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	<title>Viagens Travel: o site das viagens e do lazer</title>
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		<title>Torre é o ponto mais alto de Portugal continental</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 19:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra da Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[Cântaro Gordo]]></category>
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		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>

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		<description><![CDATA[A Torre situa-se logo após a Lagoa Comprida para quem segue pela N338 e se vai deleitando com paisagens magníficas. Itinerário Neste dia de viagem pelas belezas da Serra, poderão aproveitar duas distintas paisagens, a de Verão ou a de Inverno. Se estiver a ter o prazer de visitar esta região no Inverno irá certamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Torre situa-se logo após a Lagoa Comprida para quem segue pela N338 e se vai deleitando com paisagens magníficas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-777" title="Serra da Estrela: quase a chegar à Torre" src="http://mediablog.viagenstravel.com/serra-estrela-torre-estrada.png" alt="Serra da Estrela: quase a chegar à Torre" width="600" height="276" /></p>
<h3>Itinerário</h3>
<p>Neste dia de viagem pelas belezas da Serra, poderão aproveitar duas distintas paisagens, a de Verão ou a de Inverno. Se estiver a ter o prazer de visitar esta região no Inverno irá certamente divergir deste itinerário se for amante dos desportos de Inverno. Sendo este o seu caso, então sugiro desde já que se dirija aos postos de Informação da Turistrela, onde poderá obter todo o tipo informações de modo a tornar a sua estadia mais agradável.</p>
<p>Se, por outro lado, visita a Região da Serra da Estrela na Primavera,  terá uma boa oportunidade para dar longas caminhadas respirando o ar puro de serra, acompanhado da sensação de usufruir de uma beleza inigualável, ou praticar qualquer outro dos desportos à sua disposição. Depois, siga caminho em direcção a Manteigas.</p>
<h3>História</h3>
<p>É o ponto mais alto de Portugal continental, com 1993 metros, pelo que D. João VI (1816-1826), mandou erguer uma Torre toda em pedra de forma a completar os dois mil metros de altitude. Desta forma, este local tornar-se-ia um dos mais importantes pontos de vigia do país.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-779" title="Torre: ponto mais alto da Serra da Estrela" src="http://mediablog.viagenstravel.com/serra-estrela-torre-radares.png" alt="Torre: ponto mais alto da Serra da Estrela" width="500" height="331" /></p>
<p>Este ponto é igualmente importante no que diz respeito ao património histórico-natural, dado que a sua antiguidade remonta à glaciação de Würm que terminou há vinte mil anos.</p>
<p>Daqui, em dias cristalinos, a vista pode alcançar os pontos culminantes de quase metade de Portugal e ainda de terras de Espanha, desde a Serra da Boa Viagem em Buarcos, até à Serra de Gredos em Espanha, do Marão em  Trás-os-Montes à Serra de Portalegre no Algarve.</p>
<h3>Actividade económica</h3>
<p>As actividades económicas preponderantes na Torre são sem dúvida a exploração do <strong>Turismo de Aventura</strong>, bem como o aluguer de material para a prática do mesmo, à exploração da Turistrela.</p>
<h3>Recursos Arqueológicos</h3>
<p>Na Torre, estão presentes as instalações da Força Aérea, construídas na década de 50 que abrigaram o radar deste departamento, com todos os seus aquartelamentos anexos e pousadas de oficiais e a capela, desactivados em 1970.<br />
A caminho da  Torre, <strong>Covão do Boi</strong> merece uma paragem, para apreciar o monumento a <strong>Nossa Senhora da Boa Estrela</strong>, baixo relevo esculpido na rocha por António Duarte, com mais de 7 metros de altura.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Entardecer na Torre" src="http://mediablog.viagenstravel.com/torre01.png" alt="Entardecer na Torre" width="485" height="324" /></p>
<p>Mais acima, à direita, o <strong>Cântaro Raso</strong> e a seguir o pitoresco rochedo do <strong>Cântaro Magro</strong>, um dos símbolos naturais da Serra. O <strong>Cântaro Gordo</strong> situa-se junto ao cruzamento para a Torre, a 2.000 metros de altitude.</p>
<h3>Lazer</h3>
<p>Se a visita coincidir com a presença de um imaculado manto branco de neve, é obrigatório o aluguer de um trenó para fazer subir a adrenalina escorregando por esta Torre abaixo. Se for entusiasta do ski e snowboard pode desfrutar destas modalidades como referido no item desporto.</p>
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		<title>Sabugueiro a Aldeia mais alta de Portugal</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 15:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra da Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[aldeia mais alta]]></category>
		<category><![CDATA[comunitarismo]]></category>
		<category><![CDATA[Lagoa Comprida]]></category>
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		<description><![CDATA[De Seia, partimos então pela N231 em direcção ao Sabugueiro. O Sabugueiro situa-se nos vales da Serra da Estrela a 1200 metros de altitude, ou seja, um local onde as belas vistas predominam. Já a meio da tarde, em Sabugueiro poderá desfrutar das paisagens, quedas de água e vistas panorâmicas únicas em todo o Portugal. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-764" title="Sino da Igreja no Sabugueiro" src="http://mediablog.viagenstravel.com/sabugueiro-sino.png" alt="Sino da Igreja no Sabugueiro" width="269" height="480" />De Seia, partimos então pela N231 em direcção ao <strong>Sabugueiro</strong>. O Sabugueiro situa-se nos vales da Serra da Estrela a 1200 metros de altitude, ou seja, um local onde as belas vistas predominam.</p>
<p>Já a meio da tarde, em Sabugueiro poderá desfrutar das paisagens, quedas de água e vistas panorâmicas únicas em todo o Portugal. Nesta aldeia irá conhecer uma população unida e amistosa, graças ao estilo de vida que levam por muitos séculos, o <strong>comunitarismo</strong>.</p>
<p>Esta é uma prática de vida em que todas as necessidades são repartidas pela população, exemplo vivo é ainda o forno comunitário que em tempos serviu toda a comunidade. Por todo o lado é possível o pão de centeio cozido em forno a lenha, não esquecendo que igualmente encontra com grande facilidade os tradicionais enchidos das Beiras, o Vinho Dão, artesanato este tão apreciado a nível nacional. Por todo o lado será banhado pela raça canina de Serras da Estrela, criados com tanto amor e história.</p>
<p>Para passar a noite, o conselho vai para a <strong>Residencial Sabugueiro</strong>, onde todos os seus quartos estão equipados com televisão, telefone e ar condicionado; ou ainda, aproveitar uma das suas três casas de Turismo Rural, onde é patente uma maior liberdade de movimentos.</p>
<p>Após uma noite bem passada terão pela frente um dia cheio de emoções fortes na conclusão da subida da serra. Neste segundo dia irá percorrer a <strong>Lagoa Comprida</strong>, a <strong>Torre </strong>e <strong>Manteigas </strong>onde fica a sugestão de pernoitar novamente.</p>
<h3>História</h3>
<p>A 1200 metros de altitude, Sabugueiro surgiu de um aglomerado de cabanas de pastores que aproveitavam aqueles pastos do vale da Serra da Estrela para as suas ovelhas e cabras.</p>
<p>Esta aldeia detém o título de <strong>Aldeia Mais Alta de Portugal</strong>, mas não menos conhecida é pelos seus recursos naturais, entre os quais as quedas de água e as vistas panorâmicas de uma vegetação serrana única.</p>
<p>Os pastores de Sabugueiro, devido à limitações invencíveis do clima, conjugando com a disposição do relevo foram levados à transumância de Inverno para o Douro e de Verão para os altos da serra. Esta prática de tempos pré-históricos é ainda aqui actual nesta aldeia.</p>
<p>As casas são um recurso turístico de imenso interesse uma vez que são todas elas em granito e muitas já adaptadas ao Turismo Rural.</p>
<h3>Actividade económica</h3>
<p>Em tempos longínquos, os pastores transumantes e camponeses, semeavam, lavravam, ceifavam e malhavam o grão, entregando-se depois aos rebanhos. Presentemente, uma boa parte da sua população já trabalhava nas modernas fábricas de lanifícios de Seia, na EDP e na construção civil. No entanto, não esquecendo nunca a importância da agricultura e a pastorícia.</p>
<p>Também aqui, é propícia a compra dos pequenos e amorosos cachorros da Serra da Estrela, pelo que os criadores vendem-nos ao longo de toda a rua principal da aldeia e existem também algumas lojas de artesanato local, ou seja, alimentar. Possui ainda serviços de hotelaria e restauração, e transportes públicos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-767" title="Sabugueiro: tabuleta" src="http://mediablog.viagenstravel.com/sabugueiro-tabuleta.png" alt="Sabugueiro: tabuleta" width="600" height="280" /></p>
<p>Hoje, o Sabugueiro encontra-se em desertificação devido à falta de emprego. A autarquia está assim a construir casas de modo a que essa desertificação verificada não se deva à falta de habitação para os mais jovens.</p>
<p>Foi também a ser uma grande aposta o Turismo, de modo a que já lá está fixado um Posto de Turismo, para que haja um maior apoio ao turista e atrai-lo para esta aldeia. Este está situado à entrada na aldeia, e se assim for necessário, recorram a ele.</p>
<h3>Recursos Arquitectónicos/ Históricos e Culturais</h3>
<p>A <strong>Aldeia Mais Alta de Portugal</strong>, é constituída por casas de granito, as quais algumas estão já adaptadas ao Turismo Rural. É também conhecida pelos seus recursos naturais, entre os quais as quedas de água e as vistas panorâmicas de uma vegetação única. Não podemos deixar de observar, numa aldeia como Sabugueiro, a beleza única da sua enorme Igreja e seu pelourinho no centro da aldeia.</p>
<h3>Lazer</h3>
<p>Para além de diversas apostas no turismo, o Sabugueiro também criou um parque de lazer e cultura, com o objectivo de criar atractivos para fixar por alguns dias os turistas e assim o consegue com as suas belezas.</p>
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		<title>Covilhã princesa da Serra da Estrela</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 11:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra da Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[antiga Fábrica Real]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste planalto, a meio da encosta da Serra da Estrela existia uma povoação ou castro Romano (sila Hermínia), que deu origem à Covilhã. Sempre habitada, foi palco de muitas lutas e por várias vezes arrasada e saqueada. As primeiras muralhas foram mandadas construir por D. Sancho I, que lhe concedeu o primeiro foral de repovoamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-746" title="Escadas à noite da Covilhã" src="http://mediablog.viagenstravel.com/covilha-escadas-noite.png" alt="Escadas à noite da Covilhã" width="300" height="362" />Neste planalto, a meio da encosta da Serra da Estrela existia uma povoação ou castro Romano (sila Hermínia), que deu origem à Covilhã. Sempre habitada, foi palco de muitas lutas e por várias vezes arrasada e saqueada.<br />
As primeiras muralhas foram mandadas construir por D. Sancho I, que lhe concedeu o primeiro foral de repovoamento em 1186, mais tarde confirmado por D. Afonso II (1217) e D. Dinis (1303), que procedeu ao alargamento das muralhas. Recebeu também foral de D. Manuel em 1510. Um decreto régio de 1870 elevou-a à categoria de cidade.</p>
<p>A abundância de gado lanígero fez dela um centro de fabrico de lanifícios. A existência de 2 ribeiras (Carpiteira e Degoldra) que atravessam a cidade, proporcionava a energia motriz para a instalação de fábricas.<br />
Com uma riqueza e prosperidade adquiridas ao longo dos Séculos e assentes na indústria de lanifícios, a Covilhã actual apresenta-se como uma cidade moderna, onde a cada volta do caminho se pode admirar vestígios industriais.<br />
Muito íngreme e sinuosa nas suas ruas da vila velha, vão-se descobrindo vestígios de construções primitivas, panos de muralha e portais góticos do tempo em que a cidade se fechava entre muros.</p>
<p>Também aqui se sentiram os efeitos devastadores do terramoto de 1755 que destruiu grande parte das muralhas, sendo a sua pedra utilizada pelo Marquês de Pombal para construir a Real fábrica de panos, uma fábrica modelo destinada à formação profissional, que hoje alberga a Universidade da Covilhã.</p>
<h3>Artesanato</h3>
<ul>
<li>Rendas de cinco agulhas</li>
<li>Peneiras</li>
<li>Balanças Romanas de ferro</li>
<li>Vestuário de algodão</li>
<li>Mobiliário de madeira</li>
<li>Bóias e iscas para a pesca</li>
<li>Ferros forjados</li>
<li>Artigos de Cobre</li>
<li>Latoaria</li>
</ul>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-747" title="Covilhã: a neve já quase derretera" src="http://mediablog.viagenstravel.com/covilha.png" alt="Covilhã: a neve já quase derretera" width="600" height="317" /></p>
<h3>Gastronomia</h3>
<ul>
<li>Migas de ovos</li>
<li>Migas de tomate</li>
<li>Míscaros com ovos</li>
<li>Sopa de abóbora</li>
<li>Sopa de salsa</li>
<li>Sopa de favas</li>
<li>Cabrito assado na brasa</li>
<li>Dobrada à moda da Covilhã</li>
<li>Panela no forno da Covilhã</li>
<li>Açorda de bacalhau</li>
<li>Bacalhau à lagareiro</li>
<li>Trutas à maneira de Manteigas</li>
<li>Trutas de Escabeche</li>
<li>Gargantas-de-freira</li>
<li>Talassas</li>
<li>Biscoitos de azeite</li>
<li>Filhós</li>
<li>Carolos</li>
<li>Pudim de leite</li>
<li>Biscoitos de gema</li>
<li>Brulhões</li>
<li>Esquecidos</li>
<li>Bolo de azeite</li>
</ul>
<h3>Festividades</h3>
<ul>
<li>Feira Franca (22 a 24 Junho)</li>
<li>Feira de Santiago (1 de Agosto)</li>
<li>Covifeira (feira de actividades económicas da Covilhã, por altura da feira de Santiago)</li>
<li>Concurso do cão da Serra da Estrela</li>
<li>Festa da Senhora da Dores (1º Domingo de Julho)</li>
<li>Festa do Sagrado Coração de Maria (4º Domingo de Agosto)</li>
</ul>
<h3>Monumentos</h3>
<h4>Capela das Almas</h4>
<p>Capela barroca e rococó. Planta longitudinal composta por dois rectângulos justapostos com sacristia de planta rectangular adossada à cabeceira. Portal em arco abatido rematado por friso rectilíneo. Óculo quadrilobado enquadrado por ornatos curvilíneos, volutados e concheados. Frontão curvilíneo interrompido com volutas. Nave única coberta com abóbada de berço em madeira policromada. Coro-alto em madeira. Talha dourada e policromada do estilo joanino.</p>
<h4>Capela de São Sebastião</h4>
<p>Arquitectura religiosa setecentista. Capela de nave única, coro alto assente em colunas e altar-mor em talha dourada.</p>
<h4>Capela do Espírito Santo</h4>
<p>Arquitectura religiosa, quinhentista e novecentista, popular, vernácula. Capela de planta longitudinal, composta por nave e capela-mor mais estreita. Fachadas rematadas em cornija, com cunhais de pedra. Tecto de madeira em masseira na nave e em falsa abóbada de berço de madeira, na capela-mor.</p>
<h4>Troço de calçada romana, junto à estação dos Caminhos de Ferro da Covilhã</h4>
<p>Estrada romana ou medieval. Pavimentação: blocos de granito alinhados lateralmente e de configuração irregular na faixa de rodagem; formada por duas ou três camadas: &#8220;stratum&#8221;, &#8220;ruderatis&#8221; e &#8220;summa crusta&#8221;.</p>
<h4>Fornalhas e poços cilíndricos da antiga tinturaria da Real Fábrica de Panos da Covilhã</h4>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-745" title="Aspecto da fábrica de panos da Covilhã" src="http://mediablog.viagenstravel.com/covilha-fabrica-panos.png" alt="Aspecto da fábrica de panos da Covilhã" width="600" height="333" /></p>
<p>Arquitectura civil industrial. Fábrica pombalina. Instalações tintureiras. Edifício de planta rectangular com pátio quadrangular central; dois pisos; embasamento proeminente; vãos de lintel recto; empena recta com cornija; porta principal encimada pelas armas reais. As fornalhas e poços cilíndricos ou dornas são referentes à sala do pequeno tinte, sala do grande tinte ou tinturaria dos panos de lã e à tinturaria das lãs em meada. Dornas dispostas em sequências paralelas e ladeadas por canalizações em granito. Tanque de planta quadrada para reservatório e distribuição de água. Chaminés embutidas na caixa murária e vestígios de chaminé adossada. Bocas de fornalha alimentadas a partir de galeria com planta em T.</p>
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