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	<title>Viagens Travel: o site das viagens e do lazer</title>
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		<title>Bragança no alto de Trás-os-Montes</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 11:03:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bragança é a capital do Distrito com o mesmo nome, na região Norte do País e subregião do Alto Douro e Trás-os-Montes, sendo das cidades portuguesas mais setentrionais. O município de Bragança é dos que têm maior área &#8211; 1 173.6 km quadrados, dividido em 49 freguesias. Os achados arqueológicos efectuados permitem concluir que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Bragança</strong> é a capital do Distrito com o mesmo nome, na região Norte do País e subregião do Alto Douro e Trás-os-Montes, sendo das cidades portuguesas mais setentrionais. O município de Bragança é dos que têm maior área &#8211; 1 173.6 km quadrados, dividido em 49 freguesias.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1040" title="braganca-se" src="http://mediablog.viagenstravel.com/braganca-se.jpg" alt="" width="450" height="314" /></p>
<p>Os achados arqueológicos efectuados permitem concluir que a ocupação humana no distrito de Bragança remonta ao Paleolítico final. A área do actual concelho de Bragança era já uma povoação importante durante a ocupação romana. Durante algum tempo teve a designação de <strong>Juliobriga</strong> dada a <a href="http://viagenstravel.com/portugal/tras-os-montes/braganca-a-brigantia-capital-do-nordeste/">Brigantia</a><strong> </strong>pelo imperador Augusto em homenagem a seu tio Júlio César.</p>
<p>Destruída durante as guerras entre cristãos e mouros, encontrava-se em território pertencente ao mosteiro beneditino de <strong>Castro de Avelãs</strong> quando a adquiriu, por troca, em 1130, D. Fernando Mendes, cunhado de D. Afonso Henriques.</p>
<p>Reconstruída no lugar de Benquerença, D. Sancho I concedeu-lhe foral em 1187 e libertou-a em 1199 do cerco que lhe impusera Afonso IX de Leão, pondo-lhe então definitivamente o nome de Bragança.</p>
<p>O regente D. Pedro, em 1442, elevou <a href="http://viagenstravel.com/portugal/tras-os-montes/braganca-a-brigantia-capital-do-nordeste/">Bragança</a> a cabeça de ducado concedido a seu irmão ilegítimo D. Afonso, 8º conde de Barcelos e que fora genro de D. Nuno Álvares Pereira. Em 1445, Bragança recebeu a concessão de uma feira franca e em 1446 D. Afonso V elevou-a à categoria de cidade.</p>
<p>Em Bragança destaca-se a freguesia de <strong>Santa Maria</strong>. Trata-se de uma das duas freguesias que integram o perímetro urbano brigantino, sendo esta precisamente a que constitui a metade oriental do burgo. Embora abrangendo uma área superior à da vizinha <strong>Sé</strong>, Santa Maria é bastante menos populosa. Abrange a colina da <strong>cidadela</strong> e <a href="http://viagenstravel.com/lugares/patrimonio-monumental-de-braganca/#Castelo"><strong>Castelo</strong></a>, e notabiliza-se pelo seu riquíssimo e extenso rol e valores patrimoniais edificados.</p>
<p>Santa Maria guarda do passado, recheado de acontecimentos históricos, as suas belezas patrimoniais, como é o caso da <a href="http://viagenstravel.com/lugares/patrimonio-monumental-de-braganca/#Domus"><strong>Domus Municipalis</strong></a>, precioso exemplar da arquitectura civil portuguesa do século XIII ou do <a href="http://viagenstravel.com/lugares/patrimonio-monumental-de-braganca/#Pelourinho"><strong>Pelourinho</strong></a>, que, nas palavras do historiador <strong>José Hermano Saraiva</strong>, não poderia figurar melhor a origem de Bragança: a vida do município medieval a enraizar no terreno profundo da pré-história.</p>
<p>Veja de seguida o valioso <a href="http://viagenstravel.com/lugares/patrimonio-monumental-de-braganca/">património monumental de Bragança</a>.</p>
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		<title>Bragança: a Brigantia capital do Nordeste</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 01:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trás-os-Montes]]></category>
		<category><![CDATA[Brigantia]]></category>
		<category><![CDATA[Cozido à Transmontana]]></category>
		<category><![CDATA[Domus]]></category>
		<category><![CDATA[Pelourinho de Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[serra da Sanábria]]></category>
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		<description><![CDATA[A cidade de Bragança está implantada numa vasta área planáltica no limite nordeste de Trás-os-Montes. Enquadrada a norte pelas serras de Montesinho e da Sanábria, a sul e a oeste pela serra de Nogueira, Bragança espalha-se no planalto à considerável altitude de 700 metros, abrindo-se a nascente à Meseta Ibérica, já em terras de Castela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Bragança está implantada numa vasta área planáltica no limite nordeste de Trás-os-Montes. Enquadrada a norte pelas serras de <strong>Montesinho</strong> e da <strong>Sanábria</strong>, a sul e a oeste pela <strong>serra de Nogueira</strong>, Bragança espalha-se no planalto à considerável altitude de 700 metros, abrindo-se a nascente à <strong>Meseta Ibérica</strong>, já em terras de Castela e Leão.</p>
<p>Bragança está limitada a norte pela raia seca e a sul pelo concelho de Macedo de Cavaleiros,  a oeste na confrontação com o concelho de Vinhais, a divisão faz-se naturalmente pelo <strong>rio Baceiro</strong> e alguns dos seus afluentes. A nascente o rio Maçãs delimita com Espanha e com o concelho de Vimioso.</p>
<p>Região montanhosa mas de grandes contrastes e com grande diversidade climática e paisagística: as montanhas elevadas e o clima rigoroso, tanto no Verão, como no Inverno, na chamada <strong>Terra Fria Transmontana</strong>; clima ameno, quase mediterrânico, com paisagens de vinhedos, oliveiras e amendoeiras, na <strong>Terra Quente</strong>; zona planáltica, com clima agreste, junto ao Douro Internacional. Bragança confere unidade a todos estes contrastes naturais através da cultura, história e identidade comuns.</p>
<h3>Património monumental</h3>
<h4>Castelo de Bragança</h4>
<p>O castelo é um dos mais representativos monumentos da arquitectura militar medieval . A Torre de Menagem tem cerca de 33 metros e é uma construção de estilo gótico, onde se destacam as ameias, as janelas em ogiva e as seteiras. A <strong>Torre da Princesa</strong>, ergue-se junto de um cubelo, no lado norte da muralha, tendo sido construída com uma função defensiva. A lenda conta que nesta torre viveu prisioneira uma jovem moura amada por um cristão.</p>
<h4>Antigos Paços Municipais</h4>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1037" title="braganca-domus" src="http://mediablog.viagenstravel.com/braganca-domus.jpg" alt="" width="400" height="220" />Trata-se de um edifício único em Portugal, de arquitectura civil românica. Este imóvel, cujo piso térreo é uma cisterna, é marcado pela sucessão de aberturas e pela diversidade de motivos decorativos da cachorrada.</p>
<p>É um monumento singular e ainda hoje enigmático, da arquitectura românica civil. A sua edificação data muito provavelmente do primeiro terço de quatrocentos podendo ter coincidido com a do castelo. A monumental fábrica, que foi, com certeza, erguida para esta edificação, teria deixado na penumbra a construção da &#8220;sala de água&#8221;.</p>
<p>A <strong>Domus</strong> é constituída por dois corpos (espaços) distintos. As denominações primitivas -&#8221;cisterna&#8221;, &#8220;sala de água&#8221;  indicam que os objectivos, que presidiram à edificação, teriam sido, primordialmente, de ordem utilitária. Incorpora uma cisterna de boa fábrica para armazenar águas pluviais e nascentes. O extra-dorso da abóbada de berço, que cobre a cisterna, forma o pavimento lajeado do salão. É este espaço arquitectónico superior, constituído pelo salão fenestrado, que empresta originalidade à edificação brigantina.</p>
<p>Se não podemos concluir que esta &#8220;parte aérea&#8221; tenha sido edificada para servir especificamente como Paços do Concelho (Casa da Câmara), também não podemos afastar a hipótese de o &#8220;salão&#8221; ter sido utilizado, logo que acabado, para nele se realizarem reuniões dos &#8220;homens bons&#8221;. Sabemos que nos primeiros anos de quinhentos se dá a municipalização (edilização) efectiva da Domus.</p>
<p>O <strong>Pelourinho de Bragança</strong> tem fuste cilíndrico colocado num berrão, encimado por um capitel com elementos românicos de onde pendem as argolas de suspensão.</p>
<h3>Gastronomia</h3>
<p>Na gastronomia destaque-se o<strong> Cozido à Transmontana</strong>.Confeccionado com frango ou galinha, chouriça de carne e de sangue, salpicão, costelas (entrecosto), orelheira, beiça, ossos da suã (espinhaço), couve lombarda e portuguesa, batatas, nabos, cenouras,  rabas (facultativo),arroz,cebola,alho,azeite,sal, pimenta. A raba é uma raiz que se usa nalgumas zonas de Trás-os-Montes. Tem a forma duma cenoura, podendo ser muito mais grossa.</p>
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