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	<title>Viagens Travel: o site das viagens e do lazer</title>
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		<title>Viana do Castelo é boa de visitar</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 08:00:02 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A qualquer hora Viana do Castelo é boa de visitar, desde manhã cedo com os vianenses cruzando a Praça do Município, antes dita <strong>da Rainha</strong>, para saberem se o mundo mudou desde o dia anterior. Centro recreativo da cidade, a praça vive até altas horas as noites encaloradas, os cafés estendendo-se por esplanadas que o borrifo das fontes torna mais sedutoras no Verão.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_1915" class="wp-caption aligncenter" style="width: 646px"><img class="size-full wp-image-1915 " title="viana-santa-luzia" src="http://mediablog.viagenstravel.com/viana-santa-luzia.jpg" alt="Santa Luzia em Viana do Castelo" width="636" height="331" /><p class="wp-caption-text">Basílica de Santa Luzia em Viana</p></div>
<p>E quando as bicas e os finos se vão, há ainda quem fique, esperando talvez no nevoeiro que certas noites sobe do <strong>rio Lima</strong>, encontrar o príncipe ou princesa dos seus sonhos.</p>
<p>A noite é mágica em Viana do Castelo. A não perder, para apreciar a História ou viver as romarias que Verão afora enchem o Minho. São contos de luz e emigração, fé e &#8220;franceses de obrigação&#8221;, num rodopio que começa em muitas alvoradas, foguetório estralejando no dormir de muita gente, noites de vinho verde e minhoto, por isso bom, anunciando ressaca feliz no próximo vir do Sol.</p>
<p>Repositório artístico cobrindo do <strong>Manuelino</strong> à <strong>Art Deco</strong>, Viana do Castelo desdobra em cada esquina um novo edifício a descobrir, catálogo que pode desatinar o mais arrumado apreciador destas coisas. E janelas, senhores, que profusão de estilos e soluções.</p>
<p>A subida a <strong>Santa Luzia</strong> ao fim da tarde é uma aventura a que o <strong>funicular</strong> sempre convida. E lá do alto do promontório, enquanto a luz desce no mar, tudo banhando de um rosa mágico, descobre-se por onde a vista alcança, porque D. Afonso III no século XIII, ao referir-se a Viana (então e até 1848, de <strong>Foz do Lima</strong>) disse: é uma das vilas do meu reino que muito amo (&#8230;).</p>
<p>Ficar em Viana é fácil, fora do período de Agosto, em que as festas da <strong>Senhora da Agonia</strong> fazem da cidade o mesmo que o S. João faz ao Porto: atravancam tudo. E a dois passos da cidade praias de areias doces, como a <strong>praia do Cabedelo</strong>, aguardam os mais amantes de sol, do mar e dos desportos aquáticos.</p>
<p>Toda a região de Viana está virada ao mar, em anfiteatro, exposta aos ventos que do Atlântico arrastam grandes massas de vapor de água, as quais vêm condensar nos montes vizinhos.<br />
Não é, pois, à riqueza do seu solo, que deve a luxuriante verdura que tanto a caracteriza, e a variada gama de produtos que apresenta, mas sim à abundância de água que o lavrador explora com afinco, e que permite a prática de culturas irrigadas, às extrumações em que ele não é avaro, e aos incessantes cuidados que ele ministra às suas culturas.</p>
<h3>Património Monumental</h3>
<h4>Igreja Matriz de Viana do Castelo</h4>
<p>É um templo do séc. XV que denota a influência de canteiros galegos. O portal, com múltiplas arquivoltas, apresenta esculturas dos apóstolos e as aduelas profusamente decoradas. É sobrepujado por uma rosácea. A franquear o conjunto, estão duas volumosas torres coroadas por ameias chanfradas. O interior é de três naves com capelas no transepto. Imóvel de Interesse Público.</p>
<h4>Igreja da Misericórdia</h4>
<p>A sua construção foi iniciada em 1520 e prolongou-se até finais do século. O projecto deve-se a João Lopes, o Moço. É uma das obras de arquitectura civil mais interessantes desta época. A fachada, voltada para a Praça, é formada por duas varandas alpendradas com colunas profusamente esculpidas, que assentam numa arcaria de arcos de volta redonda com colunas jónicas. A encimar a fachada tem um frontão triangular. No lado poente, salienta-se o portal de granito, com diversas esculturas.</p>
<h4>Casa de João Velho ou dos Arcos</h4>
<p>Edifício do séc. XV que pertenceu ao navegador João Velho. Tem ao cimo do piso térreo um alpendre em arcaria que faria parte de um conjunto de arcadas que envolvia a <strong>Praça Velha</strong>.<br />
Dos três arcos, dois são ogivais e um de recorte românico. Na fachada principal, apresenta três elementos antropomórficos esculpidos. Interiormente foi objecto de sucessivas alterações, sendo as que efectuaram em 1914, para ali se instalar o Instituto Histórico do Minho, as que mais o descaracterizaram.</p>
<h4>Chafariz da Praça da República</h4>
<p>Chafariz em granito, de dupla taça, com quatro carrancas de onde jorra a água para um tanque. Foi elaborado por João Lopes, o Velho, canteiro vianês, e concluído em 1559. A coluna fusiforme, termina com vários elementos fitomórficos e zoomórficos e é encimada por esfera armilar, de ferro. Monumento Nacional<br />
Forte ou Castelo de Santiago da Barra A construção foi iniciada no reinado de D. Sebastião (1507), e sofreu ampliações e reformas no princípio da dominação filipina. Em 1770 e 1779 foi objecto de novas reparações e reconstruções. É um forte de forma poligonal, abaluartado. Conserva ainda, a norte, um revelim. Imóvel de Interesse Público.</p>
<h4>Igreja de Nossa Senhora do Carmo</h4>
<p>A classificação inclui o claustro, a capela nele existente, o recheio de talha e a imaginária. Pertenceu aos Carmelitas Descalços. Foi construída na primeira metade do séc. XVII (1621 &#8211; 1647). De realçar as talhas dos altares da nave e transepto, o forro em caixotões e a sacristia com os arcazes, azulejos do séc. XVIII e molduras em talha. Imóvel de Interesse Público.</p>
<h4>Palácio dos Viscondes de Carreira ou dos Távoras</h4>
<p>É uma construção do séc. XVI que foir reformada em inícios do séc. XVIII. A fachada, de dois pisos, é corrida. Três dos portais, decorados, denotam influências manuelinas. No andar nobre, alternam janelas de sacada e de peito. Todas têm molduras de pedra lavrada, havendo duas em que a decoração se estende praticamente até à cornija. Ao centro, o brasão dos Abreu Lima veio substituir o dos Távoras, destruído durante a vigência do Marquês de Pombal. A casa é coroada por ameias estilizadas.</p>
<h4>Antigos Paços do Concelho de Viana do Castelo</h4>
<p>A construção foi iniciada no reinado de D. Manuel I e concluído já com D.João III. É um edifício de dois pisos inteiramente construídos em granito, e em que o piso térreo é formado por um alpendre com três arcos ogivais. No andar superior desenvolvem-se três janelas de sacada. O imóvel é coroado por ameias chanfradas. É ainda visível, a encimar as janelas, um escudo régio, uma esfera armilar e um veleiro, símbolo heráldico de Viana do Castelo.</p>
<h4>Citânia de Santa Luzia (Ruínas da cidade velha de Santa Luzia)</h4>
<p>Povoado fortificado da Idade do Ferro / época romana, extensamente escavado, sendo de referir o aparelho de algumas construções e os espaços domésticos organizados em &#8220;bairros&#8221;.Farol de Montedor</p>
<h3>Farol de Montedor</h3>
<p>O Farol de Montedor está localizado na zona norte de Viana do Castelo, mais exactamente na freguesia de Carreço na posição: 41º 44&#8242; 9&#8221; N / 008º 52&#8242; 4&#8221; W. É um marco, e um local de muitas festividades.</p>
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