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	<title>Viagens Travel: o site das viagens e do lazer</title>
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		<title>Covilhã princesa da Serra da Estrela</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 11:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra da Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[antiga Fábrica Real]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste planalto, a meio da encosta da Serra da Estrela existia uma povoação ou castro Romano (sila Hermínia), que deu origem à Covilhã. Sempre habitada, foi palco de muitas lutas e por várias vezes arrasada e saqueada. As primeiras muralhas foram mandadas construir por D. Sancho I, que lhe concedeu o primeiro foral de repovoamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-746" title="Escadas à noite da Covilhã" src="http://mediablog.viagenstravel.com/covilha-escadas-noite.png" alt="Escadas à noite da Covilhã" width="300" height="362" />Neste planalto, a meio da encosta da Serra da Estrela existia uma povoação ou castro Romano (sila Hermínia), que deu origem à Covilhã. Sempre habitada, foi palco de muitas lutas e por várias vezes arrasada e saqueada.<br />
As primeiras muralhas foram mandadas construir por D. Sancho I, que lhe concedeu o primeiro foral de repovoamento em 1186, mais tarde confirmado por D. Afonso II (1217) e D. Dinis (1303), que procedeu ao alargamento das muralhas. Recebeu também foral de D. Manuel em 1510. Um decreto régio de 1870 elevou-a à categoria de cidade.</p>
<p>A abundância de gado lanígero fez dela um centro de fabrico de lanifícios. A existência de 2 ribeiras (Carpiteira e Degoldra) que atravessam a cidade, proporcionava a energia motriz para a instalação de fábricas.<br />
Com uma riqueza e prosperidade adquiridas ao longo dos Séculos e assentes na indústria de lanifícios, a Covilhã actual apresenta-se como uma cidade moderna, onde a cada volta do caminho se pode admirar vestígios industriais.<br />
Muito íngreme e sinuosa nas suas ruas da vila velha, vão-se descobrindo vestígios de construções primitivas, panos de muralha e portais góticos do tempo em que a cidade se fechava entre muros.</p>
<p>Também aqui se sentiram os efeitos devastadores do terramoto de 1755 que destruiu grande parte das muralhas, sendo a sua pedra utilizada pelo Marquês de Pombal para construir a Real fábrica de panos, uma fábrica modelo destinada à formação profissional, que hoje alberga a Universidade da Covilhã.</p>
<h3>Artesanato</h3>
<ul>
<li>Rendas de cinco agulhas</li>
<li>Peneiras</li>
<li>Balanças Romanas de ferro</li>
<li>Vestuário de algodão</li>
<li>Mobiliário de madeira</li>
<li>Bóias e iscas para a pesca</li>
<li>Ferros forjados</li>
<li>Artigos de Cobre</li>
<li>Latoaria</li>
</ul>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-747" title="Covilhã: a neve já quase derretera" src="http://mediablog.viagenstravel.com/covilha.png" alt="Covilhã: a neve já quase derretera" width="600" height="317" /></p>
<h3>Gastronomia</h3>
<ul>
<li>Migas de ovos</li>
<li>Migas de tomate</li>
<li>Míscaros com ovos</li>
<li>Sopa de abóbora</li>
<li>Sopa de salsa</li>
<li>Sopa de favas</li>
<li>Cabrito assado na brasa</li>
<li>Dobrada à moda da Covilhã</li>
<li>Panela no forno da Covilhã</li>
<li>Açorda de bacalhau</li>
<li>Bacalhau à lagareiro</li>
<li>Trutas à maneira de Manteigas</li>
<li>Trutas de Escabeche</li>
<li>Gargantas-de-freira</li>
<li>Talassas</li>
<li>Biscoitos de azeite</li>
<li>Filhós</li>
<li>Carolos</li>
<li>Pudim de leite</li>
<li>Biscoitos de gema</li>
<li>Brulhões</li>
<li>Esquecidos</li>
<li>Bolo de azeite</li>
</ul>
<h3>Festividades</h3>
<ul>
<li>Feira Franca (22 a 24 Junho)</li>
<li>Feira de Santiago (1 de Agosto)</li>
<li>Covifeira (feira de actividades económicas da Covilhã, por altura da feira de Santiago)</li>
<li>Concurso do cão da Serra da Estrela</li>
<li>Festa da Senhora da Dores (1º Domingo de Julho)</li>
<li>Festa do Sagrado Coração de Maria (4º Domingo de Agosto)</li>
</ul>
<h3>Monumentos</h3>
<h4>Capela das Almas</h4>
<p>Capela barroca e rococó. Planta longitudinal composta por dois rectângulos justapostos com sacristia de planta rectangular adossada à cabeceira. Portal em arco abatido rematado por friso rectilíneo. Óculo quadrilobado enquadrado por ornatos curvilíneos, volutados e concheados. Frontão curvilíneo interrompido com volutas. Nave única coberta com abóbada de berço em madeira policromada. Coro-alto em madeira. Talha dourada e policromada do estilo joanino.</p>
<h4>Capela de São Sebastião</h4>
<p>Arquitectura religiosa setecentista. Capela de nave única, coro alto assente em colunas e altar-mor em talha dourada.</p>
<h4>Capela do Espírito Santo</h4>
<p>Arquitectura religiosa, quinhentista e novecentista, popular, vernácula. Capela de planta longitudinal, composta por nave e capela-mor mais estreita. Fachadas rematadas em cornija, com cunhais de pedra. Tecto de madeira em masseira na nave e em falsa abóbada de berço de madeira, na capela-mor.</p>
<h4>Troço de calçada romana, junto à estação dos Caminhos de Ferro da Covilhã</h4>
<p>Estrada romana ou medieval. Pavimentação: blocos de granito alinhados lateralmente e de configuração irregular na faixa de rodagem; formada por duas ou três camadas: &#8220;stratum&#8221;, &#8220;ruderatis&#8221; e &#8220;summa crusta&#8221;.</p>
<h4>Fornalhas e poços cilíndricos da antiga tinturaria da Real Fábrica de Panos da Covilhã</h4>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-745" title="Aspecto da fábrica de panos da Covilhã" src="http://mediablog.viagenstravel.com/covilha-fabrica-panos.png" alt="Aspecto da fábrica de panos da Covilhã" width="600" height="333" /></p>
<p>Arquitectura civil industrial. Fábrica pombalina. Instalações tintureiras. Edifício de planta rectangular com pátio quadrangular central; dois pisos; embasamento proeminente; vãos de lintel recto; empena recta com cornija; porta principal encimada pelas armas reais. As fornalhas e poços cilíndricos ou dornas são referentes à sala do pequeno tinte, sala do grande tinte ou tinturaria dos panos de lã e à tinturaria das lãs em meada. Dornas dispostas em sequências paralelas e ladeadas por canalizações em granito. Tanque de planta quadrada para reservatório e distribuição de água. Chaminés embutidas na caixa murária e vestígios de chaminé adossada. Bocas de fornalha alimentadas a partir de galeria com planta em T.</p>
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