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		<title>Caldelas e as suas termas</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 22:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem vai de visita ao Gerês, e regressa na direcção do Porto e/ou de Braga por Terras de Bouro, não deve deixar de ir espreitar Caldelas. Termas das mais conhecidas do norte de Portugal, com águas bicarbonatadas, cálcicas, silicatadas, muito radioactivas aconselhadas às enterocolites, reumatismo e doenças de pele. Caldelas já era conhecida dos romanos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem vai de visita ao Gerês, e regressa na direcção do Porto e/ou de Braga por <strong>Terras de Bouro</strong>, não deve deixar de ir espreitar Caldelas. Termas das mais conhecidas do norte de Portugal, com águas bicarbonatadas, cálcicas, silicatadas, muito radioactivas aconselhadas às enterocolites, reumatismo e doenças de pele.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img style="display: inline; width: 600px; height: 365px;" title="Termas de Caldelas" src="http://mediablog.viagenstravel.com/termas_caldelas.png" alt="Termas de Caldelas" width="600" height="365" /></p>
<p><span id="more-92"></span></p>
<p><strong>Caldelas </strong>já era conhecida dos romanos, modernamente, a exploração das suas águas começou nos meados do século XVIII. Situada em local bastante agradável e de temperatura amena, está rodeada de montanhas a que se aconselha uma visita a pé. A leste corre o <strong>Rio Homem</strong> cruzado por uma sólida ponte medieval.</p>
<p><img style="margin: 0px 0px 0px 10px; display: inline; float: right; width: 300px; height: 201px;" title="Balneários das Termas de Caldelas" src="http://mediablog.viagenstravel.com/balnearios_caldelas.png" alt="Balneários das Termas de Caldelas" width="300" height="201" />Antiquíssima estância termal, Caldelas contrasta, pela pacatez rural que a envolve, com o bulício desgastante da vida moderna e dos grandes centros, tornando-se, a par duma hidroterapia de há muito consagrada, recomendação ideal para quem sofre do aparelho digestivo, afecções neurovegetativas e doenças funcionais.</p>
<p>Abrigada num vale viçoso rodeado de montanhas suaves, Caldelas, de clima ameno, oferece ainda a possibilidade de respirar, a plenos pulmões, o ar puro da sua natureza equilibrada, revelando-se um local propício ao repouso do espírito.</p>
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		<title>Vilarinho das Furnas</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 14:54:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vale deste rio, a princípio amplo e todo cultivado, estreita-se e despoja-se da sua roupagem de verdura. As águas vão ganhando um ritmo apressado e inquieto. A uma paisagem familiar e repousante sucede a agitação dum mundo novo e vigoroso, que se ergue cada vez mais nos cimos descarnados. Conforme nos aproximamos de Vilarinho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vale deste rio, a princípio amplo e todo cultivado, estreita-se e despoja-se da sua roupagem de verdura. As águas vão ganhando um ritmo apressado e inquieto. A uma paisagem familiar e repousante sucede a agitação dum mundo novo e vigoroso, que se ergue cada vez mais nos cimos descarnados. Conforme nos aproximamos de Vilarinho, as águas tumultuam e bramem de encontro às fragas, escavadas e poídas pela erosão. Nas encostas, cada vez mais íngremes e pobres, rareiam as culturas e os homens. Um silêncio estranho, que só as águas do rio quebram, domina a natureza. À ribeira alegre, fértil e cheia de vida, sucedeu a montanha, solitária e serena.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img style="display: inline; width: 600px; height: 318px;" title="Vilarinho das Furnas" src="http://mediablog.viagenstravel.com/vilarinho_furnas02.png" alt="Vilarinho das Furnas" width="600" height="318" /></p>
<p>Vilarinho das Furnas &#8211; uma aldeia comunitária, da autoria de Jorge Dias, é publicado em Portugal em 1948 e reeditado em 1981, quando a aldeia já não existia. No prefácio Orlando Ribeiro escreve:</p>
<blockquote><p>Vilarinho da Furna não existe mais; não declinou por abandono dos habitantes, mas porque uma barragem a meteu debaixo de água que submergiu leiras e casas e até o cemitério situado na parte mais alta da aldeia. Nem os mortos escaparam e dos vivos ninguém cuidou; pagas de indemnizações irrisórias, cada um se amanhou como pôde, enriquecendo-se o país de electricidade, atirando para as incertezas da vida os seus vizinhos. E, no entanto, estas aldeias comunitárias viviam numa nobre pobreza, onde os habitantes se sentiam efectivamente senhores do que cultivavam e colhiam e geriam em comum os seus interesses colectivos.</p></blockquote>
<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px; display: inline; float: left; width: 300px; height: 406px;" title="Rio Homem" src="http://mediablog.viagenstravel.com/rio_homem.png" alt="Rio Homem" width="300" height="406" />Perto da confluência do ribeiro das Furnas com o rio Homem, o vale alarga-se novamente, o rio acalma-se em poços fundos e transparentes e, à volta dele, terrenos férteis de aluvião, semeados de milho, batatas e feijões parecem uni oásis na imensidão das serras escalvadas.<br />
Aqui se encontra Vilarinho, escondido entre a verdura dos seus campos e ramadas, acocorado no vale do ribeiro das Furnas, que lhe passa ao pé, em fundo leito granítico.</p>
<p>Esta pequena aldeia de cerca de 250 habitantes possui vastos territórios que se estendem pelas encostas da serra Amarela até à fronteira da Galiza, através de cabeços que ultrapassam 1300 m de altitude, e também na margem esquerda do Homem pequenas faixas de terrenos e pastagens em clareiras da floresta do Estado, nas encostas da serra do Gerês. Dantes, os pastos e arvoredos no Gerês eram muito mais amplos, mas os Serviços Florestais apropriaram-se deles, com grande prejuízo da economia destes povos.</p>
<p>A situação da aldeia e dos terrenos de cultura, expostos ao Sul e protegidos dos ventos do Norte por altas montanhas, torna possível uma policultura de tipo minhoto, em que predominam o milho e as hortas, e não falta o vinho verde de ramada e de enforcado.<br />
Dos vastos territórios da Póvoação, só um pequeno trato de terras de aluvião junto aos rios é cultivável; o resto são pastos, em geral excessivamente pobres e só bons para cabras, situados nos vales e rias encostas graníticas da serra Amarela, muito menos arborizada que a do Gerês.</p>
<p><img style="margin: 0px 0px 0px 10px; display: inline; float: right; width: 300px; height: 361px;" title="Porta para coisa nenhuma em Vilarinho das Furnas" src="http://mediablog.viagenstravel.com/porta_vilarinho_furnas.png" alt="Porta para coisa nenhuma em Vilarinho das Furnas" width="300" height="361" />Todos os outros vales são fundos e ásperos, cobertos de vegetação rasteira que se agarra ao pouco húmus existente, deixando as rochas a nu. As encostas são alcantiladas até aos cimos arredondados ou aos planaltos levemente inclinados que, pela altitude e pobreza do solo, apenas dão magras pastagens.</p>
<p>Nas chás e portelas, há contudo bastante água e terra funda onde crescem fenos e ervas, excelente pasto do gado bovino. Algumas conservam tufos de velhos carvalhos de troncos cobertos de musgo. Nestes pontos, a que muitas vezes os pastores chamam «currais», pernoitam os gados e, durante os grandes calores do estio, abrigam-se à sombra das árvores, à volta das quais não faltam pasto e água.<br />
Muitas nascentes não secam de Verão e dão origem a regatos que se avolumam com outros e vão desaguar nos dois cursos de água principais.</p>
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		<title>Campo do Gerês</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 13:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Zona bem montanhosa, situada nos contrafortes ocidentais da Serra do Gerês e a sul da Serra Amarela, o Campo do Gerês, ou S. João do Campo, como é mais comummente conhecido, é fortemente marcado pelas duas montanhas e pelo curso inicial do rio Homem. Pertenceu à comarca de Viana e depois à de Pico de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Zona bem montanhosa, situada nos contrafortes ocidentais da <a href="http://viagenstravel.com/percursos/geres-parque-nacional-e-reserva-de-vida/">Serra do Gerês</a> e a sul da Serra Amarela, o <strong>Campo do Gerês</strong>, ou <strong>S. João do Campo</strong>, como é mais comummente conhecido, é fortemente marcado pelas duas montanhas e pelo curso inicial do <strong>rio Homem</strong>.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img style="display: inline; width: 498px; height: 300px;" title="Campo do Gerês" src="http://mediablog.viagenstravel.com/campo_geres.png" alt="Campo do Gerês" width="498" height="300" /></p>
<p>Pertenceu à comarca de Viana e depois à de <strong>Pico de Regalados</strong>, anexada ao concelho de Amares, pela supressão do de <strong>Terras de Bouro</strong>, em 14 de Agosto de 1895, voltando a este após a sua restauração, em 13 de Janeiro de 1898.</p>
<p>Dista da sede do concelho 15 km. Formalmente é chamada de <strong>Campo do Gerês</strong> também é conhecida por <strong>Assento</strong> ou S. João de Campo.<br />
Campo foi abadia do padroado e pertenceu aos <a rel="nofollow" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Templários" target="_blank">Templários</a>. Noutros tempos, na véspera e no dia de festa a <strong>S. Bartolomeu</strong> organizava-se uma procissão na qual participava todo o concelho com todas as suas autoridades. Compareciam todas as cruzes das freguesias do concelho, seguindo para a ermida de Vilarinho, regressando, depois, ao Campo.</p>
<h3>Vilarinho das Furnas</h3>
<p>À freguesia de Campo do Gerês pertencia a povoação de <a href="http://viagenstravel.com/percursos/geres/vilarinho-das-furnas/">Vilarinho das Furnas</a>, que já existia no tempo de D. Sancho I e que teve foral em 1218, submersa pela barragem do mesmo nome, onde subsistiram até à sua destruição usanças antigas de regime comunitário &#8211; delas apenas resta a existência do forno comum e das vezeiras ou pastoreio comum. Nos dias em que a barragem está vazia (o que só acontece quando é preciso limpá-la), ainda é possível ver as ruínas das velhas casas de pedra de Vilarinho da Furna, paisagem desoladora e de uma solidão absoluta.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img style="display: inline; width: 600px; height: 312px;" title="Vilarinho das Furnas" src="http://mediablog.viagenstravel.com/vilarinho_furnas.png" alt="Vilarinho das Furnas" width="600" height="312" /></p>
<p>Das raízes comunitárias, cujo expoente existia na maravilhosa Vilarinho das Furnas, destruída pela barragem do mesmo nome, pouco resta: o forno do povo e as vezeiras, costumes seculares sobreviventes.</p>
<p>As águas represadas pela barragem atravessam a serra do Gerês num túnel com milhares de metros de comprimento, indo mover as turbinas situadas em Vilar da Veiga e aumentar depois o caudal da <strong>Barragem da Caniçada</strong>.<br />
Por todo o lugar se encontram restos de construções romanas, alguns padrões da época (a <strong>Leira dos Padrões</strong> ainda hoje guarda o nome), uma ponte com belos corta-mares e, no cabo da veiga, o sítio chamado Casa da Guarda, com vestígios das fortificações que serviram para recolher as sentinelas dos povos de Bouro, que aqui guardavam incessantemente as fronteiras. E as belas paragens da <a href="http://viagenstravel.com/percursos/geres/albergaria-e-a-via-romana/">Geira</a>, a <a href="http://viagenstravel.com/percursos/geres/albergaria-e-a-via-romana/">estrada romana</a>, mais os seus marcos miliários, conjunto emoldurado por íngremes rochedos &#8211; alguns deles, como é o caso do Castelo, cerca da <strong>Portela do Homem</strong>, assumindo aspectos curiosos.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img style="display: inline; width: 600px; height: 353px;" title="Albufeira de Vilarinho das Furnas" src="http://mediablog.viagenstravel.com/albufeira_vilarinho_furnas.png" alt="Albufeira Vilarinho das Furnas" width="600" height="353" /></p>
<p>Na área da freguesia, num cruzamento de estradas, encontra-se sob um rústico alpendre um velho cruzeiro cujo pilar é constituído por um marco miliário epigrafado encimado por um Cristo de pedra em cruz ocre. Este conjunto é albergado por uma estrutura metálica por fora e forrada em madeira, assente em três pilares de pedra. Nesse entroncamento foi construído o <strong>Museu Etnográfico</strong> de Vilarinho das Furnas, enquadrado num espaço verde e amplo que leva à reflexão. Esse museu foi feito pela Câmara de Terras do Bouro nos anos 80 com pedras retiradas da aldeia submersa. Lá dentro podem ver-se instrumentos antigos de lavoura e artesanato e também pode obter alguma informação relativa a Vilarinho das Furnas. Junto ao museu, podem ver-se alguns espigueiros. A igreja foi construída em 1718 e no seu telhado pode encontrar-se um relógio de sol. É de características simples tendo forma quadrada. Ainda possui o ponteiro completo, que vai do centro do círculo de marcação das horas, até à base.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img style="display: inline; width: 600px; height: 354px;" title="Espigueiro carregado de neve em Brufe na serra que é amarela" src="http://mediablog.viagenstravel.com/espigueiro_serra_amarela.png" alt="Espigueiro carregado de neve em Brufe na serra que é amarela" width="600" height="354" /></p>
<p>Na <strong>Serra Amarela</strong> subsistem ainda as casarotas (construções de falsa cúpula) onde os pastores e os rebanhos se abrigavam à noite da chuva).<br />
Dos muitos marcos miliários da Geira romana alguns têm sido reaproveitados, como é o caso dos cruzeiros de Sá (Covide) e S. João do Campo, em cuja peanha assenta a imagem do Crucificado, este possui uma cobertura em chapa de zinco de triple água assente em três colunas de pedra. Indica a distância de 27 milhas de Braga.<br />
Ainda em Campo, fica uma ponte romana bastante robusta e com dois talhamares no sentido Norte-poente, e no centro da Póvoação, a Quinta do Abade, cujo portal de Heráldica Eclesiástica ostenta um chapéu cardinalício. Campo é o actual agregado rural pertencente à parte da Serra do Gerês integrada no Parque Nacional de maior carisma comunitário, depois do desaparecimento da aldeia de <a href="http://viagenstravel.com/percursos/geres/vilarinho-das-furnas/">Vilarinho das Furnas</a>.</p>
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