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	<title>Viagens Travel: o site das viagens e do lazer</title>
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		<title>Barcelos, a maior feira do Minho</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 19:26:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pequena cidade, cabeça de um concelho eminentemente agrícola e profundamente dividido por uma infindável quantidade de pequenas freguesias (88), Barcelos é o mais importante centro de artesanato de Portugal, mercê da influente feira de Barcelos e da grande qualidade oficinal da sua população. Barcelos é cortado em dois pelo rio Cávado, de solos marcadamente graníticos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pequena cidade, cabeça de um concelho eminentemente agrícola e profundamente dividido por uma infindável quantidade de pequenas freguesias (88), <strong>Barcelos</strong> é o mais importante centro de <strong>artesanato</strong> de Portugal, mercê da influente <strong>feira de Barcelos</strong> e da grande qualidade oficinal da sua população.</p>
<div id="attachment_2169" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-2169" title="barcelos-festas-cruzes" src="http://mediablog.viagenstravel.com/barcelos-festas-cruzes.jpg" alt="Festas das Cruzes" width="265" height="168" /><p class="wp-caption-text">As Festas das Cruzes em Barcelos</p></div>
<p>Barcelos é cortado em dois pelo <strong>rio Cávado</strong>, de solos marcadamente graníticos, mas também com grandes reservas de barros e caulinos, conta ainda com filões de estanho (Milhazes) e quartzo (Igreja Nova).</p>
<p>Região medianamente acidentada, Barcelos tem vales abertos e diversos alvéolos de erosão que abrem largas clareiras de terras úberes.</p>
<p>Estas são intensamente agricultadas de milho, vinha, feijão e pomares e circundadas de relevos cobertos de pinhais.</p>
<p>Os pontos mais elevados do concelho encontram-se no Alto de S. Gonçalo (492 m), na serra de Airó (413 m) e na serra da Franqueira.</p>
<p>De economia predominantemente agrícola e artesanal, reforçada ao longo dos séculos pela extracção e transformação do barro, Barcelos sofreu a introdução da indústria têxtil — seda artificial e algodão.</p>
<p>Região onde a presença humana desce ao Paleolítico (jazidas quaternárias em Rio Covo, Manhente, etc.) e com importantes povoações na Idade do Ferro (Franqueira, Santa Maria de Galegos, etc.), Barcelos, conhecida dos Romanos, que utilizavam as suas águas termais de Santa Eulália de Águas Santas, viu a sua influência reforçada com a velha ponte gótica, do século XIV.</p>
<h3>Festas das Cruzes, a grande atracção de Barcelos</h3>
<p>Nos dias 2 e 3 de Maio realizam-se em Barcelos as conhecidas <strong>Festas das Cruzes</strong>, cuja principal atracção é a <strong>Feira Grande</strong>. De um colorido impressionante, a festa é um arraial iluminado por incontáveis luminárias, em que muitas lavradeiras da região exibem, nesses dias únicos, o velho traje guardado no fundo da arca.</p>
<p>São aos milhões as pétalas de flores do tapete que leva à oitocentista Igreja das Cruzes, onde se guarda a imagem do Senhor da Cruz.</p>
<p>Esta festa remonta a 1504, data em que, segundo a tradição, as primeiras cruzes apareceram desenhadas no chão. Como curiosidade, deve assinalar-se que foi precisamente a partir desta data que começaram a ganhar grande expressão as feiras de Barcelos.</p>
<h3>Vestuário tradicional de Barcelos</h3>
<p>No vestuário tradicional, e para além dos chapéus de palha e das já referidas croças (estas em vertical extinção), o traje de Barcelos tem na veste feminina mais um excelente motivo de glória: saia e avental de serguilha com barra preta; colete bordado a branco; no peito, um lenço castanho e outro azul; como único adorno de ouro, uma estrela semelhando a cruz de Malta.</p>
<p>Dos ranchos folclóricos, note-se o de Barcelinhos, que conta no repertório com danças recolhidas no concelho: Lima de Goios, lima de negreiro, ciranda, sapatinho e vareira.</p>
<h3>Gastronomia de Barcelos</h3>
<p>Merece ainda citação a doçaria regional, na qual sobressaem as laranjas doces (recheadas com chila) e as queijadinhas (mistura de doce de ovos com amêndoa). O vinho é de uma qualidade bastante boa, sobretudo o branco.</p>
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		<title>Cerdeirinhas em Vieira do Minho</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 12:40:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cerdeirinhas pertence a Vieira do Minho, terra de muitas faces, aconchegada à Cabreira, tem um ímpar património natural, paisagístico e monumental, onde a harmonia da solidez granítica das suas aldeias serranas, os verdes vales alcandorados e os deslumbrantes lagos, lhe emprestam uma beleza feita de silêncios. As Albufeiras existentes proporcionam algumas das mais belas paisagens. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cerdeirinhas pertence a <strong>Vieira do Minho</strong>, terra de muitas faces, aconchegada à <strong>Cabreira</strong>, tem um ímpar património natural, paisagístico e monumental, onde a harmonia da solidez granítica das suas aldeias serranas, os verdes vales alcandorados e os deslumbrantes lagos, lhe emprestam uma beleza feita de silêncios.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img style="display: inline; width: 500px; height: 375px;" title="Albufeira da Caniçada" src="http://mediablog.viagenstravel.com/canicada.png" alt="Albufeira da Caniçada" width="500" height="375" /></p>
<p><span id="more-60"></span></p>
<p>As Albufeiras existentes proporcionam algumas das mais belas paisagens. Descer as estradas que do alto das <strong>Cerdeirinhas</strong> nos levam até ao abraço com o rio Cávado, aprisionado na <strong>Albufeira da Caniçada</strong>, é uma experiência inolvidável.</p>
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		<title>Póvoa de Lanhoso</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 09:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[castelo de Lanhoso]]></category>
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		<description><![CDATA[A ocupação milenar do território de uma forma contínua deixou vestígios de tipologia diversa, de que se salientam as antas, os castros, as vias e &#8220;villas&#8221; romanas, os castelos roqueiros e o românico, as torres e pontes medievais, as igrejas românicas e barrocas, os santuários rupestre e marianos, os pelourinhos, os cruzeiros, as alminhas, as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ocupação milenar do território de uma forma contínua deixou vestígios de tipologia diversa, de que se salientam as antas, os castros, as vias e &#8220;villas&#8221; romanas, os castelos roqueiros e o românico, as torres e pontes medievais, as igrejas românicas e barrocas, os santuários rupestre e marianos, os pelourinhos, os cruzeiros, as alminhas, as casas solarengas e brasonadas, os sequeiros e espigueiros, os lagares de azeite de vara, os engenhos de linho, as serrações hidráulicas e as casas rurais tradicionais.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img style="display: inline; width: 600px; height: 318px;" src="http://mediablog.viagenstravel.com/castelo_lanhoso.png.jpg" alt="Castelo de Lanhoso" width="600" height="318" /></p>
<p>O <strong>castelo de Lanhoso</strong> é a principal referência histórica e um dos ex-libris do concelho. Este castelo teve uma grande importância na fundação da nacionalidade, tendo sido um baluarte da Reconquista Cristã. Nele se refugiou <a rel="nofollow" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D._Teresa" target="_blank">D. Teresa</a>, mãe de <a rel="nofollow" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D._Afonso_Henriques" target="_blank">D. Afonso Henriques</a>, dos exércitos de sua irmã <a rel="nofollow" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D._Urraca" target="_blank">D. Urraca</a> que acaba por o cercar mas, perante a impossibilidade de o tomar de assalto, chega a um entendimento, assinando o <strong>Tratado de Lanhoso</strong>. Este terá sido o acontecimento mais importante deste castelo e sem dúvida de grande importância para a fundação de Portugal.</p>
<p>Findo este período, o <a rel="nofollow" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Lanhoso" target="_blank">Castelo de Lanhoso</a> volta a ser notícia nas últimas décadas do Século XII, com um episódio de infidelidade conjugal por parte de <strong>D. Inês Sanches</strong>, esposa de <strong>D. Rodrigo Gonçalves Pereira</strong>. O marido, convencido da infidelidade da mulher, manda incendiar o castelo, queimando a esposa e o seu cúmplice, assim como todos os que haviam sido coniventes com a situação.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img style="display: inline; width: 499px; height: 287px;" title="Ponte sobre o Rio Cavado na Póvoa de Lanhoso" src="http://mediablog.viagenstravel.com/ponte_cavado_lanhoso.png.jpg" alt="Ponte sobre o Rio Cavado na Póvoa de Lanhoso" width="499" height="287" /></p>
<p>Em 1292 é instituído o concelho das Terras de Lanhoso, por <a rel="nofollow" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D._Dinis" target="_blank">D. Dinis</a> que lhe atribuie em 1514, o concelho de Lanhoso recebe nova carta de foral, de <a rel="nofollow" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D._Manuel_I" target="_blank">D. Manuel I</a> , reformando o foral anterior.</p>
<p>Um outro grande símbolo da <strong>Póvoa de Lanhoso</strong> diz respeito à Revolta de 1846. Trata-se de um acontecimento histórico, de cariz popular, que se iniciou neste concelho e que se alastrou por todo o país, num movimento de contestação ao governo dos Cabrais.</p>
<p>Situada em pleno coração do Minho e encaixada entre os verdes vales do Ave e do <strong>Cávado</strong>, Póvoa de Lanhoso integra toda a riqueza e diversidade da maravilhosa paisagem minhota. Visitar Póvoa Lanhoso é viajar no tempo e partir à descoberta de Portugal. Os seus monumentos testemunham os encontros e desencontros da história, da secular arte do ouro, do artesanato popular, sem esquecer a sua rica gastronomia, o vinho verde, a etnografia e a hospitalidade das suas gentes.</p>
<h3>Património Monumental</h3>
<p><strong>Castelo de Póvoa de Lanhoso</strong>: Castelo de arquitectura militar do período pré-românico (séc. XI), restaurado nos sécs. XIII/XIV, sendo a sua torre de menagem do período gótico.</p>
<p><strong><img style="margin: 0px 10px 0px 0px; display: inline; float: left; width: 324px; height: 247px;" title="Santuário de Nossa Senhora do Pilar" src="http://mediablog.viagenstravel.com/nossa_senhora_pilar.png" alt="Santuário de Nossa Senhora do Pilar" width="324" height="247" />Santuário de Nossa Senhora do Pilar</strong>: Situado junto ao Castelo de Lanhoso, este Santuário, possui cinco capelas de via-sacra com grupos de escultura de madeira policromada, estilo bracarense, representando alguns dramas de gólgota.</p>
<p><strong>Igreja da Fontarcada</strong>: Igreja datada da Segunda metade do séc. XIII, correspondente ao românico tardio do Minho. Edifício de uma só nave, com cobertura de madeira, três portais e uma capela-mor abobadada. No exterior tem um pórtico de três arquivoltas apoiadas em seis colunelos com capitéis esculpidos e ábacos salientes, sobrepujados por uma rosácea.</p>
<p><strong>Igreja de Moure</strong>: Edificada nos finais do séc. XVII. As paredes da capela-mor são forradas a azulejo da época.</p>
<p><strong>Igreja de Verim</strong>: pertence ao período do românico de transição (séc. XII/XIII), com torre sineira do séc. XVIII. Nela encontram-se alguns vestígios do antigo mosteiro beneditino, como é o caso da cruz e da pia baptismal. O tímpano e os cachorros do beiral do telhado são tipicamente românicos.</p>
<p><strong>Igreja de Lanhoso</strong>: Igreja de granito, com estrutura de base românica mas que ao longo do tempo sofreu alterações.</p>
<p><strong>Igreja de São João Baptista</strong>: Deste templo destaca-se o retábulo da capela-mor em talha do primeiro quartel do séc. XVIII.</p>
<p><strong><img style="margin: 0px 0px 0px 10px; display: inline; float: right; width: 350px; height: 278px;" title="Nossa Senhora de Porto d'Ave" src="http://mediablog.viagenstravel.com/porto_d_ave.png" alt="Nossa Senhora de Porto d'Ave" width="350" height="278" />Santuário de Nossa Senhora de Porto d&#8217;Ave</strong>: Edifício do séc. XVIII, foi elevado à categoria de Santuário Real em 1873, e constitui, juntamente com as suas oito capelas e o escadatório, um conjunto de linhas sóbrias, mas elegantes, sendo um lugar de grande afluência de devotos.</p>
<p><strong>Ermida de São Mamede</strong>: É uma capela que foi construída na concavidade de um penedo enormíssimo.</p>
<p><strong>Ponte de Men Gutierres</strong>: Ponte do Românico final, sobre o rio Ave, com uma só via e arco ligeiramente quebrado.</p>
<p><strong>Ponte de Proselo</strong>: Ponte do Período medieval, no rio Cávado, com uma só via e vários arcos.</p>
<p><strong>Castro do Pilar</strong>: Testemunha a presença de civilizações célticas ou mesmo pré-célticas que se instalaram no Monte do Pilar.</p>
<p><strong>Citânia de Lanhoso</strong>: Povoado fortificado do ferro/ época Luso Romana.</p>
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		<title>Esposende e o rio Cávado</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 07:00:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O concelho de Esposende situa-se no Norte de Portugal, mais precisamente no Minho e pertence ao distrito de Braga. Deste distrito, com 13 concelhos, é o único com território litoral. Limitam-no a Norte o concelho de Viana do Castelo, a Sul o da Póvoa de Varzim e a Nascente o de Barcelos. O Oceano Atlântico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O concelho de Esposende situa-se no Norte de Portugal, mais precisamente no Minho e pertence ao distrito de Braga. Deste distrito, com 13 concelhos, é o único com território litoral. Limitam-no a Norte o concelho de Viana do Castelo, a Sul o da Póvoa de Varzim e a Nascente o de Barcelos.</p>
<div id="attachment_1910" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-1910" title="forte-esposende" src="http://mediablog.viagenstravel.com/forte-esposende.jpg" alt="Forte de Esposende" width="265" height="155" /><p class="wp-caption-text">Forte de Esposende</p></div>
<p>O Oceano Atlântico banha-o a Poente numa extensão aproximada de 14 Km. O seu território estende-se por uma área de 95,18 Km2, representando 3,41% da área total do Distrito de Braga. É atravessado pelos rios Cávado, mais a Sul, e pelo Neiva a Norte.</p>
<h3>Rio Cávado</h3>
<p>O Rio Cávado nasce em Portugal na <strong>serra do Larouco</strong> perto da fronteira com Espanha, efectuando o seu percurso inteiramente em território português.<br />
Percorre-o até à foz em Esposende, onde forma um pequeno porto. A bacia hidrográfica do Cávado integra as Serras do Gerês, Larouco, Barroso, Cabreira e Amarela, correndo o rio ao longo dos limites do Parque Nacional da Peneda Gerês. As suas margens são pitorescas e férteis e as águas ricas em peixe. Na foz, de pouco fundo, em Esposende, existem uns grandes rochedos denominados de <strong>Cavalos de Fão</strong>.</p>
<p>O seu grande caudal resulta da forte pluviosidade que se regista ao longo do curso do rio, o seu declive acentuado e bem como o dos seus principais afluentes, levaram à construção de um complexo de aproveitamentos hidroeléctricos nas suas bacias. Os seus principais afluentes são, na margem direita, o rio Homem e na margem esquerda, o rio Rabagão ou Mizarela. No seu percurso o rio é atravessado por várias pontes de grande interesse arquitectónico ou histórico, algumas classificadas como monumentos nacionais.</p>
<p>Se estamos a discorrer bastante sobre o rio Cávado é porque efectivamente a natureza de Fão se confunde imenso com aquilo que o Cávado lhe determina.</p>
<h3>Património</h3>
<p>Esposende possui um rico património que reúne alminhas, igrejas, moinhos de vento, castros, azenhas, casas solarengas, um passado de arte que convida a descobrir. Para além de um conjunto assinalável de monumentos que nos conduzem desde épocas pré-históricas até aos confins da Idade Média.</p>
<p>É a partir do séculos XVI, com forte incidência na era setecentista, que Esposende vê o seu território ocupado por belos e interessantes monumentos representativos do nosso património civil, militar e religioso. São sinal de uma pujança económica cuja base representa a caminhada farta do ouro do Brasil que em grande parte transformou a paisagem concelhia.</p>
<h3>Pelourinho de Esposende</h3>
<p>De entre as muitas obras arquitectónicas que Esposende oferece, tal como outras, também o pelourinho se destaca. Localizado no Largo do Pelourinho, este é classificado como um Imóvel de Interesse Público. É caracterizado por possuir um fuste prismático, anelado, encimado por um capitel que suporta um elemento onde estão representadas a Cruz de Cristo e a esfera armilar que também o rematam.</p>
<h3>Capela de São Lourenço</h3>
<p>A capela de São Lourenço, datada do século XV, está integrada na paisagem do concelho de Esposende, e é considerada um marco da arquitectura religiosa da localidade. A capela fica situada num cume, sendo considerado o melhor miradouro de Esposende, com uma excelente vista para o mar.</p>
<h3>Forte de Esposende</h3>
<p>O forte de Esposende, situado no Lugar do Rio, é um dos aspectos monumentais deste concelho. Este forte é caracterizado pela sua planta rectangular e em cada um dos ângulos apresenta um baluarte e uma guarita. É uma construção datada dos finais do século XVII, inícios do século XVIII, tendo sido mandado construir por D. Pedro II. Este forte integrava-se no plano defensivo da costa portuguesa, com a finalidade de proteger a entrada do Rio Cávado. A comprovar a sua importância é a sua classificação de Imóvel de Interesse Público.</p>
<h3>Património Natural</h3>
<p>Esposende é constituído por praias de mar e de rio (Neiva e Cávado), dunas primárias e secundárias, o cabedelo do Rio Cávado e ainda áreas de mata e zonas agrícolas, a Área de Paisagem Protegida do Litoral de Esposende (APPLE) existe desde 1987.</p>
<h3>Geografia</h3>
<p>Em termos orográficos, apresenta diferenças notórias que podem ser identificadas como:<br />
A <strong>Planície Litoral</strong> que se estende desde Apúlia a S. Paio de Antas, com níveis de altitude pouco variáveis e apresentando cotas muito baixas. Caracteriza-se pelos terrenos férteis, de grande apetência para os produtos hortícolas, abundância de seixos de origem marinha o que nos prova que nesta plataforma se espraiaram as águas do Oceano Atlântico.<br />
A <strong>Arriba</strong>, que limita a Nascente a Plataforma Litoral, estende-se entre S. Paio de Antas e Palmeira de Faro, ou melhor dizendo, entre os Rios Neiva e Cávado. Apresenta uma altitude média de 200 metros. Pelos vestígios geológicos verifica-se que foi talhada pelo mar, no próprio granito, durante o Período Quaternário.<br />
O <strong>Planalto interior</strong>, a Nascente da Arriba, apresenta altitudes que chegam aos 280 metros, e caracteriza-se pela abundância de bosques e matas, uma agricultura mais virada para a pecuária.</p>
<h3>Gastronomia</h3>
<p>O concelho de Esposende é também um local recheado de bons restaurantes onde se pode apreciar os mais saborosos pratos de peixe. O Restaurante Mira Rio é um exemplo de onde se pode saborear um fabuloso linguado ou robalo grelhado e ao mesmo tempo desfrutar de uma vista panorâmica. Este restaurante é também famoso pela confecção de rojões à minhota e cozido à portuguesa. No Restaurante Pinhal da Foz, a especialidade recai sobre pratos de arroz de marisco, arroz de tamboril ou então um bife na pedra ou cabrito assado.</p>
<p><strong>Açorda da Mãe </strong><br />
Ingredientes: posta de bacalhau; tomate; cebola; alhos; azeite; pão de trigo (duro); sal; cominhos; louro.<br />
Numa travessa, deita-se a açorda que deve ficar bastante solta. Enfeita-se com salsa picada.</p>
<h3>Artesanato</h3>
<p>Se há descaracterização cultural, esta é mais notória no abandono das velhas práticas artesanais. Sabe-se que a concorrência de produtos fabricados em série veio desmotivar os artesãos e aqueles produtos que, habilmente saíam das suas mãos, deixaram de ter competitividade.<br />
No concelho de Esposende, o trabalho em granito emoldura a estrada nacional 13 e estes &#8220;ateliers&#8221; vão conquistando, pouco a pouco, o seu mercado.</p>
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		<title>Fão e Ofir com Esposende do outro lado do Cávado</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 06:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após a passagem pela vila da Apúlia, deve-se seguir pela costa em direcção a Ofir e Fão. Este milenar lugar, cheio de tradições e de lendas, tem razões suficientes para que seja considerado, num todo, um dos principais centros históricos do concelho, com um património muito vasto. Albergando pouco mais que 2.500 habitantes, tornou-se numa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após a passagem pela vila da Apúlia, deve-se seguir pela costa em direcção a <strong>Ofir</strong> e <strong>Fão</strong>. Este milenar lugar, cheio de tradições e de lendas, tem razões suficientes para que seja considerado, num todo, um dos principais centros históricos do concelho, com um património muito vasto.</p>
<div id="attachment_1902" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-1902" title="ponte-fao" src="http://mediablog.viagenstravel.com/ponte-fao.jpg" alt="Ponte metálica de Fão" width="265" height="162" /><p class="wp-caption-text">Ponte de Fão</p></div>
<p>Albergando pouco mais que 2.500 habitantes, tornou-se numa área de prestígio entre aqueles que a visitam devido ao seu património monumental e às praias banhadas por uma paisagem dunar protegida em Ofir.</p>
<h3>Monumentos</h3>
<p>A freguesia de Ofir é conhecida pela sua vasta oferta de património monumental. No que respeita a igrejas, é importante fazer referência à <strong>capela da Bonança</strong>, uma pequena ermida sobranceira ao mar, agora rodeada por vasto pinhal e inserida na Área de Paisagem Protegida.</p>
<p>Ao lado encontram-se as ruínas de um Facho, ponto luminoso que servia de orientação aos barcos para a entrada na barra da Foz do Cávado e como defesa dos penedos da costa, denominados de <strong>Cavalos de Fão</strong>. Esta capela está ligada à devoção de marinheiros e pescadores. Daí o título das imagens de <strong>Nossa Senhora da Bonança</strong>, da Boa Viagem e das Boas Novas. A Festa costuma realizar-se em Agosto, por especial devoção de pescadores e emigrantes.</p>
<p>Ainda nesta freguesia existe uma construção de princípios do século XVIII e enquadra-se num estilo próprio dos Santuários de Peregrinação &#8211; o <strong>Templo do Bom Jesus de Fão</strong>. Teve privilégios reais, assumidos pelo Rei D. Luís I, tendo sido colocadas as Armas reais na sua fachada principal. Ao monarca foi-lhe concedido o Título de Irmão Benfeitor e Protector da Irmandade do Bom Jesus de Fão. A Necrópole de Fão, um dos mais importantes cemitérios da Idade Média em toda a Península Ibérica, apresenta-se com cerca de 200 sepulturas cuja cronologia se intervala entre os séculos XI e XIV.</p>
<p>A dada altura podemos avistar a <strong>ponte metálica de Fão</strong>, outro marco importante deste local. Esta ponte sobre o rio Cávado, foi construída no ano de 1888. Como prova da sua importância está o facto desta ser classificada como Imóvel de Interesse Público. Após a saída da Ponte, depois de se inteirar das belezas de Fão antiga, sugerimos seguir em direcção à estância balnear de Ofir. É o convite para uma paragem, não só para olhar o mar, os cavalos de Fão ou a praia, mas também para se integrar fisicamente no frenesim provocado pela actividade dos hotéis, bares, discotecas e casas de artigos regionais. Aqui, como dizia o poeta Eugénio de Andrade <strong>mais do que destas ruas, sou das dunas de Fão</strong>.</p>
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