Montalegre, onde o nosso circuito por terras barrosãs tem o seu ponto de partida e também de chegada, é um dos grandes concelhos do nosso País, pois tem oitocentos km quadrados de superfície, e uma linha de fronteira com a Galiza de setenta km. Montalegre tem 15 mil habitantes que vivem essencialmente da agricultura e actualmente de um grande aproveitamento dos produtos locais de qualidade.

Montalegre tem recursos turísticos extraordinários: Monumentos, aldeias típicas, pontos de referência importantes na história e na cultura, beleza paisagística, deslumbrante para os olhos do visitante, a serra, os rios, as barragens…
Eis os monumentos a que aconselhamos uma visita em Montalegre:
- Castelo de Montalegre
- Convento de Pitões das Júnias ou Mosteiro de Santa Maria das Junas
- Igreja Românica de S. Vicente em S. Vicente Chã – Monumento nacional
- Igreja Velha de Salto em Salto
- Marcos milionários em Viade
- Forno e castelo da Piconha de Tourém em Tourém
- Fojo do Lobo em Fafião
- Aldeia velha do Juriz
- Fojo do Lobo em Fafião
- Aldeia velha do Juriz
- Ecomuseu
Castelo de Montalegre
Coroando uma colina, edifício altaneiro, eminência “parda” sem ironia nem jogo de palavras, avista-se de longe, mesmo de muito longe, de qualquer das estradas ou dos caminhos que apontam à vila. Embora não haja certezas, crê-se que o Castelo de Montalegre tenha sido construído por volta de 1273 por ordem de D. Afonso III.
O Castelo foi reedificado em 1331, durante o reino de D. Afonso IV, o Bravo. Actualmente é um dos mais belos e genuínos castelos de quantos montam guarda à História de Portugal.
Da Torre de Menagem, dionísia, com cerca de 28 m de altura, uma construção de certa imponência, do seu topo se vislumbram as serranias de Gerês, do Larouco, da Mourela e da Arandela. É um dos melhores locais para se apreciar toda a beleza paisagistica do Barroso.
Convento de Pitões das Júnias
O Convento de Pitões das Júnias ou Mosteiro de Santa Maria das Júnias, Monumento Nacional, solitário e quase espectral, aloja-se no fundo de um vale, junto a um córrego. Alguma imprecisão, também, nas suas origens, supondo-se que remonte ao séc. IX, segundo documentos do Cartulário Bracarense. Terá seguido, de início, a Ordem de S. Bento e, a partir de do séc. XII, a Ordem de Cister. Várias vezes incendiado, está reduzido a um conjunto de ruínas, restando, com boa apresentação, a igreja românica, o claustro, a cozinha, o cemitério e o moinho de água.
Alcança-se com uma caminhada de uns vinte, vinte e cinco minutos a partir da aldeia de Pitões das Júnias, um povoado de interesse etnográfico.
A visita poderá então continuar visitante algum do restante património referido acima.