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	<title>Viagens Travel: o site das viagens e do lazer</title>
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		<title>Arcos de Valdevez alojamento e percursos</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 21:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A relação histórica entre a ocupação humana dos espaços e a organização natural dos mesmos assume no caso do vale do <strong>rio Vez</strong> um papel de primordial importância. As múltiplas áreas de regadio e de terrenos férteis proporcionados pelo rio e seus afluentes e a existência de amplos anfiteatros naturais, opondo zonas de serra e de planície, favoreceu desde muito cedo o estabelecimento de comunidades humanas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1891" title="arcos-valdevez" src="http://mediablog.viagenstravel.com/arcos-valdevez.jpg" alt="" width="600" height="280" /></p>
<p>Da pré-história chega-nos um legado de evidente importância. O número de monumentos funerários provenientes do período neolítico (cerca de 2500 anos antes de Cristo) comunemente designados por <strong>mamoas</strong> e <strong>antas</strong>, é de cerca de uma centena, destacando-se pela sua importância o núcleo megalítico de <strong>Mezio</strong>, recentemente alvo de estudo e valorização. De igual modo relevante, quer pela sua importância patrimonial quer pela cientifica, é a estação de arte rupestre do <strong>Gião</strong>, formada por um conjunto de cerca de 100 rochas gravadas com diversos motivos esquemáticos, incluídos num fantástico anfiteatro natural, representando um vasto local de reflexão ritual para as comunidades humanas que as realizaram há cerca de 3500 anos.</p>
<p>O período proto-histórico e de ocupação romana revela vestígios diversos, não só na toponímia local, mas sobretudo na quantidade significativa de recintos defensivos e habitacionais, os &#8220;castros&#8221;, existentes por todo o concelho, e onde os casos de Ázere, Álvora e Cendufe serão, provavelmente, os mais conhecidos.</p>
<p>A Idade Média trás consigo uma organização do território e do espaço que será também ela um reflexo das condicionantes naturais e da geografia. A distribuição das paróquias medievais e dos primeiros mosteiros aproveita os recursos das áreas planalticas e de monte, como os casos exemplares dos mosteiros de <strong>Ermelo</strong> (cisterciense) e <strong>Santa Maria de Miranda</strong> (de base beneditina).</p>
<p>As áreas de serrania facilitaram a fixação das populações baseadas essencialmente numa tradição de pastorícia e de uso sazonal, recuperada pelas actuais &#8221; brandas &#8221; e &#8221; inverneiras &#8220;. A montanha favoreceu o desenvolvimento de recursos naturais abundantes, sobretudo de caça diversa, que juntamente com a sua posição estratégica de fronteira, cedo impeliram os primeiros monarcas nacionais a visitar e a incentivar a fixação de populações nessas zonas.</p>
<p>Espelho da importância como via de comunicação natural entre o Norte do pais e a vizinha Galiza, é o numero significativo de pontes de origem medieval, representadas, entre outras, em exemplares únicos como os de <strong>Vilela </strong>e <strong>Cabreiro</strong>.</p>
<p>A sua posição estratégica natural destacou as terras de Valdevez como lugar primordial de organização militar e social, atestada já em documentação dos Séculos X e XI. Apesar de abandonado em meados do Século XIII, o <strong>castelo de Santa Cruz</strong>, em <strong>Vila Fonche</strong>, sobranceiro à actual vila, foi um dos primeiros elementos de suporte à fixação humana nesta zona precisa, solidificada pela fácil comunicação das diferentes vias que confluíam na ponte medieval do rio Vez, e favorecendo, deste modo, o desenvolvimento de um polo urbano dinâmico e fundamental, que já em 1258 controlava uma mancha geográfica próxima da do actual concelho de Arcos de Valdevez. A importância de toda esta área como vector de evidente desenvolvimento leva D. Manuel I a conceder foral à vila em 1515.</p>
<p>A reforma liberal oitocentista viria a traçar os limites definitivos do actual concelho, com a introdução das áreas de <strong>Soajo</strong>, Ermelo e <strong>Gavieira</strong>.</p>
<h3>Património monumental</h3>
<p><strong>Ponte Medieval sobre o rio Vez</strong> (Ponte da Vila) liga as duas margens da Vila de Arcos de Valdevez e é uma construção do século XIX, iniciada em 1876 e finalizada em 1880, que substituiu integralmente um exemplar de origem medieval.</p>
<p>Desta primitiva construção não restaram elementos arquitectónicos, pelo que o conhecimento da sua estrutura original assenta numa escassa bibliografia e em algumas gravuras.<br />
O monumento era composto de quatro arcos, de volta redonda, apoiados em fortes pegões, sem olhais, e com talhamares. Existiam de igual modo duas rampas de acesso, que das margens subiam até a uma patamar plano. Não são referidas siglas em nenhum dos elementos pétreos da construção, embora a sua existência fosse quase certa, como é característico nos exemplares conhecidos de pontes medievas.<br />
Toda a estrutura é marcadamente românica. O período da sua edificação localizar-se-á algures entre os finais do século XII, inícios do século XIII, uma vez que nas Inquirições de 1258 o topónimo Arcos surge já referenciado.<br />
A existência da ponte e sua associação com a feira local, de significativa dimensão e importância no século XV, bem como uma importante rede viária de e para o exterior, estiveram na base do desenvolvimento histórico, económico e social da vila dos Arcos.</p>
<p>Em <strong>São Paio de Jolda</strong>, encontra-se o <strong>Paço da Glória</strong> do Séc. XVIII, com uma soberba fachada ladeada por duas torres e uma capela. Este Paço está rodeado de árvores muito antigas, evocando um cenário verdadeiramente bucólico.</p>
<p>No sopé do <strong>Monte de S. Miguel o Anjo</strong>, encontra-se em ruínas o <strong>Paço de Giela</strong>. Solar fortificado consta de uma torre medieval (Séc. XIV), à qual posteriormente foi acrescentada uma ala residencial com janelas manuelinas e uma entrada fortificada.</p>
<p>A sua posição estratégica natural destacou as terras de Valdevez como lugar primordial de organização militar e social, atestada já em documentação dos Séculos X e XI. Apesar de abandonado em meados do Século XIII, o castelo de Santa Cruz, em Vila Fonche, sobranceiro à actual vila, foi um dos primeiros elementos de suporte à fixação humana nesta zona precisa, solidificada pela fácil comunicação das diferentes vias que confluíam na ponte medieval do Rio Vez, e favorecendo, deste modo, o desenvolvimento de um polo urbano dinâmico e fundamental, que já em 1258 controlava uma mancha geográfica próxima da do actual concelho de Arcos de Valdevez.</p>
<h3>Gastronomia</h3>
<p>Quem visita Arcos de Valdevez e é um apreciador da boa mesa vai decerto deliciar-se com as iguarias, aqui confeccionadas, de tradição secular. Não pode deixar de experimentar o <strong>Cozido à Portuguesa</strong>, as Papas de Sarabulho, os <strong>Rojões</strong>, o Cabrito Assado, a <strong>Costela Barrosã</strong>, a Lampreia e o Bacalhau à Violeta.</p>
<p>Para completar a refeição é importante mencionar as várias sobremesas das quais podemos destacar os <strong>Charutos de Ovos</strong>, as Cavacas, o <strong>Queijo Brandas da Cachena</strong>, os <strong>Casadinhos Brancos</strong>, e os não menos conhecidos <strong>Rebuçados dos Arcos</strong>.<br />
Como acompanhamento recomendamos o fresco <strong>Vinho Verde</strong>.</p>
<h3>Artesanato</h3>
<p>Todos conhecemos formas de artesanato que outrora, correspondiam à necessidade de uma comunidade quase sempre agrícola e rural, e que hoje adquirem novas funções, devido à sua capacidade de expressão estética e simbólica.</p>
<p>A actividade artesanal foi sempre um importante ponto de referência histórica e cultural em Arcos de Valdevez. Assim o maior relevo vão para os panos de linho de fabrico caseiro, as <strong>mantas de lã</strong> e as <strong>passadeiras de farrapos</strong>, não podemos, no entanto, esquecer a cestaria, as <strong>esculturas em pedra</strong> e as alfaias agrícolas em madeira ou ferro. Merecem também destaque os tamancos bem como as <strong>miniaturas dos espigueiros</strong> e dos carros de bois.</p>
<h3>Festividades</h3>
<ul>
<li>Arcos de Valdevez; Festas do Concelho; 3 a 5 Agosto</li>
<li>Arcos de Valdevez; <strong>Expovez</strong>; 9 a 13 Agosto</li>
<li>Arcos de Valdevez; Domingos Gastronómicos &#8211; Cozido à Minhota; 25, 26 e 27 de Fevereiro</li>
<li>Ermelo; São Bento;11 de Julho</li>
<li>Gavieira; Senhora da Peneda; 1 a 8 Setembro</li>
</ul>
<p>Se está nos Arcos de Valdevez, não deixe de ir visitar <a href="http://viagenstravel.com/portugal/minho-interior/ponte-da-barca-em-terras-de-nobrega/">Ponte da Barca</a> e <a href="http://viagenstravel.com/portugal/minho-interior/ponte-de-lima-e-as-feiras-novas/">Ponte de Lima</a>, compondo assim um percurso por esta bela região sobranceira ao Lima e ao Vez.</p>
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		<title>Caminha e a Foz do rio Minho</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 10:00:24 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Situada no Alto Minho, no extremo Norte de Portugal, a 25 quilómetros da cidade de Viana do Castelo (capital do distrito), a freguesia de Caminha-Matriz é a única freguesia da vila de Caminha.</p>
<div id="attachment_1936" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-1936" title="caminha" src="http://mediablog.viagenstravel.com/caminha.jpg" alt="Caminha" width="265" height="152" /><p class="wp-caption-text">Caminha</p></div>
<p>A pequena área de <strong>Caminha </strong>é porém desfrutada ponto a ponto, face às potencialidades de que dispõe. É que, este espaço, todo ele em área sensivelmente plana, isto é, a nível ribeirinho, compreende valores inquestionáveis.</p>
<p>Envolvida por barreiras naturais a estabelecerem os seus limites, estão; no sentido norte/poente o rio Minho, no sentido norte/nascente o rio Coura que, ali em Caminha desagua no rio Minho. Ambos os rios a servirem a freguesia com espectaculares cenários.</p>
<p>Ainda, pelos outros pontos cardiais, a sul e nascente, os limites, são exclusivamente partilhados com a freguesia de Vilarelho. Partilha de valores que encerram aspectos patrimoniais e turísticos relacionados com a zona amuralhada, com a linha dos caminhos de ferro e também a zona ribeirinha na proximidade da foz do rio Minho.</p>
<p>Caminha é sede de um concelho com 136 Km2 e engloba uma população de 16.085 habitantes, distribuídos por 20 freguesias.</p>
<p>Antiga e rica em património histórico e arquitectónico, é uma atraente vila do Alto Minho a norte de Viana do Castelo, e que faz fronteira com Espanha, estando a ela &#8220;ligada&#8221; pelo ferry-boat <strong>Santa Rita de Cássia</strong>, que atravessa o rio Minho. O concelho é limitado a norte pelo rio Minho, a nascente pelos concelhos de <strong>Vila Nova de Cerveira</strong> e Ponte de Lima e a poente pelo Atlântico.</p>
<p>Póvoa marítima, medieval e fronteiriça, a vila que dá nome e é sede do concelho de Caminha remonta à época da Independência, e desenvolveu-se como porto de navegação de cabotagem até que os Descobrimentos originaram a decadência deste seu papel. O concelho entrou então num modo de vida modesto, que só foi alterado no século XX, com a integração na rede viária do país e o desenvolvimento do turismo.</p>
<p>Povoação antiquíssima, nos seus arredores existem ainda alguns vestígios das civilizações proto e pré-históricas. Se bem que a bacia do Minho apresente alguns exemplares do período megalítico, a cultura dominante e que mais vestígios deixou nesta zona foi, sem dúvida, a castreja. As casas, quase todas do tipo redondo, denunciam marcas da cultura pré-céltica.</p>
<p>As freguesias, nomeadamente as que se situam nas encostas dos montes, patenteiam ainda um vasto património de <strong>antas</strong> e <strong>antelas</strong>. Do período da romanização ficaram pontes, caminhos e outros monumentos. Na Idade Média, e na luta contra a pirataria moura, germinou em Caminha um núcleo de construção naval e navegação de cabotagem, abrindo as portas de um modo de vida dependente do mar. Do porto de Caminha partiram barcos para diversas partes da Europa. Em 1284, D.Dinis concede-lhe foral, e, em 1392, D. João I fê-la porto franco. No reinado de D. Afonso V, a vila beneficiou de prerrogativas que lhe vieram dar um decisivo impulso para o desenvolvimento comercial. É ainda este rei quem, para a repovoar, a torna &#8220;couto de homiziados&#8221;, para aqui enviando reclusos e criminosos. Esta medida é reforçada por D.Manuel I e, mais tarde por D.João III.</p>
<p>Em 1512, D. Manuel confirma o foral velho, e procede à reconstrução do <strong>Forte da Ínsua</strong>. Durante a guerra da Restauração (1640), a vila tornou-se numa pequena praça de guerra. E na fase final das guerras entre liberais e absolutistas, Caminha, como boa parte das praças fortes do Norte, esteve em poder dos miguelistas.</p>
<h3>Monumentos</h3>
<p>Do seu exclusivo património edificado, entre outros, é de referir, a zona histórica com a <strong>Torre do Relógio</strong> (antiga porta de Viana), e demais área amuralhada. Igrejas Matriz, da Misericórdia, de Sto. António e de Sta. Clara. Capelas da Sra. da Agonia e de S. João do Nicho, de Sto. António dos Esquecidos. Chafariz do Terreiro, <strong>Casa das Pitas</strong>, e Casa das Leiras, casas dos Duques de Viseu e dos Duques de Caminha, os Paços do Concelho.</p>
<h4>Zona histórica com Torre do Relógio</h4>
<p>Monumento medieval da antiga cerca defensiva da vila (as antigas Portas de Viana), não sabemos mais o que admirar: se a beleza das ruas estreitas em lajedo, se a singularidade das moradias a revelarem fachadas artísticas, varandas, com elementos arquitecturais interessantíssimos.</p>
<p>Torre ameada da antiga cerca medieval. É atravessada por uma das entradas para o primitivo burgo, por um arco de volta quebrada.</p>
<h4>Conjunto Fortificado de Caminha</h4>
<p>O conjunto é constituído por cortinas de muralhas e baluartes do século XVII, destacando-se: baluarte da matriz; baluarte de Santo António; muralha da Graça; e Torre do Relógio. A torre, de planta quadrangular, conserva um pequeno eirado no qual assenta o suporte do sino, e nela se rasga a porta que outrora defendia a vila; sobre o arco está gravada a data de 1673 e figura uma pequena imagem de N. Sra. da Conceição. Caminha situa-se na entrada do rio Minho e tem ruas com características medievais.</p>
<h4>Igreja Matriz</h4>
<p>Renascentista plateresca com abside ogival de silhagem semelhante à da Sé de Braga. Tem três naves e uma única torre (belo exemplar da arte românica tardia, semelhante a muitas que se vêem pela Estremadura e Castela-à-Velha), obra do mestre bis- cainho e castelhano Tomé de Tolosa (1488), continuada por Pero Galego.</p>
<p>São notáveis: a porta principal, com arquivolta de meio ponto, enquadrada num alfiz, com desenhos platerescos; o portal do lado sul (por onde aliás se fazia a serventia do pessoal da vila), enquadrado por pilastras, sobrepostas por uma banda, entre molduras, com quatro edículas nas quais se vêem a imagem de S. Marcos e S. Lucas, ladeados por S. Pedro e S. Paulo. No interior, para além dos azulejos dos séculos XVII e XVIII, salienta-se o magnífico tecto de mudéjar de &#8220;par e nó&#8221; de madeira de bordo, obra do entalhador Francisco Munoz, de Tuy. Entretanto, e já no exterior, não poderemos deixar de admirar a platibanda onde o canteiro não quis deixar de, voltadas para a Galiza, apresentar duas curiosas gárgulas (goteiras).</p>
<h4>Chafariz do Terreiro</h4>
<p>Construído no ano de 1517 é obra do exímio canteiro João Lopes Filho</p>
<h4>Casa das Pitas</h4>
<p>Dos meados do séc. XVII (estilo manuelino tardio), velho solar com ameias e merlões chanfrados que coroam a fachada lateral, com portas e janelas de secção quadrangular.</p>
<h4>Forte de Ínsua</h4>
<p>No Séc. XII, na Ínsua de Caminha havia uma intensa actividade fluvial, marítima e comercial que se impunha defender da pirataria. D. Afonso III, ordenou a construção de uma muralha/forte que cercasse esta póvoa marítima, que foi reforçada ao longo dos séculos.</p>
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