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	<title>Viagens Travel: o site das viagens e do lazer</title>
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		<title>Arganil sede de um percurso de luxo pelo Açor</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 12:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra do Açor]]></category>
		<category><![CDATA[Arganil]]></category>
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		<category><![CDATA[Museu Regional de Arganil]]></category>
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		<category><![CDATA[ribeira de Folques]]></category>

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		<description><![CDATA[O concelho de Arganil situa-se na Beira Serra. Inserida numa região predominantemente montanhosa, a Vila de Arganil encontra-se no vale beneficiando assim da envolvente serrania. Fica numa planície a 179 km de altitude, na margem esquerda da ribeira de Folques, a três km do rio Alva e a cinco km a noroeste da serra da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O concelho de Arganil situa-se na <strong>Beira Serra</strong>. Inserida numa região predominantemente montanhosa, a Vila de Arganil encontra-se no vale beneficiando assim da envolvente serrania. Fica numa planície a 179 km de altitude, na margem esquerda da <strong>ribeira de Folques</strong>, a três km do rio Alva e a cinco km a noroeste da serra da Aveleira. Segundo a tradição, Arganil foi em tempos uma cidade romana denominada <strong>Argos</strong>. A povoação foi doada pela rainha <a rel="nofollow" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D._Teresa" target="_blank">D. Teresa</a> ao bispado de Coimbra que lhe outorgou foral em 1114, passando a ser seu titular o conde de Arganil.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img style="display: inline; width: 500px; height: 354px;" title="Piódão (perto de Arganil) no Inverno" src="http://mediablog.viagenstravel.com/piodao_neve.png" alt="Piódão (perto de Arganil) no Inverno" width="500" height="354" /></p>
<h3>Monumentos</h3>
<p>Os monumentos mais importantes a visitar em <strong>Arganil </strong>são a sua Igreja Matriz, a Igreja da Misericórdia e a Capela de S. Pedro.<br />
A <strong>Igreja Matriz</strong> é dedicada a <strong>S. Gens</strong> e foi edificada no século XIV. O seu aspecto hoje visível, deriva de obras realizadas no século XVIII. A frontaria apresenta cunhais e cantarias de granito. O portal, rectangular é encimado por um nicho entre o frontão interrompido e o óculo. A cobrir a nave existe um tecto apainelado com pinturas. Na capela-mor está colocado um retábulo do século XVIII, com quatro colunas torcidas e uma imagem de madeira representando S. Gens.</p>
<p>A <strong>Igreja da Misericórdia</strong> é um templo do século XVII. A sua frontaria apresenta cunhais em pilastra. Do interior destacam-se o retábulo do altar-mor, de madeira, setecentista e algumas esculturas da mesma época.</p>
<p>A <strong>Capela de S. Pedro</strong> situa-se a cerca de 1 km da vila e data do final do século XIII. O interior é de três naves, dividida por duas arcadas de vãos e com cobertura de madeira. Guarda uma escultura de madeira do século XV representando o orago.<br />
A poucos quilómetros da vila, no caminho para Secarias situa-se a <strong>estação arqueológica da Lomba do Canho</strong>, onde se encontram testemunhos de uma ocupação neolítica e romana nesta região. 0 espólio ali encontrado está exposto no <strong>Museu Regional de Arganil</strong>.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img style="display: inline; width: 500px; height: 313px;" title="Rio Alva ao largo de Arganil" src="http://mediablog.viagenstravel.com/rio_alva.png" alt="Rio Alva ao largo de Arganil" width="500" height="313" /></p>
<h3>Gastronomia</h3>
<p>A gastronomia de Arganil é rica por excelência, como toda a área beirã. Das carnes destaca-se o <strong>cabrito da serra</strong>, a <strong>chanfana</strong> e o <strong>leitão</strong>, mas o ex-líbris vai para os <strong>enchidos</strong>, com um sabor único.<br />
Os pratos de peixe desta área são maioritariamente do rio, como é óbvio, devido à distância desta vila ao mar. Os pratos são à base de enguias, sável, truta e tainha.<br />
Não podíamos deixar de referir o <strong>queijo da Penela</strong> que podemos encontrar em Arganil.</p>
<h3><img style="margin: 0px 0px 0px 10px; display: inline; float: right; width: 350px; height: 234px;" title="Gastronomia de Arganil" src="http://mediablog.viagenstravel.com/piodao_ementa.png" alt="Gastronomia de Arganil" width="350" height="234" />Artesanato</h3>
<p>Não há uma variedade de artigos artesanais aqui em Arganil, apenas é de salientar o fabrico de palitos e colheres de pau. Alguns artesãos preservam ainda a mestria de transformar um bocado de madeira num útil utensílio.</p>
<h3>Festividades</h3>
<p>As festividades mais importantes de Arganil são a <strong>Romaria da Nossa Senhora do Monte Alto</strong> que se realiza a 15 de Agosto e a Feira do Paço a 6, 7 e 8 de Setembro.</p>
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		<title>Seia é a porta natural da Serra da Estrela</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 13:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra da Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[Bolo de Manteiga]]></category>
		<category><![CDATA[Caldo Verde de Bagudos]]></category>
		<category><![CDATA[Capela de S. Pedro]]></category>
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		<category><![CDATA[Seia]]></category>
		<category><![CDATA[Solar dos Albuquerques]]></category>
		<category><![CDATA[Solar dos Botelhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas vertentes ocidentais da serra da Estrela, em um lugar alto, está situada a villa de Seia , cuja origem foi de Túrdulos. Padre António Carvalho da Costa (1708) Seia, devido à sua localização, distante das principais cidades do centro do país, torna-a a &#8220;porta&#8221; natural e principal da Serra da Estrela, hoje em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Nas vertentes ocidentais da serra da Estrela, em um lugar alto, está situada a villa de Seia , cuja origem foi de Túrdulos.</p></blockquote>
<p style="text-align: right;">Padre António Carvalho da Costa (1708)</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-757" title="Serra da Estrela: Lagoa Comprida" src="http://mediablog.viagenstravel.com/lagoa-comprida-placas-gelo.png" alt="Serra da Estrela: Lagoa Comprida" width="600" height="304" /></p>
<p>Seia, devido à sua localização, distante das principais cidades do centro do país, torna-a a &#8220;porta&#8221; natural e principal da Serra da Estrela, hoje em que o Turismo se assume como uma actividade em crescimento e procura contínua.<br />
Os seus acessos estão já descritos em acessibilidades, quer venha do Norte ou Centro de Portugal.</p>
<h3>Itinerário</h3>
<p>Chegados a Seia nas primeiras horas do dia, terá umas horas para disfrutar do primeiro impacto visual com a Região da <strong>Serra da Estrela</strong>. Para um melhor aproveitamento de toda a gastronomia, poderá começar, antes do início da sua visita, por tomar o pequeno-almoço com o tradicional <strong>Bolo de Manteiga</strong>, é ele um pão de massa com manteiga, açúcar e canela, cortado em quadrados contudo sem os separar.</p>
<p>Neste período de tempo estará nas mãos do visitante as prioridades na sua visita, quer seja natural, histórica ou cultural. Abaixo ficam as rubricas a ter em conta aquando da sua visita e explicações necessárias para uma melhor compreensão à cerca do modo de vida destas populações e recursos a merecerem delonga.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-761" title="Caldo Verde" src="http://mediablog.viagenstravel.com/caldo-verde.png" alt="Caldo Verde" width="600" height="282" /></p>
<p>Chegada a hora do almoço, fica a proposta da ida ao <strong>Restaurante Camelo</strong>, onde anteriormente terão reservado mesa. Se possui veículo próprio o estacionamento aqui não o fará perder tempo para se deliciar com a gastronomia da Beira.<br />
Chegados à mesa, são-lhes propostos os regionais <strong>enchidos</strong> e o <strong>Caldo Verde de Bagudos</strong>. Quanto aos pratos principais, tem ao seu dispor peixe, carne ou ambos, conforme o pretendido, onde ficam as sugestões de um bacalhau com broa à Camelo ou os famosos filetes de polvo com arroz de feijão e ainda uma perna de porco à moda desta casa e grão de bico à moda de Arrifana. De sobremesa poderá tender entre o requeijão e o arroz doce com leite creme.<br />
Após visita e almoço divinal na cidade &#8220;porteira&#8221; da Serra da Estrela, partimos para o <strong>Sabugueiro</strong>.</p>
<h3>História</h3>
<p>É de dificuldade extrema definir a origem de Seia e ainda mais difícil o torna a ausência de referências documentais que, em regra geral assistem o nascimento das povoações. Para tal, é necessário que nos socorramos, das lendas e dos rumores e que aprendamos com as incertezas a que as tradições nos conduzem, de forma a que as origens de Seia possam ser desvendadas. A maior parte dos historiadores assume como turdulense a origem mais provável e como data de nascimento as primeiras Invasões Ibéricas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-751" title="Seia: vista nocturna dos Paços do Concelho" src="http://mediablog.viagenstravel.com/seia-noite.png" alt="Seia: vista nocturna dos Paços do Concelho" width="600" height="292" /></p>
<p>Pela posição distante frente às principais cidades do Centro do País, Guarda, Viseu e Coimbra, a sua situação de &#8220;porta&#8221; natural da Serra da Estrela, numa altura em que o Turismo assume o papel de interesse prioritário e valor nacional; com encostas e vales férteis, com uma Indústria de Lanifícios em franco desenvolvimento e orientada para o mercado europeu; lhe auguram felizes caminhos no futuro. Foi assim em 1986, que a Assembleia da República votou e sem qualquer contestação de algum membro, foi elevada a cidade.</p>
<h3>Actividade Económica</h3>
<p>A Pastorícia e o fabrico do queijo remontam à proto-história, povo de pastores e guerreiros dos <strong>Montes Hermínios</strong>. Das romarias e festas aproveita-se a economia para vender as suas guloseimas, enchidos e um artesanato caprichado.</p>
<p>Tal como dito anteriormente, graças à sua localização, Seia passou a plano nacional do turismo português, isto deveu-se às suas estalagens, residências e restaurantes. É sem dúvida, uma das fontes de riqueza desta região.</p>
<h3>Recursos Arquitectónicos/ Históricos e Culturais</h3>
<p>Falando da origem da cidade de Seia, vem sempre à conversa que os pilares da Matriz estão assentes na antiga cidadela, ocupando o antigo Castelo Medieval. A merecer igual visita as imagens desta mesma Igreja. Quanto às casas, são duas as que merecem citação, a <strong>Casa das Obras</strong> ou também <strong>Solar dos Albuquerques</strong>, e o <strong>Solar dos Botelhos</strong>, evidenciam as opulências do passado.</p>
<p>Na primeira, casa apalaçada do século XVIII, funciona hoje a Câmara Municipal, que já havia sido descoberta pelos militares: Wellington escolheu-a para instalar o seu quartel general durante as invasões francesas. Quanto ao Solar dos Botelhos, se bem que nunca poderá se rivalizar com a fachada da Casa das Obras, tem encantos mil nas suas janelas com lavores manuelinos.</p>
<p>Em frente ao Solar dos Botelhos, situa-se a <strong>Capela de S. Pedro</strong>, esta é uma Capela românica, século XIII, com reconstrução quinhentista demonstrada no corpo da nave no fecho da abóbada pelo florão com a Cruz de Cristo, símbolo de D. Manuel I, e ainda os restos dos azulejos mudéjares e frescos. Esta capela é hoje monumento nacional e está aberto ao culto.</p>
<p>Ainda no mesmo local é possível visitar a Igreja da Misericórdia do século XVIII.</p>
<p>No centro da cidade, localiza-se o <strong>Museu do Brinquedo</strong>. O brinquedo é não só uma fonte de alegria como também um elemento valioso para o desenvolvimento da criança. Este museu reúne uma colectânea de brinquedos portugueses e mundiais, é a memória dos jogos e brinquedos de ontem e de hoje lembrando e expondo o património cultural e industrial. Está aberto a visitas guiadas e escolares.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-755" title="seia-museu-pao" src="http://mediablog.viagenstravel.com/seia-museu-pao.png" alt="seia-museu-pao" width="600" height="400" /></p>
<p>O <strong>Museu do Pão</strong> é um complexo privado onde se exibem e preservam as tradições, arte e história do pão português. Com mais de 3.500 metros quadrados, o Museu do Pão oferece ao visitante um leque de actividades destinadas à cultura, pedagogia e lazer, em quatro salas expositivas e vários outros espaços.</p>
<p>Seia possui ainda um auditório municipal com parque de estacionamento próprio, restaurante, bar e meios audiovisuais.</p>
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