armas está esculpida no interior do edifício. No interior há que destacar, “um dos únicos tectos de alfarge”, estilo renascentista, e o retábulo do altar-mor, em talha do século XVIII.</p>
<h3>Capela de S. Lázaro</h3>
<p>Esta capela situa-se nos subúrbios de Bragança, perto da ponte romana sobre o rio Sabor. Como refere o <strong>Abade de Baçal</strong>, “O Cânon XXIII do Terceiro Concílio Ecuménico de Latrão, celebrado em 1179, ocupava-se dos leprosos concedendo-lhes igrejas próprias [..]”. Conclui o Abade que esta Capela de S. Lázaro foi construída nesta época do Concílio de 1179. Durante mais de meio século, a Capela esteve sob a jurisdição da Paróquia da Sé. A partir de 1984 foi entregue à Paróquia de S. Bento e S. Francisco, na medida em que está inserida na sua área territorial. A Capela de S. Lázaro é pertença do Cabido da Sé Catedral.</p>
<h3>Museu do Abade de Baçal</h3>
<p>Está situado no antigo <strong>Paço Episcopal</strong>, este edifício poderá ter as suas origens nas antigas casas da <strong>Mitra</strong> e no <strong>Colégio de S. Pedro</strong> existentes no local, durante o século XVII. O Museu Municipal de Bragança, hoje Museu Abade de Baçal, foi criado por proposta do vereador Sebastião dos Reis Macias, aprovada na sessão de 4 de Novembro de 1896, depois do coronel Albino Pereira Lopo ter escrito em: 1886, um artigo no Norte Transmontano, que reclamava a criação de um museu em Bragança, à semelhança do que já acontecia um pouco por toda a Europa e principais cidades de Portugal. Nas suas palavras, o Museu devia compor-se de “collecções de moedas, objectos prehistóricos, esculturas, brasões, inscripções latinas e portuguezas [...]; de instrumentos de lavoura, trajos característicos, instrumentos músicos, apparelhos de caça e pesca [...]; de crâneos encontrados nos campos, esqueletos, collecção de cabellos […]; e finalmente amostras de madeira, produto agrícolas, variedades de rochas, animaes embalsamados, etç.”. Apoiado pelo clero e pela intelectualidade bragançana, Albino Lopo organizou uma subscrição pública de peças museológicas, ao mesmo tempo que efectuava buscas e recolha de materiais, sobretudo arqueológicos. O Museu Municipal, como viria a chamar-se, instalou-se em parte do rés-do-chão da Câmara Municipal, sendo inaugurado a 14 de Março de 1897.</p>
<h3>Ponte do Jorge</h3>
<p>A ponte, de tabuleiro horizontal sobre arco quebrado, é da autoria do arquitecto <strong>Pero de La Faia</strong>, que, no ano de 1556, conseguiu arrematar a sua construção à Câmara de Bragança. Construída na segunda metade do século XVI, esta ponte ainda hoje mantém a circulação pedonal entre as margens altas do <strong>rio Fervença</strong>. A fazer parte do conjunto está uma fonte de espaldar, que apresenta a taça enterrada, sendo enquadrada por duas pilastras de feição jónica e encimada pelas armas do Concelho.</p>
<h3>Ponte de Granja</h3>
<p>Esta ponte está integrada no caminho velho, que ligava Bragança ao <strong>Portelo</strong>, atravessando a Ribeira que tem o mesmo nome, permitindo a circulação rodoviária entre as suas margens. A ponte, de tabuleiro plano, assenta sobre um único arco quebrado. O intradorso do arco mostra dois tipos de aparelhos diferentes, o que leva a crer que a ponte terá sido alargada. O tabuleiro, com cerca de 4m, está pavimentado com calçada, tendo guardas em alvenaria de xisto argamassado e remate superior com lajes dispostas verticalmente. As guardas apresentam, na base, orifício de drenagem de águas. Por sua vez, as aduelas dos arcos, estreitas e compridas, apresentam extradorso irregular.</p>
<h3>Ponte das Carvas</h3>
<p>Esta ponte está acessível pela EN 218, que liga Bragança a Vimioso e une as margens do Sabor, onde o vale se apresenta mais encaixado. Construída durante a Idade Média, a Ponte insere-se no traçado da Via XVII do <strong>Itinerário de Antonino</strong>, encontrando-se no caminho medieval e, mais tarde, moderno, que ligava a cidade de Bragança à Vila de <strong>Outeiro de Miranda</strong>. De tabuleiro horizontal, a ponte assenta sobre três arcos quebrados de dimensão irregular.</p>
<p>Os dois pilares da ponte estão reforçados com contrafortes, sendo os talhamares triangulares, ao passo que um dos talhantes é triangular e o outro rectangular. Os encontros também estão reforçados, sendo o da margem Oeste em forma de pegão com talhante e talhamar triangulares, enquanto o da margem E. tem um reforço rectangular do lado jusante.</p>
<p>O tabuleiro apresenta um pavimento de calçada e as guardas são em alvenaria de xisto. As várias gárgulas existentes nas faces servem de escoamento das águas sobre o pavimento.</p>
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