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	<title>Viagens Travel: o site das viagens e do lazer</title>
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		<title>Sabugal património serra e natureza em RibaCôa</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 01:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra da Estrela]]></category>
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		<description><![CDATA[O Sabugal localiza-se na Província da Beira Alta, sendo um dos catorze concelhos do distrito da Guarda, da qual dista 32 Kms. Ocupa a parte meridional do território de RibaCôa, sendo atravessado de sul para norte pelo rio Côa. O concelho do Sabugal é produto da fusão de mais quatro concelhos, extintos após a reforma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Sabugal localiza-se na Província da Beira Alta, sendo um dos catorze concelhos do distrito da Guarda, da qual dista 32 Kms. Ocupa a parte meridional do território de <strong>RibaCôa</strong>, sendo atravessado de sul para norte pelo rio Côa.</p>
<p>O concelho do Sabugal é produto da fusão de mais quatro concelhos, extintos após a reforma liberal de 1855 e reduzidos a simples freguesias. O concelho é composto por 40 freguesias e 102 povoações, numa área de 820 Km2, tendo cerca de 17.000 habitantes. Confina com os concelhos da Guarda e de Almeida, a norte, com o concelho de Belmonte, a oeste e com os concelhos do Fundão e de Penamacor, a sul.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-719" title="Ponte sobre o Cesarão" src="http://mediablog.viagenstravel.com/sabugal-ponte.png" alt="Ponte sobre o Cesarão" width="600" height="377" />O acesso a esta região é feito essencialmente por três principais vias. Para quem vem do sul, por Penamacor &#8211; a E.N. 233; para quem vem do norte pela Guarda &#8211; a E.N. 233 e para quem vem de leste, de Espanha &#8211; a E.N. 233-3. Internamente, o concelho está servido de uma boa rede de estradas municipais.</p>
<p>A antiga vila do Sabugal situa-se no topo de um outeiro, numa curva do Rio Côa. Povoação sucessivamente ocupada desde os tempos celtas (por romanos e visigodos) foi conquistada aos árabes por D. Afonso X de Leão. Só no reinado de D. Dinis passou a pertencer a Portugal. Este monarca reforçou o castelo já existente e construiu a torre, de onde se avistamos férteis campos em redor.</p>
<p>O núcleo antigo da vila organiza-se em redor do castelo adaptando-se ao relevo do terreno. As ruas principais partem da fortaleza em direcção ás portas da muralha, onde outrora predominaram modestas casas de granito ou xisto, mas onde actualmente surgem já muitas moradias vulgares, produto de desenvolvimento económico e da emigração.</p>
<h3><img class="alignright size-full wp-image-716" title="Castelo do Sabugal" src="http://mediablog.viagenstravel.com/sabugal-castelo.png" alt="Castelo do Sabugal" width="300" height="423" />Castelo do Sabugal</h3>
<p>Magnifico Castelo Medieval que dado formato pentagonal da sua Torre de Menagem, é também conhecido por <strong>Castelo das Cinco Quinas</strong>.Reza a Lenda que foi no largo do Castelo do Sabugal que se deu o conhecido <strong>Milagre das Rosas</strong> que teve como protagonistas a Rainha Santa Isabel e o rei D. Dinis.</p>
<p>A construção da fortificação data dos séculos XII e XIII, tendo sido mandada ampliar por D. Dinis. Das modificações levadas a efeito na época manuelina subsiste um portal que dava acesso à ponte levadiça. Consta que na <strong>Torre do Relógio</strong> teria estado preso o Governador da praça de Alfaiates, poeta e autor de <strong>Viriato Trágico</strong>.</p>
<p>Mantém-se a alcáçova com a torre de menagem de base pentagonal, com cerca de 28 m. de altura, Torre das Cinco Quinas, fortemente protegida por matacães e torneiras, e uma cintura de muralhas a envolver a povoação. De realçar a espessura e a altura das cortinas da alcáçova e a existência da barbacã. A porta que dá acesso à ponte levadiça tem traça manuelina. Neste castelo realizou-se o casamento da filha de D. Afonso IV com Afonso XI de Castela.</p>
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		<title>Caminha e a Foz do rio Minho</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 10:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Situada no Alto Minho, no extremo Norte de Portugal, a 25 quilómetros da cidade de Viana do Castelo (capital do distrito), a freguesia de Caminha-Matriz é a única freguesia da vila de Caminha. A pequena área de Caminha é porém desfrutada ponto a ponto, face às potencialidades de que dispõe. É que, este espaço, todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Situada no Alto Minho, no extremo Norte de Portugal, a 25 quilómetros da cidade de Viana do Castelo (capital do distrito), a freguesia de Caminha-Matriz é a única freguesia da vila de Caminha.</p>
<div id="attachment_1936" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-1936" title="caminha" src="http://mediablog.viagenstravel.com/caminha.jpg" alt="Caminha" width="265" height="152" /><p class="wp-caption-text">Caminha</p></div>
<p>A pequena área de <strong>Caminha </strong>é porém desfrutada ponto a ponto, face às potencialidades de que dispõe. É que, este espaço, todo ele em área sensivelmente plana, isto é, a nível ribeirinho, compreende valores inquestionáveis.</p>
<p>Envolvida por barreiras naturais a estabelecerem os seus limites, estão; no sentido norte/poente o rio Minho, no sentido norte/nascente o rio Coura que, ali em Caminha desagua no rio Minho. Ambos os rios a servirem a freguesia com espectaculares cenários.</p>
<p>Ainda, pelos outros pontos cardiais, a sul e nascente, os limites, são exclusivamente partilhados com a freguesia de Vilarelho. Partilha de valores que encerram aspectos patrimoniais e turísticos relacionados com a zona amuralhada, com a linha dos caminhos de ferro e também a zona ribeirinha na proximidade da foz do rio Minho.</p>
<p>Caminha é sede de um concelho com 136 Km2 e engloba uma população de 16.085 habitantes, distribuídos por 20 freguesias.</p>
<p>Antiga e rica em património histórico e arquitectónico, é uma atraente vila do Alto Minho a norte de Viana do Castelo, e que faz fronteira com Espanha, estando a ela &#8220;ligada&#8221; pelo ferry-boat <strong>Santa Rita de Cássia</strong>, que atravessa o rio Minho. O concelho é limitado a norte pelo rio Minho, a nascente pelos concelhos de <strong>Vila Nova de Cerveira</strong> e Ponte de Lima e a poente pelo Atlântico.</p>
<p>Póvoa marítima, medieval e fronteiriça, a vila que dá nome e é sede do concelho de Caminha remonta à época da Independência, e desenvolveu-se como porto de navegação de cabotagem até que os Descobrimentos originaram a decadência deste seu papel. O concelho entrou então num modo de vida modesto, que só foi alterado no século XX, com a integração na rede viária do país e o desenvolvimento do turismo.</p>
<p>Povoação antiquíssima, nos seus arredores existem ainda alguns vestígios das civilizações proto e pré-históricas. Se bem que a bacia do Minho apresente alguns exemplares do período megalítico, a cultura dominante e que mais vestígios deixou nesta zona foi, sem dúvida, a castreja. As casas, quase todas do tipo redondo, denunciam marcas da cultura pré-céltica.</p>
<p>As freguesias, nomeadamente as que se situam nas encostas dos montes, patenteiam ainda um vasto património de <strong>antas</strong> e <strong>antelas</strong>. Do período da romanização ficaram pontes, caminhos e outros monumentos. Na Idade Média, e na luta contra a pirataria moura, germinou em Caminha um núcleo de construção naval e navegação de cabotagem, abrindo as portas de um modo de vida dependente do mar. Do porto de Caminha partiram barcos para diversas partes da Europa. Em 1284, D.Dinis concede-lhe foral, e, em 1392, D. João I fê-la porto franco. No reinado de D. Afonso V, a vila beneficiou de prerrogativas que lhe vieram dar um decisivo impulso para o desenvolvimento comercial. É ainda este rei quem, para a repovoar, a torna &#8220;couto de homiziados&#8221;, para aqui enviando reclusos e criminosos. Esta medida é reforçada por D.Manuel I e, mais tarde por D.João III.</p>
<p>Em 1512, D. Manuel confirma o foral velho, e procede à reconstrução do <strong>Forte da Ínsua</strong>. Durante a guerra da Restauração (1640), a vila tornou-se numa pequena praça de guerra. E na fase final das guerras entre liberais e absolutistas, Caminha, como boa parte das praças fortes do Norte, esteve em poder dos miguelistas.</p>
<h3>Monumentos</h3>
<p>Do seu exclusivo património edificado, entre outros, é de referir, a zona histórica com a <strong>Torre do Relógio</strong> (antiga porta de Viana), e demais área amuralhada. Igrejas Matriz, da Misericórdia, de Sto. António e de Sta. Clara. Capelas da Sra. da Agonia e de S. João do Nicho, de Sto. António dos Esquecidos. Chafariz do Terreiro, <strong>Casa das Pitas</strong>, e Casa das Leiras, casas dos Duques de Viseu e dos Duques de Caminha, os Paços do Concelho.</p>
<h4>Zona histórica com Torre do Relógio</h4>
<p>Monumento medieval da antiga cerca defensiva da vila (as antigas Portas de Viana), não sabemos mais o que admirar: se a beleza das ruas estreitas em lajedo, se a singularidade das moradias a revelarem fachadas artísticas, varandas, com elementos arquitecturais interessantíssimos.</p>
<p>Torre ameada da antiga cerca medieval. É atravessada por uma das entradas para o primitivo burgo, por um arco de volta quebrada.</p>
<h4>Conjunto Fortificado de Caminha</h4>
<p>O conjunto é constituído por cortinas de muralhas e baluartes do século XVII, destacando-se: baluarte da matriz; baluarte de Santo António; muralha da Graça; e Torre do Relógio. A torre, de planta quadrangular, conserva um pequeno eirado no qual assenta o suporte do sino, e nela se rasga a porta que outrora defendia a vila; sobre o arco está gravada a data de 1673 e figura uma pequena imagem de N. Sra. da Conceição. Caminha situa-se na entrada do rio Minho e tem ruas com características medievais.</p>
<h4>Igreja Matriz</h4>
<p>Renascentista plateresca com abside ogival de silhagem semelhante à da Sé de Braga. Tem três naves e uma única torre (belo exemplar da arte românica tardia, semelhante a muitas que se vêem pela Estremadura e Castela-à-Velha), obra do mestre bis- cainho e castelhano Tomé de Tolosa (1488), continuada por Pero Galego.</p>
<p>São notáveis: a porta principal, com arquivolta de meio ponto, enquadrada num alfiz, com desenhos platerescos; o portal do lado sul (por onde aliás se fazia a serventia do pessoal da vila), enquadrado por pilastras, sobrepostas por uma banda, entre molduras, com quatro edículas nas quais se vêem a imagem de S. Marcos e S. Lucas, ladeados por S. Pedro e S. Paulo. No interior, para além dos azulejos dos séculos XVII e XVIII, salienta-se o magnífico tecto de mudéjar de &#8220;par e nó&#8221; de madeira de bordo, obra do entalhador Francisco Munoz, de Tuy. Entretanto, e já no exterior, não poderemos deixar de admirar a platibanda onde o canteiro não quis deixar de, voltadas para a Galiza, apresentar duas curiosas gárgulas (goteiras).</p>
<h4>Chafariz do Terreiro</h4>
<p>Construído no ano de 1517 é obra do exímio canteiro João Lopes Filho</p>
<h4>Casa das Pitas</h4>
<p>Dos meados do séc. XVII (estilo manuelino tardio), velho solar com ameias e merlões chanfrados que coroam a fachada lateral, com portas e janelas de secção quadrangular.</p>
<h4>Forte de Ínsua</h4>
<p>No Séc. XII, na Ínsua de Caminha havia uma intensa actividade fluvial, marítima e comercial que se impunha defender da pirataria. D. Afonso III, ordenou a construção de uma muralha/forte que cercasse esta póvoa marítima, que foi reforçada ao longo dos séculos.</p>
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