<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Viagens Travel: o site das viagens e do lazer</title>
	<atom:link href="http://viagenstravel.com/tag/tui/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://viagenstravel.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sat, 27 Aug 2011 19:27:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Ponte de Lima e as feiras novas</title>
		<link>http://viagenstravel.com/portugal/minho-interior/ponte-de-lima-e-as-feiras-novas/</link>
		<comments>http://viagenstravel.com/portugal/minho-interior/ponte-de-lima-e-as-feiras-novas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 21:10:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minho interior]]></category>
		<category><![CDATA[Alto Minho]]></category>
		<category><![CDATA[areal]]></category>
		<category><![CDATA[Capela de N. Senhora da Guia]]></category>
		<category><![CDATA[Capela de N. Senhora da Lapa]]></category>
		<category><![CDATA[Capela de Nossa Senhora da Luz]]></category>
		<category><![CDATA[Creixomil]]></category>
		<category><![CDATA[Feiras Novas]]></category>
		<category><![CDATA[Festas de Nossa Senhora das Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja do Mosteiro de Refoios]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Matriz]]></category>
		<category><![CDATA[Lethes]]></category>
		<category><![CDATA[Nª Sª da Luz]]></category>
		<category><![CDATA[queijo Liminano]]></category>
		<category><![CDATA[rio Lima]]></category>
		<category><![CDATA[S. Bartolomeu]]></category>
		<category><![CDATA[Serra d'Arga]]></category>
		<category><![CDATA[Torres da Cadeia]]></category>
		<category><![CDATA[Torres de S. Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tui]]></category>
		<category><![CDATA[Vila da Ponte]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://viagenstravel.com/?p=607</guid>
		<description><![CDATA[Antiga vila amuralhada, Ponte de Lima é uma interessante localidade de visita obrigatória no Alto Minho. Ao lado a ponte medieval, soberba de formas com os seus quinze arcos ogivais. Depois, as Torres de S. Paulo e as Torres da Cadeia, conservando-se ainda entre elas, um pano das antigas muralhas da vila. Terra morena, vestida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antiga vila amuralhada, Ponte de Lima é uma interessante localidade de visita obrigatória no Alto Minho. Ao lado a <strong>ponte medieval</strong>, soberba de formas com os seus quinze arcos ogivais. Depois, as <strong>Torres de S. Paulo</strong> e as <strong>Torres da Cadeia</strong>, conservando-se ainda entre elas, um pano das antigas muralhas da vila. Terra morena, vestida de rude granito da <strong>Serra d&#8217;Arga</strong>, <strong>Ponte de Lima</strong> é uma terra cheia de história, de arte e beleza natural, de rusticidade e património.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1896" title="ponte-de-lima" src="http://mediablog.viagenstravel.com/ponte-de-lima.jpg" alt="" width="600" height="260" /></p>
<p>Falar de <strong>Ponte de Lima</strong>, é relembrar esta terra &#8220;velhinha&#8221; de séculos que teve os seus primórdios numa &#8220;velha&#8221; ria romana feita no tempo de Augusto e de uma ponte que até deu o nome à terra.Ponte de Lima fica situada em plena planície, no centro da <strong>Ribeira Lima</strong>, a 25 m de altitude, e é considerada a mais genuína minhota de todas as povoações portuguesas.</p>
<p>Em pleno coração do Alto Minho, na bifurcação das EN 101 e 203, a uma distância de 39 Km de Viana do Castelo (capital de distrito), a 33 de Braga e a 29 da fronteira da Madalena Lindoso, que liga esta vila às vizinhas terras de Espanha, fica a vila de Ponte da Barca, terra de pitorescas lendas e nobres tradições, uma das mais características desta paradisíaca margem esquerda do <strong>Rio Lima</strong> (o <strong>Lethes</strong> dos Romanos &#8211; o rio do esquecimento), integrando-se no atraente circuito turístico vulgarmente conhecido por Ribeira Lima.</p>
<p>A Ponte Romana, passagem única do Lima, está na origem da <strong>Vila da Ponte</strong> de Afonso VII. É por este espaço que se vai melhorando a via romana e que a frequente passagem de Peregrinos abandona para seguir o caminho mais recto, posto que difícil, mas muito marcado, pelo uso de séculos. A jurisdição episcopal de Entre Lima e Minho só em 1381 se liberta de <strong>Tui</strong>. É em Labruja que o Bispo D. Hermógio funda o mosteiro de S. Cristóvão que Ordonho II cede à Sé de Lugo. Aqui se refugiou o Bispo Nausto de Tui (922-935) por causa dos ataques dos sarracenos e Normandos. Em 1125, D. Teresa doou o mosteiro e seu couto novamente a Tui.</p>
<p>Também em 1125, alicia os habitantes por meio de foral que protege a &#8220;feira&#8221; e o seu comércio. Entretanto, o rio vai-se assoreando, espraia-se para sul, e D. Pedro I alonga a ponte romana, que vai ficando em seco. A vila é muralhada, estrutura-se como burgo e D. João I toma-a em 1385. Em 1464 passa a ter cidadela com Paço de Alcaide; a ponte é pavimentada e ameada em 1504. Em 1530 funda-se a Misericórdia com o seu Hospital na &#8220;Praça da Vila&#8221;, para apoiar peregrinos e às Portas do Souto levanta-se artístico chafariz, junto ao Hospital de Peregrinos. Em 1787 inicia-se o rompimento das Muralhas que abrem novas entradas para novos arrabaldes. Pelos arredores, vão surgindo novos solares e opulentas igrejas sob a influência da arte do barroco.</p>
<h3>Património monumental</h3>
<p><strong>Capela de Nossa Senhora da Luz</strong>, deve datar dos fins do séc. XVI, mas segundo a tradição diz-se que foi mandada construir por D. Afonso Henriques pela graça de luz na Batalha de S. Mamede. A fachada abre-se num gracioso alpendre onde está colocado um púlpito de pedra, mandado executar em 1677 por testamento de João da Silva de Freitas. Em 1770 foi mandada demolir devido ao seu estado de ruína, mas, a pedido dos paroquianos, a ordem foi revogada e o templo permaneceu até aos nossos dias. São 8 os cruzeiros em pedra que ainda hoje fazem parte do Monte da Sra. da Luz. Para o local tornar-se mais aprazível foi em 1998 revitalizado todo o Monte para melhor acolher todos os forasteiros que visitam esta freguesia especialmente no fim de semana depois da Páscoa, nas festas em honra de <strong>Nª Sª da Luz</strong> que são o cartaz de visita de <strong>Creixomil</strong>.</p>
<p>A <strong>Igreja Matriz</strong>, passou por enormes modificações, antes de existir tal coma está hoje. Pouco mais ou menos no lugar onde hoje se levanta, começou por existir uma famosa ermida. Nessa época, houve uma grande festa na então Vila de Guimarães. Fizeram-se, então, três procissões, sendo a 1ª, da Real Colegiada da Oliveira até à ermida de Creixomil. Essa ermida deu lugar a uma igreja pobre e pequena; tão pobre ela era que não tinha sequer sacrário. Algum tempo depois, iniciou-se a construção de uma igreja moderna, com a porta principal voltada para o Norte e a torre, do lado Poente, completamente separada da igreja. Em 1885 fizeram-se novamente obras; comprou-se a torre da antiga igreja de S. Sebastião e a igreja ficou com o aspecto que tem hoje. Mais tarde, o peso da massa de granito fez com que se partisse a padieira onde se encontrava a torre. Esta inclinou-se e arrastou todo o edifício. A pouco e pouco, foi reconstruída, encontrando-se, hoje, com os mesmos traços dessa construção, embora tenha beneficiado de reparações ao longo dos anos. Datada de 1854, conserva no interior, de interesse artístico, apenas o altar das Almas, de talha, e uma escultura representando Nossa Senhora do Leite. Junto do edifício, no chamado adro, existiu um cemitério, do qual hoje ainda existem vestígios. O Salão Paroquial que faz hoje parte da mesma, foi inaugurado apenas em 1964 e chegou mesmo a servir de escola primária com duas salas de aula. Nas suas dependências situa-se a sede do Agrupamento 566 do Corpo Nacional de Escutas.<br />
A <strong>Igreja do Mosteiro de Refoios</strong> situada na freguesia de Refoios, o templo de fundação antiquíssima sofreu como resultado da contra reforma remodelação e ampliações; as mais significativas que alteraram o aspecto da sua fachada, foram as que se executaram no século XVIII, ainda que o retábulo e a capela mor sejam obra dos meados do século XVII.</p>
<p><strong>Capela do Anjo da Guarda</strong> é um padrão quadrangular de cantaria, abobadado, aberto por três arcos, ostentando embutida na parede do fundo uma antiquíssima figura humana, de granito, que dizem representativa do Anjo da Guarda. Localização: Junto à Ponte Romana. Monumento Nacional.</p>
<p>A <strong>Capela de N. Senhora da Guia</strong> teve a sua origem numa pequena ermida frente do rio Lima, transferindo-se no século XVII para um lugar mais seguro, protegida das cheias do rio, onde existiam as ruínas do antigo hospital da gafaria. Em 1746, o templo foi melhorado e acrescentado. Possui azulejos de variados tipos e épocas. Localização: Ao fim da Avenida dos Plátanos.</p>
<p><strong>Capela de N. Senhora da Lapa</strong> capela da invocação de N. Senhora da Lapa foi mandada erigir em 1763, em terreno cedido pelo primeiro marquês de Ponte de Lima. A obra do templo não foi concluída de acordo com o projecto original, resumindo-se à capela mor.</p>
<p>A <strong>Capela de N. Senhora da Penha de França</strong> foi mandada construir em 1613, por um homem do povo &#8211; João Lourenço &#8211; à altura da ventana da enxovia para que os presos seguissem a celebração da missa. Tem um belo retábulo barroco.</p>
<p>A <strong>Capela de N. Senhora das Pereiras</strong> situada no bairro das Pereiras que correspondia no século XVI a uma parte significativa da vila. Foi erguida em 1525 junto à torre das Pereiras, em 1757 foi reedificada e reformada em 1818, estando actualmente fechada ao culto e completamente esventrada do seu riquíssimo revestimento de talha.</p>
<h3>Gastronomia</h3>
<p>Os vinhos de Ponte da Barca são um produto de qualidade com uma imagem de marca há muito reconhecida pelo mercado nacional e internacional. A viticultura representa, de resto, uma das principais fontes de rendimento de uma população que, em percentagem significativa, ainda vive da agricultura de sobrevivência.<br />
O importante dinamismo registado neste sector deve-se à acção desenvolvida pela Adega Cooperativa de Ponte da Barca que tem sabido lançar uma interessante campanha de marketing junto de potenciais mercados consumidores e adaptar-se às novas realidades e exigências mediante o lançamento de novos produtos.</p>
<p>Também a gastronomia oferece pratos de elevada qualidade, confeccionados com produtos genuínos locais.<br />
Para além do <strong>mel</strong> e do <strong>queijo</strong> (quem não conhece o <strong>queijo Liminano</strong>) produzidos nos ambientes serranos do Parque, quem não aprecia o cabrito da Ermida ou Germil, ou as carnes das raças autóctones (cachena e barrosã) criadas em pleno espaço natural? Ou ainda um prato de lampreia ou de truta pescadas nos rios Lima e Vade ou nos diversos ribeiros existentes na área do Concelho?</p>
<h3>Artesanato</h3>
<p>No que respeita ao artesanato, esta região encontra-se não muito diversificada em relação às vilas vizinhas. Sendo assim podemos encontrar o mesmo tipo de artesanato nas 4 regiões, sendo pouca a sua diversidade.<br />
Em Ponte de Lima mencionamos a cestaria, a cantaria, os ferreiros, a luminária, a marcenaria, a pirotecnia, a tanoagem e a tecelagem.</p>
<h3>Festividades</h3>
<p>Para o Homem desta região, a Festa é obrigatória, na medida em que faz parte da sua identidade cultural e se encontra fortemente enraizado no seu imaginário.</p>
<h4>Feiras Novas</h4>
<p>Criadas pelo Rei D. Pedro IV por provisão de 5 de Maio de 1826, começaram por serem chamadas de <strong>Festas de Nossa Senhora das Dores</strong>. Feiras Novas, para estabelecerem a diferença com as Feiras Velhas, mais antigas, que se realizavam a cada quinze dias.</p>
<p>As Feiras Novas passaram então a realizar-se no terceiro fim de semana de Setembro (de Sábado a Segunda), por acordo entre a Câmara e o Grémio Comercial locais,datado de há mais de cinquenta anos. Não mudou de local até aos dias de hoje &#8211; no <strong>areal</strong>.</p>
<p>Presença imprescindível no Ritual da Festa é o <strong>folclore </strong>e a música popular.<br />
São vários os Ranchos Folclóricos existentes no concelho. No País e no estrangeiro, divulgam a riqueza dos trajes e a música popular da Ribeira Lima interior.<br />
Famosos são também os cantadores ao desafio, intrinsecamente associados a este concelho.</p>
<p>Há ainda a mencionar, manifestações que merecem uma referência especial, como sejam os festejos relacionados com o cultivo do linho (<strong>Bravães</strong>) e com as desfolhadas (<strong>Lavradas</strong>), por serem veículos privilegiados de preservação da cultura tradicional das comunidades.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://viagenstravel.com/portugal/minho-interior/ponte-de-lima-e-as-feiras-novas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Valença do Minho</title>
		<link>http://viagenstravel.com/portugal/minho/valenca-do-minho/</link>
		<comments>http://viagenstravel.com/portugal/minho/valenca-do-minho/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 13:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minho]]></category>
		<category><![CDATA[Boivão]]></category>
		<category><![CDATA[cabrito à Sanfins]]></category>
		<category><![CDATA[Capela do Bom Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[carneiro à Gondomil]]></category>
		<category><![CDATA[Cerdal]]></category>
		<category><![CDATA[Galiza]]></category>
		<category><![CDATA[Ganfei]]></category>
		<category><![CDATA[Pousada de S. Teotónio]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Minho]]></category>
		<category><![CDATA[S. Teotónio]]></category>
		<category><![CDATA[santuário de Nª Srª do Faro]]></category>
		<category><![CDATA[Tui]]></category>
		<category><![CDATA[Valença]]></category>
		<category><![CDATA[Verdoejo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://viagenstravel.com/?p=595</guid>
		<description><![CDATA[Sobre uma pequena elevação bordejada pelo Rio Minho, que a separa da Galiza, ergue-se a vila amuralhada de Valença. Praça forte, as suas muralhas, por mais de uma vez destruídas pelas invasões ora dos bárbaros, ora dos árabes, como dos asturoleoneses e até pelas invasões francesas dos princípios do séc. XIX, mas sucessivamente reconstruídas, são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre uma pequena elevação bordejada pelo <strong>Rio Minho</strong>, que a separa da <strong>Galiza</strong>, ergue-se a vila amuralhada de <strong>Valença</strong>. Praça forte, as suas muralhas, por mais de uma vez destruídas pelas invasões ora dos bárbaros, ora dos árabes, como dos asturoleoneses e até pelas invasões francesas dos princípios do séc. XIX, mas sucessivamente reconstruídas, são o ex-libris, únicas no país, neste género. Merecem para o forasteiro, para o turista observador e interessado, uma visita demorada, seja pelo seu traçado único, seja pela sua extensão, ou pela sua conservação e beleza.</p>
<h3>
<div id="attachment_1940" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-1940" title="valenca" src="http://mediablog.viagenstravel.com/valenca.jpg" alt="Valença do Minho" width="265" height="179" /><p class="wp-caption-text">Valença</p></div>
<p>Monumentos</h3>
<p>Zona turística por excelência, Valença é a porta de entrada de milhares de turistas cada ano. A atracção pelo seu centro histórico é notória: as sua ruas, estreitas e sinuosas, tipicamente medievais, acolhem o desfraldar de louças e atoalhados, qual lençol bordado de insólita beleza.</p>
<p>Entramos na fortaleza pelas portas do revelim da Coroada, encimadas pelo brasão da família Ataíde. Na Coroada, é obrigatório visitar a <strong>Capela do Bom Jesus</strong>, em frente da qual se eleva a estátua do Valenciano mais ilustre: <strong>S. Teotónio</strong>, o primeiro Santo Português.</p>
<p>Atravessando as portas do meio, chega-se à Praça da República e à Rua Direita, que conduz à Igreja Românica de Santa Maria dos Anjos. Próxima desta, também se encontra a Igreja de Santo Estevão, ostentando na capela-mor seis pinturas sobre tábuas alusivas à vida do Santo e uma raríssima cadeira episcopal, em carvalho, do séc. XV, estilo gótico-mudéjar.</p>
<p>Já na zona exterior à muralha e sobranceiro ao Rio Minho, ergue-se o <strong>santuário de Nª Srª do Faro</strong>, de onde se pode admirar uma paisagem deslumbrante sobre o vale do Minho e a vizinha <strong>Tui</strong>.</p>
<p>Em <strong>Ganfei</strong>, merece destaque o majestoso convento beneditino mandado construir por S. Frutuoso ou S. Martinho de Dume decorria o séc. VI e arrasado por Almansôr no ano de 997.</p>
<p>Já em <strong>Verdoejo</strong>, por entre um espesso bosque de pinheiros e carvalhos, vislumbram-se os restos de uma necrópole &#8211; é o Adro Velho; o seu magnífico pelourinho, junto à capela do Sr. dos Passos, constitui o elo de ligação ao extinto Couto de Sanfins.</p>
<p>Marco da resistência às invasões do General Soult, Friestas ostenta um lindo portal na Quinta do Crasto, que pertenceu à família Pimenta de Castro.</p>
<p><strong>Boivão </strong>é História, é lenda: é o típico casario em pedra e os seus espigueiros em granito; é a Princesa de Boivão, salva dos Sarracenos por um príncipe apaixonado.</p>
<p>Numa paisagem onde o verde do arvoredo contrasta com o cinzento dos afloramentos graníticos, ergue-se o lindíssimo convento beneditino de Sanfins, datado do ano 566.</p>
<p>Descendo a <strong>Taião</strong>, eis o regresso à tipicidade minhota: o casario em pedra, os pastores com os rebanho, o gado sulcando as estreitas ruas, os relógios de sol&#8230; E como são lindos os moinhos de água, encosta acima, alguns ainda exercendo funções comunitárias. A caminho de <strong>Cerdal</strong> podemos visitar o convento de Nª Srª de Mosteiró, do séc. XIV ou o lindíssimo relógio de sol talhado em granito.</p>
<p>Vila essencialmente comercial e turística, a sua gastronomia fará as delícias de quantos a visitarem: a lampreia à minhota, a truta salmonada ou o bacalhau à S. Teotónio serão suficiente atractivo para os bons apreciadores de peixe; o <strong>cabrito à Sanfins</strong> ou o <strong>carneiro à Gondomil</strong>, acompanhados de um vinho do convento de Ganfei, serão a justificação para uma segunda visita a Valença.</p>
<h3>Fortificações da Praça de Valença do Minho</h3>
<p>A fortificação conserva quatro portas &#8211; Santiago ou do Sol, de Gaviana (arco gótico), da Fonte da Vila e da Coroada &#8211; e doze baluartes, construídos em diferentes épocas, mas onde é possível encontrar vestígios da época de D. Dinis. Nos terraços subsistem velhas peças de artilharia. Domina a ponte fronteiriça Valença-Tui, construída por Eiffel em 1885. Valença foi fundada nos fins do século XII por D. Sancho I, que lhe atribuiu o nome de &#8220;Contrasta&#8221; devido à sua localização em frente de Tui.</p>
<p>Valença foi fundada nos fins do século XII por D. Sancho I. D. Manuel outorgou-lhe foral novo em 1512. Fortificação abaluartada, constituída por dois polígonos irregulares, foi edificada no século XVII, foi uma das mais importantes praças fortes do país, tal como Almeida e Elvas. Todas as portas são armoriadas com a heráldica dos Governadores militares do Reino.</p>
<p>Actualmente constitui a <strong>Pousada de S. Teotónio</strong>, instalada em 1962, no interior da fortaleza, cuja arquitectura se assemelha  a um forte francês, estilo Vauban.</p>
<h3>Pelourinho de Valença</h3>
<p>Localizada na zona intramuros, junto à igreja de Santo Estevão, é um aproveitamento de um marco miliário, do imperador Cláudio, pertencente à via romana Braga-Tui.</p>
<h3>Igreja de Sanfins</h3>
<p>Templo românico, de uma nave, pertencente ao antigo convento beneditino. Apresenta uma cabeceira redonda e cachorrada esculpida com motivos fitomórficos e zoomórficos. De realçar a decoração dos capitéis, das portas e frestas.</p>
<h3>Igreja do Salvador de Ganfei</h3>
<p>Foi profundamente remodelada no séc. XVIII, com a substituição do primitivo portal românico e da ábside. É um templo de três naves, no qual se realçam as colunas, os arcos e capitéis românicos, decorados com elementos zoomórficos e fitomórficos.</p>
<h3>Ponte Velha</h3>
<p>Ponte romana, de um só arco, com tabuleiro em cavalete. O pavimento mantém as características originais, apesar da recente intervenção de que foi alvo. Fazia parte da estrada que ligava Braga à Galiza.</p>
<h3>Convento e Igreja de Ganfei</h3>
<p>A igreja, que mantém elementos românicos, foi reformulada no séc. XVIII. Para além do amplo claustro, subsistem elementos pertencentes a fontes, chafarizes e repuxos do antigo convento beneditino.  A classificação refere-se ao claustro e aos elementos arquitectónicos existentes na cerca do convento.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://viagenstravel.com/portugal/minho/valenca-do-minho/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

