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	<title>Viagens Travel: o site das viagens e do lazer</title>
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		<title>Artesanato de olaria, a grande tradição de Barcelos</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 19:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Etnograficamente, Barcelos é extremamente rico, sendo de salientar diversas actividades artesanais, entre as quais se contam a olaria e a cerâmica. São exemplos desta pluralidade de expressão artesanal, as alcofas de palha, os bordados e as rendas, o calçado de madeira, chapéus de palha, carros de bois, cestaria, ferraria, gamelas, jugos, latoaria, rocas, fusos, dobradiças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Etnograficamente, <strong>Barcelos</strong> é extremamente rico, sendo de salientar diversas actividades artesanais, entre as quais se contam a <strong>olaria</strong> e a <strong>cerâmica</strong>.</p>
<div id="attachment_2173" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-2173" title="galos-barcelos" src="http://mediablog.viagenstravel.com/galos-barcelos.jpg" alt="Galo de Barcelos" width="265" height="157" /><p class="wp-caption-text">Galo de Barcelos</p></div>
<p>São exemplos desta pluralidade de expressão artesanal, as alcofas de palha, os bordados e as rendas, o calçado de madeira, chapéus de palha, carros de bois, cestaria, ferraria, gamelas, jugos, latoaria, rocas, fusos, dobradiças e sarilhos, tecelagem, trabalhos de cobre, mobiliário e vestuário de junco (croças).</p>
<p>Embora quase todos estes objectos se encontrem facilmente em Barcelos, no <strong>Centro de Artesanato</strong> e em casas comerciais, e haja múltiplos postos de venda de barros ao longo da estrada nacional n.° 205, no troço Prado-Barcelos, é aconselhável a sua aquisição junto dos próprios artesãos ou então na <a href="http://viagenstravel.com/portugal/minho-interior/barcelos-a-maior-feira-do-minho/">Feira de Barcelos</a>. Semanalmente, às quintas-feiras, a maior feira do Minho tem lugar no centro da cidade, enchendo por completo o <strong>Campo da Feira</strong>, vasto quadrilátero de 200 por 250 m.</p>
<p>Pode obter-se uma excelente visão de conjunto das olarias regionais no magnífico, embora diminuto, <strong>Museu de Cerâmica Regional</strong>. Verdadeiro símbolo da actividade dos baixistas é o esbelto <strong>galo de Barcelos</strong>, com a crista de um vermelho sanguíneo e o corpo negro, a plumagem escondida atrás de corações vermelhos e missangas de múltiplas cores; também ele com história, associada ao Caminho de Santiago, que em Barcelos tinha uma estação, viu o seu acto gravado para a posteridade no duro granito do cruzeiro quatrocentista guardado no Museu Arqueológico.</p>
<p>Durante os dias em que se celebram as famosas <strong>Festas das Cruzes</strong>, em Maio, as lavradeiras do concelho de Barcelos exibem orgulhosamente os trajes antigos arrecadados nas arcas e baús.</p>
<p>Entre as variadíssimas actividades artesanais a que se dedica a laboriosa gente de Barcelos, contam-se a dos <strong>carros de bois</strong> e respectivos acessórios e, em lugar de destaque, as de olaria e cerâmica, cujos produtos enchem de colorido o Campo da Feira.</p>
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		<title>Universidades de Oxford e Cambridge</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 16:38:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oxford, uma pequena cidade industrial próspera a noroeste de Londres, é conhecida no mundo inteiro graças à universidade a que dá o nome – universidade de Oxford, fundada em 1167. Rival da Sorbonne no século XIII, orgulha-se de contar entre os seus mestres Roger Bacon ou Robert Grosseteste. No século XIV, formaram-se aqui os maiores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Oxford</strong>, uma pequena cidade industrial próspera a noroeste de <strong>Londres</strong>, é conhecida no mundo inteiro graças à universidade a que dá o nome – <strong>universidade de Oxford</strong>, fundada em 1167.</p>
<div id="attachment_2164" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-2164" title="cambridge-king-college" src="http://mediablog.viagenstravel.com/cambridge-king-college.jpg" alt="King College de Cambridge" width="550" height="314" /><p class="wp-caption-text">Cambridge, King&#39;s College - a capela, construída entre 1446 e 1515, é a consagração do estilo gótico perpendicular</p></div>
<p>Rival da <strong>Sorbonne</strong> no século XIII, orgulha-se de contar entre os seus mestres <strong>Roger Bacon</strong> ou <strong>Robert Grosseteste</strong>.</p>
<p>No século XIV, formaram-se aqui os maiores teólogos: Duns Escoto, Wycliffe &#8230;</p>
<p>As posições de Wycliffe em matéria religiosa e a sua condenação marcam o declínio de Oxford, que só reencontrará verdadeiramente o seu prestígio no século XVIII.</p>
<p>Nascida da cisão de alguns professores de Oxford em 1209, <strong>Cambridge</strong>, situada a norte da capital, vive começos modestos e laboriosos: o primeiro colégio, <strong>Peterhouse</strong>, só é criado em 1284.</p>
<p>Especializada em direito canónico, beneficia dos problemas de Oxford para estabelecer a sua notoriedade. <strong>Jean Fisher</strong> e <strong>Erasmo</strong>, entre os primeiros mestres, fazem entrar o ar do <strong>Renascimento</strong> na universidade.</p>
<p>A partir de 1540, Cambridge torna-se a maior universidade protestante inglesa.</p>
<p>A fama de <strong>Isaac Newton</strong>, que aqui é professor de matemática a partir de 1669, salva-a da mediocridade que a ameaça. Hoje, os seus colégios de edifícios medievais ou clássicos parecem não ter mudado com o passar dos séculos.</p>
<p>Situados na margem do tranquilo <strong>Cam</strong>, respiram uma atmosfera fora do tempo que é única.</p>
<p>Oxford e Cambridge tradicionalmente rivais, têm editoras universitárias prolíficas e eclécticas e colégios com nomes como <strong>Pembroke</strong>, <strong>Trinity</strong>, <strong>Corpus Christi</strong>, <strong>Magdalene</strong> &#8230;</p>
<p>Quando se sabe que os estudantes se consideram oriundos de um colégio antes de se dizerem diplomados por urna faculdade, ser antigo aluno de Pembroke ou de Corpus Christi pode prestar-se a confusões! A rivalidade entre Oxford e Cambridge é também simbolizada na regata que opõe as duas universidades desde 1829.</p>
<h3>A relação colégio-universidade em Cambridge e Oxford</h3>
<p>O funcionamento de Oxford e de Cambridge, quase incompreensível para um não-britânico, é no entanto simples. Os alunos devem primeiro ser admitidos num dos numerosos colégios para seguirem cursos universitários.</p>
<p>As aulas teóricas e os exames desenrolam-se nas faculdades. No colégio, os estudantes ficam a cargo de <strong>fellows</strong>, que ministram um ensino informal. Frequentemente são professores catedráticos que recebem os estudantes em grupos de dois ou três várias vezes por semana à volta de uma chávena de chá &#8230; ou de um cálice de xerês.</p>
<p>Esta formação é mais importante para os estudantes que os cursos clássicos.</p>
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		<title>Universidade de Heidelberg</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 16:31:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A alguns quilómetros de Frankfurt, aninhada na margem do Neckar num vale pouco profundo, Heidelberg continua a ser o símbolo do romantismo alemão. Poupada pelos Americanos aos bombardeamentos de 1944, porque queriam estabelecer aí o seu Quartel General, a cidade conservou a sua magia. É em Heidelberga que se situa a mais antiga universidade alemã, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A alguns quilómetros de <strong>Frankfurt</strong>, aninhada na margem do <strong>Neckar</strong> num vale pouco profundo, <strong>Heidelberg</strong> continua a ser o símbolo do romantismo alemão.</p>
<div id="attachment_2161" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-2161" title="heidelberg-universidade" src="http://mediablog.viagenstravel.com/heidelberg-universidade.jpg" alt="" width="265" height="200" /><p class="wp-caption-text">Edífico antigo da Universidade de Heilderberg</p></div>
<p>Poupada pelos Americanos aos bombardeamentos de 1944, porque queriam estabelecer aí o seu Quartel General, a cidade conservou a sua magia.</p>
<p>É em Heidelberga que se situa a mais antiga universidade alemã, fundada em 1386 segundo o modelo da <strong>Sorbonne</strong>. Hoje, com mais de 27 mil estudantes, o que constitui cerca de um quinto da população da cidade, a universidade dividiu-se em três entidades.</p>
<p>À volta da <strong>Universitãtplatz</strong>, a <strong>universidade velha</strong> é agora vizinha da nova, financiada em 1931 por capitais americanos. A terceira unidade, situa-se do outro lado do rio, fora do centro histórico.</p>
<p>Toda a cidade vive ao ritmo dos estudantes. As <strong>confrarias</strong> reúnem-se em cafés, como o <strong>Seppl</strong> ou o <strong>Roter Ochsen</strong>, na <strong>Karlplãtz</strong>.</p>
<p>Se o <strong>Studenttenkanzer</strong>, o calabouço destinado a acalmar os mais irrequietos, já não tem locatário desde 1914, as noitadas de iniciação são sempre acompanhadas por rios de <strong>cerveja</strong> e <strong>lutas de sabre</strong>.</p>
<p>Heidelberg é célebre pelas disciplinas científicas. A cidade acolhe aliás o centro de pesquisa sobre o cancro da Academia Nacional das Ciências.</p>
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		<title>Sorbonne modelo das universidades</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 16:18:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desejosos de encorajar a recém fundada universidade que adoptou o nome do seu fundador, a Sorbonne, S. Luís e Branca de Castela doam imóveis. A Universidade de Sorbonne torna-se rapidamente uma referência intelectual incontornável. Passa a contar com o seu próprio tribunal, está isenta de impostos, recebe dádivas e legados. A fama dos seus professores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desejosos de encorajar a recém fundada universidade que adoptou o nome do seu fundador, a <strong>Sorbonne</strong>, <strong>S. Luís</strong> e <strong>Branca de Castela</strong> doam imóveis.</p>
<div id="attachment_2156" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-2156" title="sorbonne-anfiteatro" src="http://mediablog.viagenstravel.com/sorbonne-anfiteatro.jpg" alt="Universidade de Sorbonne" width="265" height="155" /><p class="wp-caption-text">O grande anfiteatro da Sorbonne, onde se defendem as teses</p></div>
<p>A <strong>Universidade de Sorbonne</strong> torna-se rapidamente uma referência intelectual incontornável. Passa a contar com o seu próprio tribunal, está isenta de impostos, recebe dádivas e legados.</p>
<p>A fama dos seus professores ultrapassa as fronteiras e atrai estudantes de toda a Europa. A sua independência é lendária e sabe resistir aos diferentes poderes.</p>
<p>Antigo aluno da Universidade, o <strong>cardeal de Richelieu</strong> financia no século XVII, do seu cofre pessoal, a reconstrução, pelo <strong>arquitecto Lemercier</strong>, dos edifícios que ameaçam ruína.</p>
<p>A <strong>Revolução</strong> assiste ao encerramento da velha universidade que simboliza um sistema de ensino dominado pela Igreja. Os seus edifícios são abandonados, à excepção da capela, transformada em <strong>Templo da Razão</strong>.</p>
<p><strong>Bonaparte</strong>, pelo seu lado, faz dos locais ateliers de artistas.</p>
<p>Só no reinado de <strong>Luís XVIII</strong> a <strong>Sorbonne</strong> retoma as suas funções.</p>
<p>Em 1881, Jules Ferry decreta a criação de uma <strong>Nova Sorbonne</strong>, laica e republicana. Conserva apenas a capela e encomenda ao <strong>arquitecto Nénot</strong> um novo conjunto homogéneo. Com o correr dos anos, o aumento contínuo da população estudantil obriga a Sorbonne a dispersar-se. Hoje, só uma pequena parte dos estudantes parisienses gozam do privilégio de ter aulas no próprio recinto da Sorbonne.</p>
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		<title>Universidades tradicionais da Europa</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 16:04:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na sua maioria fundadas na Idade Média, as grandes universidades do Velho Continente foram berço de ideias inovadoras, palco das grandes revoluções culturais ou políticas. Estas veneráveis instituições continuam hoje a ser um local privilegiado de transmissão de conhecimentos. No século XIII, os alunos da Universidade de Paris comprimem-se em pequenas salas alugadas no coração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na sua maioria fundadas na Idade Média, as grandes universidades do Velho Continente foram berço de ideias inovadoras, palco das grandes revoluções culturais ou políticas.</p>
<div id="attachment_2153" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-2153" title="universidade-paris-ouest-nanterre" src="http://mediablog.viagenstravel.com/universidade-paris-ouest-nanterre.jpg" alt="Universidade Paris Ouest Nanterre" width="550" height="264" /><p class="wp-caption-text">A universidade de Paris Ouest Nanterre, aberta no início dos anos 1960, na parte ocidental de Paris, foi um dos centros da contestação estudantil de 1968. Acolhe hoje cerca de 35 000 estudantes e tem cursos de Letras, Ciências Humanas, Economia, Ciências Jurídicas e Educação Física</p></div>
<p>Estas veneráveis instituições continuam hoje a ser um local privilegiado de transmissão de conhecimentos.</p>
<p>No século XIII, os alunos da <strong>Universidade de Paris</strong> comprimem-se em pequenas salas alugadas no coração do <strong>Quartier Latin</strong>. Para permitir aos menos afortunados aceder aos estudos de teologia, o cónego de <strong>Notre-Dame</strong>, <strong>Robert de Sorbon</strong>, reuniu as quatro faculdades existentes e criou em 1257 a universidade que tem o seu nome. Tinha nascido a <strong>Universidade de  Sorbonne</strong>.</p>
<p>Outro exemplo é o da universidade de <strong>Louvain-la-Neuve</strong> que nasceu da cisão da prestigiosa universidade flamenga de Lovaina, no contexto da querela linguística que dividiu a Bélgica em 1968.</p>
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		<title>Cafés escuros e cafés claros de Amsterdão</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 15:46:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É em Amsterdão, num café escuro, talvez o café Chris ou o café Karpershoek, que o herói de Albert Camus, em A Queda, confessa o seu amor pelos Holandeses: &#8220;Gosto deste povo, fervilhante nos passeios, apertado num pequeno espaço de casa e de água cercado pelas brumas &#8230;&#8221; A capital dos Países Baixos é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É em <strong>Amsterdão</strong>, num <strong>café escuro</strong>, talvez o café <strong>Chris</strong> ou o café <strong>Karpershoek</strong>, que o herói de <strong>Albert Camus</strong>, em <strong>A Queda</strong>, confessa o seu amor pelos Holandeses:</p>
<div id="attachment_2149" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-2149" title="amsterdao-coffe-shop" src="http://mediablog.viagenstravel.com/amsterdao-coffe-shop.jpg" alt="Cofees Shop em Amsterdão" width="265" height="155" /><p class="wp-caption-text">Em Amsterdão, ao lado dos cafés tradicionais, os coffe-shops, de cores berrantes, atraem fregueses habituais e turistas.</p></div>
<p>&#8220;Gosto deste povo, fervilhante nos passeios, apertado num pequeno espaço de casa e de água cercado pelas brumas &#8230;&#8221;</p>
<p>A capital dos Países Baixos é um porto e, como todos os portos, está cheio de bares e cafés. Os cafés escuros são a memória da cidade Os tectos e paredes foram sendo escurecidos por séculos de fumo saído dos longos cachimbos de barro de personagens surgidas da penumbra de quadros de <strong>Vermeer</strong> ou de <strong>Rembrandt</strong>.</p>
<p>O nome destes cafés vem daí mesmo, dessa patina única. Os habitantes de <strong>Amsterdão</strong> encontram-se aí há quase quatro séculos, depois do trabalho, para beber e contar a sua vida no meio de uma enorme vozearia&#8230;</p>
<p>Muito mais na moda, os <strong>cafés claros</strong>, que podem ser chamados grandes cafés ou <strong>cafés designer</strong>, são mais recentes, mais espaçosos e claros. No entanto, também aí se podem encontrar os mesmos <strong>broodjes</strong>, essas pequenas sanduíches holandesas, os mesmos preços e sobretudo a mesma convivialidade.</p>
<h3>Os proeflokaalen e o licor de genebra de Amsterdão</h3>
<p>No café <strong>De Dries Fleschjes</strong>, em <strong>Amsterdão</strong>, o mais célebre dos <strong>proeflokaalen</strong> (lugares onde se bebe licor de genebra), nada parece ter mudado desde a sua abertura, em 1650. Nesta antiga destilaria, bebe-se licor de genebra, que vem logo a seguir ao <strong>café</strong> e à <strong>cerveja</strong> no top 3 dos hábitos de consumo dos holandeses.</p>
<p>O <strong>zimbro</strong>, uma pequena baga de cor violeta, dá este licor forte, semelhante ao gin. A genebra bebe-se gelada, em pequenos copos em forma de tulipa. Pode-se apreciar pura, associá-la a outros frutos como morango ou limão ou, melhor, alterná-la com a cerveja.</p>
<p>Cuidado com esta última versão: os Holandeses chamam-lhe <strong>koopstoot</strong>, o que significa “uma pancada na cabeça”!</p>
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		<title>As bebidas dos pubs irlandeses</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 15:25:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O mais popular dos slogans irlandeses é sem dúvida Guinness is good for you (A Guinness faz-lhe bem). Uma cerveja escura, espessa, de gosto amargo, bebida em grandes canecas. A cerveja irlandesa mais célebre do mundo ultrapassa a sua rival, a Murphy&#8217;s de Cork. Os Irlandeses apreciam igualmente os cocktails como o Black Velvet (veludo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2145" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-2145" title="irlanda-couch-house-pub" src="http://mediablog.viagenstravel.com/irlanda-couch-house-pub.jpg" alt="Coach House pub em Thomastown, Irlanda" width="265" height="166" /><p class="wp-caption-text">No Coach House pub de Thomastown, na Irlanda, os músicos animam o ambiente. Como a música é antes, de tudo convivial, é ouvida muito frequentemente nos pubs.</p></div>
<p>O mais popular dos slogans irlandeses é sem dúvida <strong>Guinness is good for you</strong> (A Guinness faz-lhe bem). Uma cerveja escura, espessa, de gosto amargo, bebida em grandes canecas.</p>
<p>A cerveja irlandesa mais célebre do mundo ultrapassa a sua rival, a <strong>Murphy&#8217;s</strong> de <strong>Cork</strong>.</p>
<p>Os Irlandeses apreciam igualmente os cocktails como o <strong>Black Velvet</strong> (veludo negro), uma mistura à base de <strong>Guinness</strong> e de <strong>champanhe</strong>.</p>
<p>Como os Escoceses, os Irlandeses também têm o seu uísque, uma palavra que deriva aliás do irlandês <strong>uisce beatha</strong>, que significa <strong>aguardente</strong>. Acrescentado com água a ferver, açúcar, cravinho e uma rodela de limão, torna-se no <strong>Hot Whiskey</strong>.</p>
<p>Para provar o famoso <strong>Irish Coffee</strong>, convém juntar-lhe açúcar, café e natas espessas.</p>
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		<title>A loucura britânica pelos pubs</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 14:13:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os Britânicos sentem-se no pub como em sua casa. Chamam o barman pelo nome e instalam-se na intimidade do lounge bar ou do salon bar, a menos que prefira a convivialidade do public bar. Os Irlandeses não têm em geral uma casa secundária, mas possuem todos um segundo lar: o seu pub. Nele encontram os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os Britânicos sentem-se no pub como em sua casa. Chamam o barman pelo nome e instalam-se na intimidade do <strong>lounge bar</strong> ou do <strong>salon bar</strong>, a menos que prefira a convivialidade do public bar. Os Irlandeses não têm em geral uma casa secundária, mas possuem todos um segundo lar: o seu <strong>pub</strong>.</p>
<div id="attachment_2142" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-2142" title="londres-athenaeum-club" src="http://mediablog.viagenstravel.com/londres-athenaeum-club.jpg" alt="Athenaeum Club" width="300" height="179" /><p class="wp-caption-text">O Athenaeum Club, em Londres.</p></div>
<p>Nele encontram os amigos ou um desconhecido com quem trocar confidências porque, num pub, está fora de questão ficar-se isolado. Cada um integra-se na conversa, num clima único de fusão das classes sociais que vai juntar lado a lado o operário e o golden boy da City.</p>
<p>No início do século XX, inquieto com o sucesso excessivo dos pubs junto da classe operária, o governo inglês nacionalizou os pubs, regulamentando estritamente os horários.</p>
<p>No entanto, na década de 1980, os pubs foram privatizados pela Senhora Thatcher. Actualmente estão abertos à tarde e aos domingos.</p>
<h3>Os Ingleses e o jogo de dardos num qualquer pub</h3>
<p>Não há verdadeiro pub inglês sem um jogo de dardos(<strong>darts</strong>), inventado pelo proprietário de um pub. Na origem, constava de um fundo de tonel como alvo e grandes pregos em vez de setas. É possível jogar individualmente ou por equipas. Cada jogador dispõe de três setas, que tenta colocar num alvo situado exactamente a 170 centímetros acima do chão e a 2.75 metro de distância do jogador.</p>
<p>O objectivo do jogo é partir de um determinado número e chegar primeiro a zero, deduzindo em cada jogada os pontos obtidos no alvo. Atenção: as setas que acertam no alvo e depois acabam por cair não contam.</p>
<p><strong>Os célebres clubes cafés ingleses</strong></p>
<p>Descendentes das <strong>coffee-houses</strong> e outras <strong>chocolate-houses</strong>, casas surgidas no século XVII com a importação dos primeiros grãos de café e de chocolate, os clubes de cavalheiros agruparam-se no aristocrático bairro londrino de <strong>Saint-James</strong>.</p>
<p>De uma maneira geral, todos estes clubes de café ingleses são decorados da mesma maneira, com grandes poltronas de couro, gravuras de caça nas paredes e troféus do clube em vitrinas. A sua atmosfera convém aos seus membros, cavalheiros conservadores, que gostam de beber, fumar, jogar brídege, e, de vez em quando, ler um pouco.</p>
<p>O processo de admissão é complicado e evidentemente, muito longo. Até certa altura, as senhoras estavam excluídas. Actualmente, têm os seus próprios clubes         , com os salões decorados com mais calor e alegria.</p>
<p>A divisa destes clubes, que são uma parte da alma da Inglaterra, poderia ser para vivermos felizes, vivamos escondidos.</p>
<h3>Traveller&#8217;s Club</h3>
<p>Para ser admitido no <strong>Traveller&#8217;s Club</strong>, o célebre clube inglês fundado em 1819, era preciso ter viajado até pelo menos 800 quilómetros de Londres, o que, para a época, era ainda bastante raro. Situado no <strong>Pall Mall</strong>, perto de outro clube famoso, o <strong>Athenaeum</strong>, conta com duas salas reservadas às mulheres no rés-do-chão, uma esplêndida sala de fumo e um vestíbulo, o único lugar onde os membros estão autorizados a falar de negócios.</p>
<p>No primeiro andar, uma magnífica biblioteca sobre um jardim dá para um <strong>coffee room</strong>, a única divisão do clube onde não se pode tomar café!</p>
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		<title>Os Heurigen: como são as tabernas na Áustria</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 11:32:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Verão, os Vienenses gostam de ir provar, a poucas paragens de eléctrico do centro da cidade, um copo de vinho à volta de grandes mesas de madeira em tabernas conhecidas por Heurigen. Podem-se reconhecer pelos ramos de pinheiro pendurados à entrada, que anunciam o direito de servir vinho. Nestes sítios, o proprietário produtor pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Verão, os Vienenses gostam de ir provar, a poucas paragens de eléctrico do centro da cidade, um copo de vinho à volta de grandes mesas de madeira em tabernas conhecidas por <strong>Heurigen</strong>.</p>
<div id="attachment_2139" class="wp-caption alignright" style="width: 254px"><img class="size-full wp-image-2139" title="viena-kaffeehaus" src="http://mediablog.viagenstravel.com/viena-kaffeehaus.jpg" alt="Kaffeehaus em Viena" width="244" height="155" /><p class="wp-caption-text">Kaffeehaus em Viena: Os cafés vienenses são famosos pelos excelentes bolos</p></div>
<p>Podem-se reconhecer pelos ramos de pinheiro pendurados à entrada, que anunciam o direito de servir vinho. Nestes sítios, o proprietário produtor pode escoar o vinho novo no pequeno pátio interior da sua casa de tectos baixos, ou dá-lo a beber nas suas caves.</p>
<p>Frequentemente, é possível acompanhar o vinho com <strong>pratos de charcutaria</strong> e pode saborear-se tudo isto ao som de um quarteto de <strong>Schrammelmusik</strong>, composto por dois violinos, um acordeão e uma guitarra.</p>
<p>Pitoresco q.b</p>
<h3>As várias maneiras de apreciar o café em Viena de Áustria</h3>
<p>Em 1683, os Otomanos, abandonando Viena que não tinham conseguido conquistar, deixam, graças à precipitação da retirada, sacos com grãos castanho-escuros: o <strong>café</strong> chega assim a esta parte da Europa.</p>
<p>Depois desse dia, os Vienenses aprendem a bebê-lo de trinta maneiras diferentes.</p>
<p><strong></strong><strong>Moka</strong>: o café simples.</p>
<p><strong>Mazagran</strong>: o café com cubos de gelo e rum.</p>
<p><strong>Fiaker</strong>: café com rum, servido num copo de vidro. Na origem, este café era servido aos condutores de fiacre para os aquecer no Inverno.</p>
<p><strong>Kaisermelange</strong>: café misturado com gema de ovo.</p>
<p><strong>Wiener Eiskaffee</strong>: um café frio, forte, acompanhado de chantilly e gelado de baunilha.</p>
<p><strong>Turkisches</strong>: um café fervido em pequenos recipientes de cobre e servido muito quente.</p>
<h3>Cafés da Áustria com um encanto do passado</h3>
<p>Um <strong>Herr Ober</strong>, criado de café com um fato de três peças e uma calma despreocupada traz numa bandeja de prata uma chávena de café acompanhada de um copo de água e de bolos tradicionais, <strong>sachertoche</strong> ou <strong>apfelstnidel</strong>.</p>
<p>Não há pressas nestas <strong>Kaffeehaus</strong>, lugares carregados de história e de cultura onde é possível captar o encanto um pouco passadista do espírito vienense, onde o cliente se demora a folhear os jornais e revistas postos à sua disposição. No século XIX os cafés vienenses serviam de refúgio aos pensadores do império austro-húngaro.</p>
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		<title>Os cafés de França</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 11:23:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cafés e Pubs]]></category>
		<category><![CDATA[Café de Flore]]></category>
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		<description><![CDATA[Com a câmara municipal e a igreja, o café é um dos três monumentos que ornamentam qualquer aldeia francesa: um balcão de zinco, mesas de fórmica e assentos de napa, uma esplanada abrigada do sol por guarda-sóis publicitários. Sinais de uma época em que por eles passava toda uma população em movimento, os cafés continuam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a câmara municipal e a igreja, o café é um dos três monumentos que ornamentam qualquer aldeia francesa: um balcão de zinco, mesas de fórmica e assentos de napa, uma esplanada abrigada do sol por guarda-sóis publicitários.</p>
<div id="attachment_2135" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-2135" title="le-cafe-de-nuit" src="http://mediablog.viagenstravel.com/le-cafe-de-nuit.jpg" alt="Lê Café de Nuit" width="300" height="220" /><p class="wp-caption-text">Lê Café de Nuit (1888), pintado em Aries por Vincent Van Gogh</p></div>
<p>Sinais de uma época em que por eles passava toda uma população em movimento, os cafés continuam a ser um ponto de encontro, os sítios onde as classes sociais se misturam à volta de uma chávena de café. Símbolo pois da República francesa e da célebre trilogia <strong>Liberdade, Igualdade, Fraternidade</strong>.</p>
<p>Já no século XVIII alguns dos quinhentos cafés parisienses acolhiam, entre os jogadores de xadrês, encontros animados de filósofos enciclopedistas e em seguida os clubes revolucionários que decidiam quem iria ter a cabeça cortada &#8230;</p>
<p>No século XIX, o café parisiense torna-se mais pacífico e mundano. É o sítio onde as pessoas se mostram, onde se encontram, o começo do Paris dos <strong>Grands Boulevards</strong> que estavam a ser rasgados.</p>
<p>É também nestes cafés parisienses que os cossacos do czar da Rússia, entrados em Paris depois da queda de Napoleão, gritavam, impacientes, «Bistro, bistro!» (depressa, depressa!) para que os servissem mais rapidamente.</p>
<p>A palavra ficou, assim como o famoso <strong>pilier de bistrot</strong> (pilar de café), freguês e especialista das discussões à volta da mesa que lhe permitem refazer o mundo sem sair do lugar.</p>
<p>Em <strong>Saint-Tropez</strong>, as pessoas reúnem-se nas esplanadas dos cafés para discutir e jogar a <strong>pétanque</strong>.</p>
<p>O café pode ter também as funções de venda de tabaco, lotaria e outros jogos, de apostas para as corridas de cavalos, de sala de jogos com flippers e matraquilhos.</p>
<h3>Os cafés De Flore e Deux Magots em Paris</h3>
<p>No bairro de <strong>Saint-Germain-des-Prés</strong>, Parisienses e turistas fazem o possível para serem vistos na esplanada do <strong>Café de Flore</strong> ou do vizinho <strong>Deux Magots</strong>, onde vibrava o Paris dos anos cinquenta, com <strong>Boris Vian</strong>, os existencialistas e o par <strong>Jean-Paul Sartre</strong> e <strong>Simone de Beauvoir</strong>, que vinha todos os dias escrever no <strong>Deux Magots</strong> durante duas horas, enchendo três cinzeiros.</p>
<p>O famoso chocolate há muito que já não é servido em recipientes de prata, mas o prémio literário que tem o nome do café premeia todos os anos um escritor de renome.</p>
<p>Foi também no Deux Magots que alguém se divertiu a calcular que um criado percorria todos dias doze quilómetros para servir os clientes.</p>
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