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	<title>Viagens Travel: o site das viagens e do lazer</title>
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		<title>Avô vila pitoresca hino à beleza</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 11:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra do Açor]]></category>
		<category><![CDATA[Avô]]></category>
		<category><![CDATA[Egas Moniz]]></category>
		<category><![CDATA[Nossa Senhora da Assunção]]></category>
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		<description><![CDATA[Vindo de norte ou de sul, tomando a A1, saindo em Coimbra, entrando na EN17 em direcção a Vila Nova do Ceira e Arganil e finalmente seguindo pela estrada N342, chega-se a Avô &#8211; vila de invulgar beleza, onde a história e a lenda se confundem aumentando o seu especial encanto. Esta vila pitoresca surge-nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vindo de norte ou de sul, tomando a A1, saindo em Coimbra, entrando na EN17 em direcção a <strong>Vila Nova do Ceira</strong> e <a href="http://viagenstravel.com/percursos/serra-acor/arganil-sede-de-um-percurso-de-luxo-pelo-acor/">Arganil</a> e finalmente seguindo pela estrada N342, chega-se a <strong>Avô</strong> &#8211; vila de invulgar beleza, onde a história e a lenda se confundem aumentando o seu especial encanto.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img style="display: inline; width: 500px; height: 356px;" title="Avô e o rio Alva" src="http://mediablog.viagenstravel.com/avo.png" alt="Avô e o rio Alva" width="500" height="356" /></p>
<p>Esta vila pitoresca surge-nos como um hino à beleza, ajudada pela confluência do rio Alva com a <strong>ribeira de Pomares</strong>, onde as altas margens escarpadas são decoradas pelo arvoredo e por arbustos silvestres. Paragem obrigatória de pintores, Avô constitui por si só uma tela imponente onde se cruzam o granito, por vezes maquilhado de branco, os socalcos das vinhas e o manto verde da alfombra florestal. Avô é uma localidade pitoresca de vale do rio Alva.</p>
<p><img style="margin: 0px 0px 0px 10px; display: inline; float: right; width: 300px; height: 395px;" title="Aspecto dos azulejos do coreto de Avô" src="http://mediablog.viagenstravel.com/azulejo_coreto_avo.png" alt="Aspecto dos azulejos do coreto de Avô" width="300" height="395" />O topónimo da vila é explicado pela lenda popular. Diz-se que estando o velho <a rel="nofollow" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Egas_Moniz" target="_blank">Egas Moniz</a> com o seu neto predilecto, Pedro Afonso, avisaram-no de nova arremetida dos Mouros. Pedro Afonso terá pedido ao avô para, dada a sua avançada idade, não se arriscar e para permitir que fosse ele a chefiar os soldados. Egas Moniz, porém, teimou em acompanhar o neto e prometeu-lhe alguma terra que conquistassem, para aí poder erguer um castelo. Este seria o seu presente de casamento, pois Pedro Afonso ia desposar D. Urraca, filha de D. Afonso Henriques.</p>
<p>Enfrentaram os Mouros e tomaram terras de grande belezas nas margens do Alva. Egas Moniz cumpriu o prometido &#8211; encontrando sítio ideal, mandou construir um castelo que servia de residência a Pedro Afonso e D. Urraca. Porém, pouco tempo depois, voltaram os Mouros e de novo, avô e neto, saíram a enfrentá-los. Regressaram vencedores, mas Egas Moniz tinha ficado muito ferido. Salvo pela sua robustez física, apesar de muita idade, propôs a Pedro Afonso que, em honra do velho guerreiro, aquela terra se chamasse para sempre terra do Avô.</p>
<p>Historicamente, Avô foi couto de D. Afonso Henriques e por ele doada a sua filha bastarda D. Urraca. Mais tarde passou para a mitra de Coimbra, cujos bispos juntaram aos seus títulos o de alcaide-mor de Avô. A austeridade e altivez do granito presente no castelo, nas pontes e nas igrejas, confere à vila sobriedade e encanto, bem patente no solar seiscentista que foi de Brás Garcia de Mascarenhas, autor do poema épico Viriato Trágico. Homem destemido, nestas terras da Beira organizou a célebre campanha de cavalaria denominada &#8220;Os Leões&#8221;, pelas façanhas praticadas pelos seus cavaleiros na Guerra da Independência. Sabendo que rebentara em Lisboa a revolução do 1º de Dezembro de 1640, apresentou-se ao serviço de <a rel="nofollow" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D._João_IV" target="_blank">D. João IV</a> e partiu da vila de Avô, indo ocupar a praça de <strong>Pinhel</strong>, onde travou temerárias escaramuças com os castelhanos, que culminaram com a aclamação do novo rei de Portugal.</p>
<h3>Monumentos</h3>
<p>A fundação da <strong>Igreja Matriz</strong> atribui-se ao primeiro rei de Portugal, mas a lenda também conta que teria sido construído para o casamento da infanta com Pedro Afonso. O templo sofreu grandes modificações no século XVIII, apresentando grandes contrastes entre as cantarias graníticas e as brancas paredes. Contém preciosas obras de talha, nomeadamente o retábulo do altar-mor (Renascença). Em <strong>Avô</strong> existiu também um mosteiro templário de que resta a capela gótica e ruínas das celas dos monges-cavaleiros.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img style="display: inline; width: 600px; height: 348px;" src="http://mediablog.viagenstravel.com/avo_igreja.png" alt="Igreja matriz de Avô" width="600" height="348" /></p>
<p>O castelo foi peça de relevo na defesa do território durante a reconquista medieval. Situa-se no alto do monte onde se desenvolve a povoação, na margem do rio Alva.<br />
Actualmente, subsistem alguns panos da muralha. O recinto tem cerca de 1800 m². A primeira fortaleza medieval foi mandada edificar por D. Afonso Henriques, depois mesmo do pai, conde D. Henrique, ter doado Avô ao Bispo de Coimbra. D. Sancho I concede-lhe foral em 1187, confirmando essa doação.</p>
<p>Nas lutas entre D. Sancho II e D. Afonso III, o castelo é destruído, vindo a ser recuperado por D. Dinis, reinado de que datam os actuais vestígios. A partir de 1856, acelera-se a destruição do castelo, tendo muitas cantarias sido usadas na ponte da Ribeira de Moura e em obras particulares. A tipologia é gótica militar. O recinto de forma irregular. Hoje ainda encontramos as suas ruínas.<br />
De salientar que da capela de S. Pedro, mais um dos monumentos que aqui podemos visitar, desfruta-se de uma vista magnífica sobre a vila. No ponto em que o rio e a ribeira de Pomares se encontram, forma-se uma ilha, a do Picoto, local muito agradável que conta com uma simpática esplanada.<br />
Outros vestígios arquitecturais são a capela de S. Miguel, um aproveitamento de um edifício medieval, a capela de Nossa Senhora dos Anjos e também o pelourinho, que possui fuste entrançado com anel em ferro, encimado por capital anelar com remate alongado e decorado.<br />
Em redor do rio concentra-se a maior beleza, tornando-se a praia fluvial uma boa alternativa às praias do Litoral.</p>
<h3>Gastronomia</h3>
<p>Os pratos mais tradicionais são o peixe do rio e a entremeada.</p>
<p>Temos ainda (<em>num valioso contributo da Cristina da Costa</em>) a <strong>chanfana acompanhada de batata cozida</strong>, arroz doce, teziilada, carolos, biscoitos grossos e esquecidos, e a bola de sardinha/bacalhau.</p>
<h3>Artesanato</h3>
<p>Avô tem poucas tradições de artesanato, embora a latoaria tenha algum destaque.</p>
<h3>Festividades</h3>
<p>A vila tem a sua festa nos dias 14 e 15 de Agosto, este último, dia da sua padroeira <strong>Nossa Senhora da Assunção</strong>.</p>
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		<title>Serra do Açor itinerários e acomodação</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 10:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra do Açor]]></category>
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		<description><![CDATA[Propomos-lhe um percurso em terras serranas e beirãs, mais propriamente nas imediações da Serra de Açor, desde a pequena vila de Lourosa, passando por Avô, Coja, Góis entre outros, até à aldeia histórica de Piódão. Um percurso por terras isoladas com uma especificidade única, locais calmos de paz e sossego, onde não existem pressas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Propomos-lhe um percurso em terras serranas e beirãs, mais propriamente nas imediações da <strong>Serra de Açor</strong>, desde a pequena vila de <a href="http://viagenstravel.com/percursos/serra-acor/lourosa-antiga-vila-historica/">Lourosa</a>, passando por <a href="http://viagenstravel.com/percursos/serra-acor/avo-vila-pitorisca-hino-a-beleza/">Avô</a>, <a href="http://viagenstravel.com/percursos/serra-acor/coja-vila-princesa-cantada-por-poetas/">Coja</a>, <a href="http://viagenstravel.com/percursos/serra-acor/gois-entre-serras-no-vale-do-ceira/">Góis</a> entre outros, até à aldeia histórica de <a href="http://viagenstravel.com/percursos/serra-acor/piodao-aldeia-mais-tipica-de-portugal/">Piódão</a>. Um percurso por terras isoladas com uma especificidade única, locais calmos de paz e sossego, onde não existem pressas e onde o turismo se começa agora a desenvolver.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img style="display: inline; width: 500px; height: 345px;" src="http://mediablog.viagenstravel.com/estrada_piodao.png" alt="Estrada até Piódão" width="500" height="345" /></p>
<p><span id="more-95"></span></p>
<p>Os locais seleccionados são locais à partida estranhos à maioria dos turistas, onde a sua riqueza permanece desconhecida &#8230; mas não por muito tempo.</p>
<p>Este percurso foi pensado para ser percorrido em vários dias, com calma e prazer de descobrir as diferentes riquezas encontradas nos diferentes locais por onde o nosso itinerário passa.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center">
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