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	<title>Viagens Travel: o site das viagens e do lazer</title>
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		<title>Estremoz na zona das mármores</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Dec 2010 17:27:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alentejo]]></category>
		<category><![CDATA[Cação de coentrada]]></category>
		<category><![CDATA[ensopado de borrego]]></category>
		<category><![CDATA[Estremoz]]></category>
		<category><![CDATA[sopa de beldroegas]]></category>
		<category><![CDATA[Zona dos Mármores]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade de Estremoz integra o subgrupo de municípios do Alentejo Central e encontra-se inserida numa região designada por Zona dos Mármores. Este concelho engloba 13 freguesias, das quais duas são urbanas e as onze restantes são rurais. Estremoz desfruta de uma localização geográfica única, visto que se encontra posicionado no cruzamento das ligações rodoviárias, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de <strong>Estremoz</strong> integra o subgrupo de municípios do <strong>Alentejo Central</strong> e encontra-se inserida numa região designada por <strong>Zona dos Mármores</strong>. Este concelho engloba 13 freguesias, das  quais duas são urbanas e as onze restantes são rurais. Estremoz desfruta de uma localização geográfica única, visto que se encontra  posicionado no cruzamento das ligações rodoviárias, designadamente <strong>Lisboa-Madrid</strong> e <strong>Faro-Guarda.</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1334" title="estremoz" src="http://mediablog.viagenstravel.com/estremoz.jpg" alt="" width="450" height="182" /><br />
</strong></p>
<p>No que  toca ao clima, Estremoz caracteriza-se por possuir temperaturas  médias mensais de 10ºC no Inverno, mais de 20ºC no Verão, chegando a  serem superiores a 35ºC.</p>
<p><strong>Estremoz</strong> destaca-se, no âmbito do turismo, por um conjunto de produtos que têm  atraído cada vez mais visitantes: a gastronomia regional; um património  cultural único no qual representa um valor acrescentado a região e um  factor de grande atractividade; um conjunto de unidades hoteleiras  consideradas de boa qualidade e acessíveis em termos monetários.</p>
<h3>Gastronomia de Estremoz</h3>
<p>A gastronomia de Estremoz é muito rica e variada, como atesta a seguinte lista:</p>
<ul>
<li><strong>Entradas</strong> : Azeitonas, cabeça de xara, paio, queijo de ovelha, omelete com espargos bravos, presunto, paio.</li>
<li><strong>Sopas:</strong> Sopa de cação, sopa de hortelã, sopa da panela, sopa  de cebola, sopa de tomate, sopa de espargo bravos, <strong>sopa de beldroegas</strong>,  açorda, gaspacho, sopa de batata.</li>
<li><strong>Pratos de Peixe:</strong> Cação de coentrada, poejada de bacalhau.</li>
<li><strong>Pratos de Carne:</strong> Ensopado de borrego, borrego assado no  forno, cozido de grão à Alentejana, pezinhos de coentrada, feijão branco  com cabeça ou orelha de porco, burras assadas, cabeças de borrego  assadas, língua estufada, migas com carne de porco à Alentejana,  cachola, entrecosto assado, torresmos, tubaros, favas com mouro, vitela  de tomatada.</li>
<li><strong>Pratos de Caça:</strong> Lebre estufada com nabos, canja de pombo bravo, feijoada de lebre, guisado de javali.</li>
<li><strong>Doçaria</strong>: Sopa dourada, pão de rala, encharcada, barrigas de  Freira, toucinho da Madre Abadessa, queijadas, gadanhas, bolos de  costa ou de alguidar, bolema, bolo finto, manjar celeste, bolo de  requeijão, tabefe (com açúcar ou mel), azevias, nógados, bolo de mel .</li>
</ul>
<div>
<h3>Artesanato de Estremoz</h3>
<p>Quanto ao artesanato também não nos faltam motivos para visitar esta localidade alentejana. Os seguintes itens dão testemunho da riqueza desta região em artesanato.</p>
<ul>
<li>Buinho e palhinha;</li>
<li>Cantaria artística;</li>
<li>Cerâmica;</li>
<li>Chocolharia;</li>
<li>Cortiça e madeira;</li>
<li>Estanho e Tapeçaria;</li>
<li>Ferro;</li>
<li>Latoaria;</li>
<li>Mosaico Hidráulico;</li>
<li>Peles e Couros;</li>
<li>Pintura Alentejana;</li>
<li>Vidro</li>
</ul>
</div>
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		<item>
		<title>Covilhã princesa da Serra da Estrela</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 11:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra da Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[antiga Fábrica Real]]></category>
		<category><![CDATA[Covilhã]]></category>
		<category><![CDATA[ensopado de borrego]]></category>
		<category><![CDATA[Hermínia]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de Santiago]]></category>
		<category><![CDATA[Paul]]></category>
		<category><![CDATA[Penhas da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[queijo da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Torre]]></category>
		<category><![CDATA[Unhais da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[velha Judiaria]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste planalto, a meio da encosta da Serra da Estrela existia uma povoação ou castro Romano (sila Hermínia), que deu origem à Covilhã. Sempre habitada, foi palco de muitas lutas e por várias vezes arrasada e saqueada. As primeiras muralhas foram mandadas construir por D. Sancho I, que lhe concedeu o primeiro foral de repovoamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-746" title="Escadas à noite da Covilhã" src="http://mediablog.viagenstravel.com/covilha-escadas-noite.png" alt="Escadas à noite da Covilhã" width="300" height="362" />Neste planalto, a meio da encosta da Serra da Estrela existia uma povoação ou castro Romano (sila Hermínia), que deu origem à Covilhã. Sempre habitada, foi palco de muitas lutas e por várias vezes arrasada e saqueada.<br />
As primeiras muralhas foram mandadas construir por D. Sancho I, que lhe concedeu o primeiro foral de repovoamento em 1186, mais tarde confirmado por D. Afonso II (1217) e D. Dinis (1303), que procedeu ao alargamento das muralhas. Recebeu também foral de D. Manuel em 1510. Um decreto régio de 1870 elevou-a à categoria de cidade.</p>
<p>A abundância de gado lanígero fez dela um centro de fabrico de lanifícios. A existência de 2 ribeiras (Carpiteira e Degoldra) que atravessam a cidade, proporcionava a energia motriz para a instalação de fábricas.<br />
Com uma riqueza e prosperidade adquiridas ao longo dos Séculos e assentes na indústria de lanifícios, a Covilhã actual apresenta-se como uma cidade moderna, onde a cada volta do caminho se pode admirar vestígios industriais.<br />
Muito íngreme e sinuosa nas suas ruas da vila velha, vão-se descobrindo vestígios de construções primitivas, panos de muralha e portais góticos do tempo em que a cidade se fechava entre muros.</p>
<p>Também aqui se sentiram os efeitos devastadores do terramoto de 1755 que destruiu grande parte das muralhas, sendo a sua pedra utilizada pelo Marquês de Pombal para construir a Real fábrica de panos, uma fábrica modelo destinada à formação profissional, que hoje alberga a Universidade da Covilhã.</p>
<h3>Artesanato</h3>
<ul>
<li>Rendas de cinco agulhas</li>
<li>Peneiras</li>
<li>Balanças Romanas de ferro</li>
<li>Vestuário de algodão</li>
<li>Mobiliário de madeira</li>
<li>Bóias e iscas para a pesca</li>
<li>Ferros forjados</li>
<li>Artigos de Cobre</li>
<li>Latoaria</li>
</ul>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-747" title="Covilhã: a neve já quase derretera" src="http://mediablog.viagenstravel.com/covilha.png" alt="Covilhã: a neve já quase derretera" width="600" height="317" /></p>
<h3>Gastronomia</h3>
<ul>
<li>Migas de ovos</li>
<li>Migas de tomate</li>
<li>Míscaros com ovos</li>
<li>Sopa de abóbora</li>
<li>Sopa de salsa</li>
<li>Sopa de favas</li>
<li>Cabrito assado na brasa</li>
<li>Dobrada à moda da Covilhã</li>
<li>Panela no forno da Covilhã</li>
<li>Açorda de bacalhau</li>
<li>Bacalhau à lagareiro</li>
<li>Trutas à maneira de Manteigas</li>
<li>Trutas de Escabeche</li>
<li>Gargantas-de-freira</li>
<li>Talassas</li>
<li>Biscoitos de azeite</li>
<li>Filhós</li>
<li>Carolos</li>
<li>Pudim de leite</li>
<li>Biscoitos de gema</li>
<li>Brulhões</li>
<li>Esquecidos</li>
<li>Bolo de azeite</li>
</ul>
<h3>Festividades</h3>
<ul>
<li>Feira Franca (22 a 24 Junho)</li>
<li>Feira de Santiago (1 de Agosto)</li>
<li>Covifeira (feira de actividades económicas da Covilhã, por altura da feira de Santiago)</li>
<li>Concurso do cão da Serra da Estrela</li>
<li>Festa da Senhora da Dores (1º Domingo de Julho)</li>
<li>Festa do Sagrado Coração de Maria (4º Domingo de Agosto)</li>
</ul>
<h3>Monumentos</h3>
<h4>Capela das Almas</h4>
<p>Capela barroca e rococó. Planta longitudinal composta por dois rectângulos justapostos com sacristia de planta rectangular adossada à cabeceira. Portal em arco abatido rematado por friso rectilíneo. Óculo quadrilobado enquadrado por ornatos curvilíneos, volutados e concheados. Frontão curvilíneo interrompido com volutas. Nave única coberta com abóbada de berço em madeira policromada. Coro-alto em madeira. Talha dourada e policromada do estilo joanino.</p>
<h4>Capela de São Sebastião</h4>
<p>Arquitectura religiosa setecentista. Capela de nave única, coro alto assente em colunas e altar-mor em talha dourada.</p>
<h4>Capela do Espírito Santo</h4>
<p>Arquitectura religiosa, quinhentista e novecentista, popular, vernácula. Capela de planta longitudinal, composta por nave e capela-mor mais estreita. Fachadas rematadas em cornija, com cunhais de pedra. Tecto de madeira em masseira na nave e em falsa abóbada de berço de madeira, na capela-mor.</p>
<h4>Troço de calçada romana, junto à estação dos Caminhos de Ferro da Covilhã</h4>
<p>Estrada romana ou medieval. Pavimentação: blocos de granito alinhados lateralmente e de configuração irregular na faixa de rodagem; formada por duas ou três camadas: &#8220;stratum&#8221;, &#8220;ruderatis&#8221; e &#8220;summa crusta&#8221;.</p>
<h4>Fornalhas e poços cilíndricos da antiga tinturaria da Real Fábrica de Panos da Covilhã</h4>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-745" title="Aspecto da fábrica de panos da Covilhã" src="http://mediablog.viagenstravel.com/covilha-fabrica-panos.png" alt="Aspecto da fábrica de panos da Covilhã" width="600" height="333" /></p>
<p>Arquitectura civil industrial. Fábrica pombalina. Instalações tintureiras. Edifício de planta rectangular com pátio quadrangular central; dois pisos; embasamento proeminente; vãos de lintel recto; empena recta com cornija; porta principal encimada pelas armas reais. As fornalhas e poços cilíndricos ou dornas são referentes à sala do pequeno tinte, sala do grande tinte ou tinturaria dos panos de lã e à tinturaria das lãs em meada. Dornas dispostas em sequências paralelas e ladeadas por canalizações em granito. Tanque de planta quadrada para reservatório e distribuição de água. Chaminés embutidas na caixa murária e vestígios de chaminé adossada. Bocas de fornalha alimentadas a partir de galeria com planta em T.</p>
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