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	<title>Viagens Travel: o site das viagens e do lazer</title>
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		<title>Monção</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 21:28:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Monção é uma vila da província do Minho, no distrito de Viana do Castelo. Ergue-se na margem esquerda do rio Minho, a 37 metros de altitude, quase em frente à povoação galega de Salvaterra. Monção encontra-se rodeada de campos verdejantes que produzem cereais, hortaliças e frutas, recortados pelas vinhas que se erguem pelas encostas até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2042" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-2042" title="moncao-breijoeira" src="http://mediablog.viagenstravel.com/moncao-breijoeira.jpg" alt="Palácio da Breijoeira em Monção" width="265" height="177" /><p class="wp-caption-text">Monção: Palácio da Breijoeira</p></div>
<p>Monção é uma vila da província do Minho, no distrito de Viana do Castelo. Ergue-se na margem esquerda do rio Minho, a 37 metros de altitude, quase em frente à povoação galega de <strong>Salvaterra</strong>. Monção encontra-se rodeada de campos verdejantes que produzem cereais, hortaliças e frutas, recortados pelas vinhas que se erguem pelas encostas até serem sustidas pelo verde-escuro dos pinhais.</p>
<p>Junto ao rio, à direita de quem olha para a Galiza, situa-se o <strong>Parque das Termas</strong>, pequeno mas aprazível sob a sombra protectora do arvoredo frondoso, com áleas ajardinadas bordadas de plátanos, classificadas como alcalinas quentes muito radioactivas, recomendadas no tratamento de reumatismos. Numa das nascentes a água jorra à temperatura de 49.5°C e noutra a 39°C.</p>
<p>A 2 km de <strong>Monção</strong> encontra-se um posto agrícola onde em tanques apropriados, se faz a criação de trutas e salmões.</p>
<h3>História de Monção<strong><br />
</strong></h3>
<p>São obscuras as origens de Monção, havendo quem defenda ter a povoação nascido dois km a poente do local onde hoje se encontra, ocupado actualmente pela aldeia de Cortes. Certo é que no dealbar da nacionalidade era uma terra sem importância, pois o centro administrativo e guerreiro daquela área encontrava-se mais a sul, no <strong>Castelo da Penha da Rainha</strong>, na freguesia de Abedim, a duas léguas de distância.</p>
<p>Monção surge nas Inquirições de 1258 com a categoria de vila, tendo recebido foral em 1261 com regalias semelhantes às de <strong>Valença</strong>, o que denota ser já uma povoação fortificada no reinado de D. Afonso III.</p>
<p>D. Dinis, à conta com uma prolongada guerra com Castela, entre 1305 e 1308, fez construir um robusto castelo com torre de menagem, cerca amuralhada, barbacãs e uma passagem parcialmente subterrânea até junto da linha de água. Durante as guerras de D. Fernando com Castela a vila sofreu vigorosos ataques das forças de Henrique de Trastâmara. Terá então ocorrido o lendário levantamento de um cerco graças ao estratagema congeminado por Deuladeu Martins, mulher do alcaide Vasco de Abreu, ao lançar aos cansados sitiantes castelhanos os últimos pães que restavam na fortaleza, dizendo-lhes que se precisassem de mais era só pedir, fazendo-lhes assim crer que os mantimentos dos sitiados, que eles pensavam render à fome, davam ainda para muito tempo.</p>
<p>Encontrava-se a vila já dotada de um poderoso e amplo polígono amuralhado, com baluartes, revelins e cortinas aquando das guerras da Restauração. Nesse período, D. Mariana de Lencastre, condessa de Castelo Melhor, num golpe de audácia terá evitado a derrota de seu marido nas imediações de Salvaterra. Apesar da valentia de todos os seus moradores, sem excluir mulheres e crianças, Monção capitulou no cerco espanhol que se prolongou de 7 de Outubro de 1658 a 7 de Fevereiro de 1659, mas depois de os sitiantes terem aceite a proposta de Lourenço Pereira, governador da praça, e que era de aos vencidos serem prestadas honras militares — e assim se cumpriu, sendo prestada homenagem aos 236 homens que restavam do contingente português constituído por 2000 soldados.</p>
<p>Entre 1760 e 1769 todo o sistema defensivo foi remodelado por completo de acordo com a técnica de Vauban.</p>
<h3>Monumentos de Monção<strong><br />
</strong></h3>
<p>A vila medieval encontra-se dentro do vasto polígono amuralhado que outrora cingia a povoação num perímetro de 1500 metros. A velha fortaleza sofreu graves amputações no 3.° quartel do século XIX, mas o que resta comprova bem a sua imponente mole.</p>
<p>Fora dos muros medievais desenvolveu-se a vila moderna em redor do Terreiro da Feira, com casas brasonadas e outros valiosos edifícios. A igreja paroquial de Monção é um templo de raiz românica (século XII), com uma capela de gótico flamejante dedicada a São Sebastião onde se encontra a estátua jacente de D. Vasco Marinho (1531) e com a capela tumular com o cenotáfio de Deuladeu Martins mandada construir por um seu trineto em 1679. Nnela se conserva uma custódia de prata dourada, ricamente trabalhada e que pesa 13 Kg.</p>
<p>A Capela da Misericórdia, barroca (século XVIII), apresenta um pórtico flanqueado por quatro pilastra iónicas, sendo rica em talha. A 6 km a sul de Monção encontra-se o faustoso <strong>Palácio da Brejoeira</strong>, mandado construir entre 1804 e 1828 pelo fidalgo Simão Pereira de Moscoso. De imponência régia e amplo terreiro ajardinado, rodeado de um parque frondoso, abundante em magnólias e japoneiras, é o expoente das moradias particulares edificadas em Portugal.</p>
<p>Derivando para ocidente de Monção encontra-se a 6 km a Torre da Lapela: é o que resta da imponente fortaleza erguida no local por D. Afonso Henriques a jusante da confluência do rio Tea, e na quase totalidade demolida no tempo de D. João IV para com a pedra reforçar o polígono defensivo da vila de Monção.</p>
<p>Andados mais 2 km para ocidente deparamo-nos com a igreja do antigo Mosteiro de Longos Vales, que foi dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho. O templo, reformado no século XVII, conserva a primitiva capela-mor (séculos XII&#8211;XIII), uma das jóias do românico português.</p>
<h3>Artesanato Festas e Gastronomia de Monção<strong><br />
</strong></h3>
<p>Mantém-se ainda hoje em Monção em actividade a tecelagem manual.</p>
<p>As festas concelhias, em honra da Nossa Senhora das Dores, realizam-se no 4.&#8221; Domingo de Agosto; na terça-feira de Páscoa tem lugar a Romaria da Senhora da Cabeca.</p>
<p>Típica é a <strong>Festa da Coca</strong>, no dia do Corpo de Deus, que alguns fazem remontar ao século XVI e se realiza na <strong>Praça de Deuladeu</strong>: um dragão (a Coca), pesado e barulhento, tenta fugir à perseguição que lhe move São Jorge montado a cavalo como um guerreiro medieval. Terminando o combate com a vitória do Bem (São Jorge) sobre o Mal (a Coca).</p>
<p>Pratos regionais típicos são o cabrito assado e o arroz de lampreia. Quanto à doçaria são próprias da vila as queijadas raianas e os <strong>pãezinhos de Deuladeu</strong>. Característico de Monção é o <strong>Alvarinho</strong>, considerado o mais prestigiado de todos os vinhos verdes.</p>
<h3>Termas e Campismo</h3>
<p>Dentro da vila há o frondoso Parque das Termas; junto ao rio e a montante do estabelecimento termal existe um parque de campismo.</p>
<p>As Termas de Monção são utilizadas no tratamento de reumatismos e bronquites, as águas são aplicadas sob a forma de bebida, banhos de imersão, duches, gargarejos, inalações e pulverizações.</p>
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		<title>Valença do Minho</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 13:00:49 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre uma pequena elevação bordejada pelo <strong>Rio Minho</strong>, que a separa da <strong>Galiza</strong>, ergue-se a vila amuralhada de <strong>Valença</strong>. Praça forte, as suas muralhas, por mais de uma vez destruídas pelas invasões ora dos bárbaros, ora dos árabes, como dos asturoleoneses e até pelas invasões francesas dos princípios do séc. XIX, mas sucessivamente reconstruídas, são o ex-libris, únicas no país, neste género. Merecem para o forasteiro, para o turista observador e interessado, uma visita demorada, seja pelo seu traçado único, seja pela sua extensão, ou pela sua conservação e beleza.</p>
<h3>
<div id="attachment_1940" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-1940" title="valenca" src="http://mediablog.viagenstravel.com/valenca.jpg" alt="Valença do Minho" width="265" height="179" /><p class="wp-caption-text">Valença</p></div>
<p>Monumentos</h3>
<p>Zona turística por excelência, Valença é a porta de entrada de milhares de turistas cada ano. A atracção pelo seu centro histórico é notória: as sua ruas, estreitas e sinuosas, tipicamente medievais, acolhem o desfraldar de louças e atoalhados, qual lençol bordado de insólita beleza.</p>
<p>Entramos na fortaleza pelas portas do revelim da Coroada, encimadas pelo brasão da família Ataíde. Na Coroada, é obrigatório visitar a <strong>Capela do Bom Jesus</strong>, em frente da qual se eleva a estátua do Valenciano mais ilustre: <strong>S. Teotónio</strong>, o primeiro Santo Português.</p>
<p>Atravessando as portas do meio, chega-se à Praça da República e à Rua Direita, que conduz à Igreja Românica de Santa Maria dos Anjos. Próxima desta, também se encontra a Igreja de Santo Estevão, ostentando na capela-mor seis pinturas sobre tábuas alusivas à vida do Santo e uma raríssima cadeira episcopal, em carvalho, do séc. XV, estilo gótico-mudéjar.</p>
<p>Já na zona exterior à muralha e sobranceiro ao Rio Minho, ergue-se o <strong>santuário de Nª Srª do Faro</strong>, de onde se pode admirar uma paisagem deslumbrante sobre o vale do Minho e a vizinha <strong>Tui</strong>.</p>
<p>Em <strong>Ganfei</strong>, merece destaque o majestoso convento beneditino mandado construir por S. Frutuoso ou S. Martinho de Dume decorria o séc. VI e arrasado por Almansôr no ano de 997.</p>
<p>Já em <strong>Verdoejo</strong>, por entre um espesso bosque de pinheiros e carvalhos, vislumbram-se os restos de uma necrópole &#8211; é o Adro Velho; o seu magnífico pelourinho, junto à capela do Sr. dos Passos, constitui o elo de ligação ao extinto Couto de Sanfins.</p>
<p>Marco da resistência às invasões do General Soult, Friestas ostenta um lindo portal na Quinta do Crasto, que pertenceu à família Pimenta de Castro.</p>
<p><strong>Boivão </strong>é História, é lenda: é o típico casario em pedra e os seus espigueiros em granito; é a Princesa de Boivão, salva dos Sarracenos por um príncipe apaixonado.</p>
<p>Numa paisagem onde o verde do arvoredo contrasta com o cinzento dos afloramentos graníticos, ergue-se o lindíssimo convento beneditino de Sanfins, datado do ano 566.</p>
<p>Descendo a <strong>Taião</strong>, eis o regresso à tipicidade minhota: o casario em pedra, os pastores com os rebanho, o gado sulcando as estreitas ruas, os relógios de sol&#8230; E como são lindos os moinhos de água, encosta acima, alguns ainda exercendo funções comunitárias. A caminho de <strong>Cerdal</strong> podemos visitar o convento de Nª Srª de Mosteiró, do séc. XIV ou o lindíssimo relógio de sol talhado em granito.</p>
<p>Vila essencialmente comercial e turística, a sua gastronomia fará as delícias de quantos a visitarem: a lampreia à minhota, a truta salmonada ou o bacalhau à S. Teotónio serão suficiente atractivo para os bons apreciadores de peixe; o <strong>cabrito à Sanfins</strong> ou o <strong>carneiro à Gondomil</strong>, acompanhados de um vinho do convento de Ganfei, serão a justificação para uma segunda visita a Valença.</p>
<h3>Fortificações da Praça de Valença do Minho</h3>
<p>A fortificação conserva quatro portas &#8211; Santiago ou do Sol, de Gaviana (arco gótico), da Fonte da Vila e da Coroada &#8211; e doze baluartes, construídos em diferentes épocas, mas onde é possível encontrar vestígios da época de D. Dinis. Nos terraços subsistem velhas peças de artilharia. Domina a ponte fronteiriça Valença-Tui, construída por Eiffel em 1885. Valença foi fundada nos fins do século XII por D. Sancho I, que lhe atribuiu o nome de &#8220;Contrasta&#8221; devido à sua localização em frente de Tui.</p>
<p>Valença foi fundada nos fins do século XII por D. Sancho I. D. Manuel outorgou-lhe foral novo em 1512. Fortificação abaluartada, constituída por dois polígonos irregulares, foi edificada no século XVII, foi uma das mais importantes praças fortes do país, tal como Almeida e Elvas. Todas as portas são armoriadas com a heráldica dos Governadores militares do Reino.</p>
<p>Actualmente constitui a <strong>Pousada de S. Teotónio</strong>, instalada em 1962, no interior da fortaleza, cuja arquitectura se assemelha  a um forte francês, estilo Vauban.</p>
<h3>Pelourinho de Valença</h3>
<p>Localizada na zona intramuros, junto à igreja de Santo Estevão, é um aproveitamento de um marco miliário, do imperador Cláudio, pertencente à via romana Braga-Tui.</p>
<h3>Igreja de Sanfins</h3>
<p>Templo românico, de uma nave, pertencente ao antigo convento beneditino. Apresenta uma cabeceira redonda e cachorrada esculpida com motivos fitomórficos e zoomórficos. De realçar a decoração dos capitéis, das portas e frestas.</p>
<h3>Igreja do Salvador de Ganfei</h3>
<p>Foi profundamente remodelada no séc. XVIII, com a substituição do primitivo portal românico e da ábside. É um templo de três naves, no qual se realçam as colunas, os arcos e capitéis românicos, decorados com elementos zoomórficos e fitomórficos.</p>
<h3>Ponte Velha</h3>
<p>Ponte romana, de um só arco, com tabuleiro em cavalete. O pavimento mantém as características originais, apesar da recente intervenção de que foi alvo. Fazia parte da estrada que ligava Braga à Galiza.</p>
<h3>Convento e Igreja de Ganfei</h3>
<p>A igreja, que mantém elementos românicos, foi reformulada no séc. XVIII. Para além do amplo claustro, subsistem elementos pertencentes a fontes, chafarizes e repuxos do antigo convento beneditino.  A classificação refere-se ao claustro e aos elementos arquitectónicos existentes na cerca do convento.</p>
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		<title>Vilar de Mouros terra do mais antigo festival de Portugal</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 12:00:10 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Minho]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Vilar de Mouros]]></category>
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		<category><![CDATA[rio Coura]]></category>
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		<description><![CDATA[A seis quilómetros de Caminha e com pouco mais de setecentos habitantes, Vilar de Mouros é um lugar pitoresco com uma beleza rústica, situado nas margens do rio Coura. Em Vilar de Mouros ergue-se uma ponte medieval que juntamente com moinhos e azenhas característicos embelezam a paisagem minhota. Vilar de Mouros é também conhecido pelos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A seis quilómetros de Caminha e com pouco mais de setecentos habitantes, <strong>Vilar de Mouros</strong> é um lugar pitoresco com uma beleza rústica, situado nas margens do <strong>rio Coura</strong>.</p>
<div id="attachment_1938" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-1938" title="vilar-de-mouros" src="http://mediablog.viagenstravel.com/vilar-de-mouros.jpg" alt="Vilar de Mouros" width="265" height="178" /><p class="wp-caption-text">Vilar de Mouros</p></div>
<p>Em Vilar de Mouros ergue-se uma <strong>ponte medieval</strong> que juntamente com moinhos e azenhas característicos embelezam a paisagem minhota. Vilar de Mouros é também conhecido pelos Festivais Internacionais de Música. O <strong>Festival de Vilar de Mouros</strong> é um festival de música, que se realiza no verão em Vilar de Mouros. É considerado o mais antigo festival em Portugal, com uma primeira edição em 1971, e uma segunda apenas em 1982.</p>
<p>Já em 1071, o Rei Garcia da Galiza, coutou esta terra a favor da Sé de Tui, mas antes disso já fazia parte do mosteiro de São Salvador da Torre, conforme inventário desse mosteiro de 1068.</p>
<p>Vilar de Mouros, é portanto anterior à nacionalidade portuguesa, donde se percebe que, o gosto dos antepassados que já confluíam para estas terras ribeirinhas do Rio Coura.</p>
<p>Com acessos pela Nacional 13, logo depois de <strong>Seixas</strong>, ou pela Nacional 301 que segue pelo Vale do Coura em direcção a Paredes de Coura, Vilar de Mouros está sempre à espera de quem precise se integrar mais e melhor com a natureza, sem deixar de ter o apoio de um comércio local a atender às suas mais emergentes solicitações.</p>
<p>Vilar de Mouros, uma das jóias dos tesouros do concelho de Caminha, é atracção para os festivais porque conta com espectaculares belezas naturais. São, portanto, as suas características naturais que motivam os promotores dos festivais.</p>
<p>O Rio Coura com as suas águas limpas a correr pelo meio da freguesia convida as pessoas a se banharem em vários pontos do seu leito, mas muito especialmente juntos às azenhas, onde a praia fluvial assume um maior protagonismo.</p>
<p>A ruralidade desta freguesia são atractivos para quem dá valor à natureza.Natureza ainda não agredida na forma como vem acontecendo em tantos outros locais, outrora, quase iguais a este.</p>
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		<title>Caminha e a Foz do rio Minho</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 10:00:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Situada no Alto Minho, no extremo Norte de Portugal, a 25 quilómetros da cidade de Viana do Castelo (capital do distrito), a freguesia de Caminha-Matriz é a única freguesia da vila de Caminha. A pequena área de Caminha é porém desfrutada ponto a ponto, face às potencialidades de que dispõe. É que, este espaço, todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Situada no Alto Minho, no extremo Norte de Portugal, a 25 quilómetros da cidade de Viana do Castelo (capital do distrito), a freguesia de Caminha-Matriz é a única freguesia da vila de Caminha.</p>
<div id="attachment_1936" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-1936" title="caminha" src="http://mediablog.viagenstravel.com/caminha.jpg" alt="Caminha" width="265" height="152" /><p class="wp-caption-text">Caminha</p></div>
<p>A pequena área de <strong>Caminha </strong>é porém desfrutada ponto a ponto, face às potencialidades de que dispõe. É que, este espaço, todo ele em área sensivelmente plana, isto é, a nível ribeirinho, compreende valores inquestionáveis.</p>
<p>Envolvida por barreiras naturais a estabelecerem os seus limites, estão; no sentido norte/poente o rio Minho, no sentido norte/nascente o rio Coura que, ali em Caminha desagua no rio Minho. Ambos os rios a servirem a freguesia com espectaculares cenários.</p>
<p>Ainda, pelos outros pontos cardiais, a sul e nascente, os limites, são exclusivamente partilhados com a freguesia de Vilarelho. Partilha de valores que encerram aspectos patrimoniais e turísticos relacionados com a zona amuralhada, com a linha dos caminhos de ferro e também a zona ribeirinha na proximidade da foz do rio Minho.</p>
<p>Caminha é sede de um concelho com 136 Km2 e engloba uma população de 16.085 habitantes, distribuídos por 20 freguesias.</p>
<p>Antiga e rica em património histórico e arquitectónico, é uma atraente vila do Alto Minho a norte de Viana do Castelo, e que faz fronteira com Espanha, estando a ela &#8220;ligada&#8221; pelo ferry-boat <strong>Santa Rita de Cássia</strong>, que atravessa o rio Minho. O concelho é limitado a norte pelo rio Minho, a nascente pelos concelhos de <strong>Vila Nova de Cerveira</strong> e Ponte de Lima e a poente pelo Atlântico.</p>
<p>Póvoa marítima, medieval e fronteiriça, a vila que dá nome e é sede do concelho de Caminha remonta à época da Independência, e desenvolveu-se como porto de navegação de cabotagem até que os Descobrimentos originaram a decadência deste seu papel. O concelho entrou então num modo de vida modesto, que só foi alterado no século XX, com a integração na rede viária do país e o desenvolvimento do turismo.</p>
<p>Povoação antiquíssima, nos seus arredores existem ainda alguns vestígios das civilizações proto e pré-históricas. Se bem que a bacia do Minho apresente alguns exemplares do período megalítico, a cultura dominante e que mais vestígios deixou nesta zona foi, sem dúvida, a castreja. As casas, quase todas do tipo redondo, denunciam marcas da cultura pré-céltica.</p>
<p>As freguesias, nomeadamente as que se situam nas encostas dos montes, patenteiam ainda um vasto património de <strong>antas</strong> e <strong>antelas</strong>. Do período da romanização ficaram pontes, caminhos e outros monumentos. Na Idade Média, e na luta contra a pirataria moura, germinou em Caminha um núcleo de construção naval e navegação de cabotagem, abrindo as portas de um modo de vida dependente do mar. Do porto de Caminha partiram barcos para diversas partes da Europa. Em 1284, D.Dinis concede-lhe foral, e, em 1392, D. João I fê-la porto franco. No reinado de D. Afonso V, a vila beneficiou de prerrogativas que lhe vieram dar um decisivo impulso para o desenvolvimento comercial. É ainda este rei quem, para a repovoar, a torna &#8220;couto de homiziados&#8221;, para aqui enviando reclusos e criminosos. Esta medida é reforçada por D.Manuel I e, mais tarde por D.João III.</p>
<p>Em 1512, D. Manuel confirma o foral velho, e procede à reconstrução do <strong>Forte da Ínsua</strong>. Durante a guerra da Restauração (1640), a vila tornou-se numa pequena praça de guerra. E na fase final das guerras entre liberais e absolutistas, Caminha, como boa parte das praças fortes do Norte, esteve em poder dos miguelistas.</p>
<h3>Monumentos</h3>
<p>Do seu exclusivo património edificado, entre outros, é de referir, a zona histórica com a <strong>Torre do Relógio</strong> (antiga porta de Viana), e demais área amuralhada. Igrejas Matriz, da Misericórdia, de Sto. António e de Sta. Clara. Capelas da Sra. da Agonia e de S. João do Nicho, de Sto. António dos Esquecidos. Chafariz do Terreiro, <strong>Casa das Pitas</strong>, e Casa das Leiras, casas dos Duques de Viseu e dos Duques de Caminha, os Paços do Concelho.</p>
<h4>Zona histórica com Torre do Relógio</h4>
<p>Monumento medieval da antiga cerca defensiva da vila (as antigas Portas de Viana), não sabemos mais o que admirar: se a beleza das ruas estreitas em lajedo, se a singularidade das moradias a revelarem fachadas artísticas, varandas, com elementos arquitecturais interessantíssimos.</p>
<p>Torre ameada da antiga cerca medieval. É atravessada por uma das entradas para o primitivo burgo, por um arco de volta quebrada.</p>
<h4>Conjunto Fortificado de Caminha</h4>
<p>O conjunto é constituído por cortinas de muralhas e baluartes do século XVII, destacando-se: baluarte da matriz; baluarte de Santo António; muralha da Graça; e Torre do Relógio. A torre, de planta quadrangular, conserva um pequeno eirado no qual assenta o suporte do sino, e nela se rasga a porta que outrora defendia a vila; sobre o arco está gravada a data de 1673 e figura uma pequena imagem de N. Sra. da Conceição. Caminha situa-se na entrada do rio Minho e tem ruas com características medievais.</p>
<h4>Igreja Matriz</h4>
<p>Renascentista plateresca com abside ogival de silhagem semelhante à da Sé de Braga. Tem três naves e uma única torre (belo exemplar da arte românica tardia, semelhante a muitas que se vêem pela Estremadura e Castela-à-Velha), obra do mestre bis- cainho e castelhano Tomé de Tolosa (1488), continuada por Pero Galego.</p>
<p>São notáveis: a porta principal, com arquivolta de meio ponto, enquadrada num alfiz, com desenhos platerescos; o portal do lado sul (por onde aliás se fazia a serventia do pessoal da vila), enquadrado por pilastras, sobrepostas por uma banda, entre molduras, com quatro edículas nas quais se vêem a imagem de S. Marcos e S. Lucas, ladeados por S. Pedro e S. Paulo. No interior, para além dos azulejos dos séculos XVII e XVIII, salienta-se o magnífico tecto de mudéjar de &#8220;par e nó&#8221; de madeira de bordo, obra do entalhador Francisco Munoz, de Tuy. Entretanto, e já no exterior, não poderemos deixar de admirar a platibanda onde o canteiro não quis deixar de, voltadas para a Galiza, apresentar duas curiosas gárgulas (goteiras).</p>
<h4>Chafariz do Terreiro</h4>
<p>Construído no ano de 1517 é obra do exímio canteiro João Lopes Filho</p>
<h4>Casa das Pitas</h4>
<p>Dos meados do séc. XVII (estilo manuelino tardio), velho solar com ameias e merlões chanfrados que coroam a fachada lateral, com portas e janelas de secção quadrangular.</p>
<h4>Forte de Ínsua</h4>
<p>No Séc. XII, na Ínsua de Caminha havia uma intensa actividade fluvial, marítima e comercial que se impunha defender da pirataria. D. Afonso III, ordenou a construção de uma muralha/forte que cercasse esta póvoa marítima, que foi reforçada ao longo dos séculos.</p>
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		<title>Vila Praia de Âncora é praia cosmopolita</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 09:00:38 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Situada na foz do <strong>rio Âncora</strong>, esta pequena e linda vila está abrigada num vale, protegida do vento pela <strong>Serra d&#8217;Arga</strong> a norte e pelo Monte de Santa Luzia a sul.</p>
<p>Antiga, como o provam os constantes achados pré-históricos e proto-históricos, Âncora deve o seu nome ao rio que, nascendo no sítio das <strong>Bezerreiras</strong> na Serra d&#8217;Arga, já nos limites da freguesia de S. Lourenço, os celtas e depois os romanos chamaram respectivamente de &#8220;Spaco&#8221; e os segundos à sua foz &#8220;Vicus Spacorum&#8221;, ou seja, terra ou herdade dos &#8220;Spacos&#8221;.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1899" title="vila-praia-de-ancora" src="http://mediablog.viagenstravel.com/vila-praia-de-ancora.jpg" alt="" width="600" height="206" /></p>
<p>Este rio, cujas margens, açudes e engenhos são de extraordinária beleza, era muito mais caudaloso na antiguidade, sendo a sua foz próxima do <strong>Forte do Cão</strong> e navegável até cerca de dois quilómetros.<br />
Sujeito a frequentes incursões de piratas marítimos, as comunidades viram-se obrigadas a refugiar-se nos vários ramos ou projecções, quer do <strong>Monte de Santa Luzia</strong>, quer da Serra d&#8217;Arga, conforme atestam os vestígios da cultura castreja encontrados no monte da Cividade, as ruínas do <strong>Convento de Bulhente</strong> e a <strong>Ermida de S. Pedro de Varais</strong>, etc., sendo de presumir que o mesmo tenha acontecido até finais do século XVII, altura em que D. Pedro II decidiu pôr-lhes cobro, mandando construir os Fortes do Cão e da Lagarteira (1690).</p>
<p>O nome primitivo de Âncora era o de <strong>Balthazares</strong>, comemorativo de uma célebre batalha entre lusitanos e romanos (os lusitanos chamavam a uma batalha &#8220;azar&#8221; e do mesmo modo como hoje, apelidamos a esta região &#8220;Vale do Âncora&#8221;, os lusitanos diriam &#8220;Vale de Azare&#8221; donde derivaria mais tarde &#8220;Baltazar&#8221;, sendo a capelinha de S. Brás, ainda existente, a Igreja Matriz primitiva.</p>
<p>Porém, e já em 563, esta povoação era chamada de Santa Maria de Vilar do Âncora, conforme se pode comprovar pela doação que o rei Suevo Theodomiro fez da quarta parte dos rendimentos da igreja ao Bispo de Tuy, doação essa que em 3 de Setembro da era e 1163 (1125 D.C.) a Rainha D. Teresa confirmou a seu filho D. Afonso Henriques.<br />
No século XIV desmembraram-se da freguesia de Santa Maria de Vilar de Âncora as de Gontinhães (actual Vila Praia de Âncora) e riba de Âncora tornando-se independentes.</p>
<p>Região notável, cheia de raridades históricas, campo vasto para os arqueólogos, com monumentos imprescindíveis para o conhecimento do período megalítico &#8211; Dólmen da Barrosa e a Cividade, perde-se a sua história na noite dos tempos &#8230;</p>
<p>Povoação com mais de 5 000 habitantes, dotada de um clima de grande amenidade, encrostada em colinas sobranceiras de encantadoras paisagens ou correndo pelo vale &#8211; o casario saltitando como gaivotas brancas no azul do céu, Vila Praia de Âncora é alegre como um sorriso de mar, fresca e viçosa como uma colina verde.</p>
<p><strong>Praia cosmopolita</strong>, centro piscatório de certo interesse comercial e industrial, rodeada de todas as infra-estruturas e requisitos da vida actual &#8211; a 9 Km da fronteira espanhola por <strong>Caminha</strong>, 30 de <strong>Valença</strong>, 80 do Porto, 60 de Braga e 13 de Viana do Castelo &#8211; é o centro confluente, quer de Verão, quer de Inverno, de todos os que, num simples fim de semana, um mero passeio automóvel ou no gozar das suas férias, gostam de apreciar as delícias do sol, do mar, e do rio, o colorido da paisagem ou saborear os pratos famosos da culinária minhota.</p>
<p>Actualmente, Vila Praia de Âncora, devido às suas praias e paisagens maravilhosas e aos seus vários monumentos, testemunhos da sua excepcional história, é uma cidade dedicada, essencialmente ao turismo.<br />
O seu património cultural e natural, o artesanato, os desportos aquáticos, a pesca e as tradições gastronómicas contribuem para que estadia em Vila Praia de Âncora seja para si, um momento inesquecível.</p>
<h3>Património Monumental</h3>
<h4>Forte de Vila Praia de Âncora ou Fortim da Lagarteira</h4>
<p>A porta do forte é encimada por pedra de armas reais; o balcão coberto é suportado por grossas mísulas e furado com mata-cães, processos defensivos medievais, ainda em uso nos fins do século XVII. Em Vila Praia de Âncora realiza-se todos os anos a Festa dos Homens do Mar, cujo ponto alto é uma imponente procissão com típicos andores ornamentados por artesãos locais, o que testemunha a sua longa tradição piscatória.</p>
<p>Construção do século XVII, com quatro baluartes. Destinava-se à protecção do porto. Este forte constitui um dos típicos exemplos das fortalezas marítimas do país. D. Pedro II mandou edificar a fortaleza para defesa dos ataques da pirataria à praia piscatória de Âncora e ao seu fértil vale. Recentes trabalhos de restauro respeitaram  os bons e sólidos elementos da antiga construção.</p>
<h4>Monte do Calvário</h4>
<p>Panorama surpreendente. Notável a extensa escadaria com Cruzeiros, a ermida antiquíssima e a gruta de Nossa Senhora de Lurdes.</p>
<h3>Rio Âncora</h3>
<p>De caprichoso recorte com as suas belíssimas quedas de água. É um rio truteiro.</p>
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		<title>Viana do Castelo: gastronomia e artesanato</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 08:30:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em Portugal, toda a gente sabe que me come muito bem no Norte, e Viana do Castelo fica bem a Norte. O bacalhau, cozido ou assado, é obrigatório nesta região, e cada restaurante tem a sua especialidade. Outro prato a sugerir é o Sarrabulho, em papas ou arroz, com porco desfeito. Os rojões têm tradição, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Portugal, toda a gente sabe que me come muito bem no Norte, e Viana do Castelo fica bem a Norte. O <strong>bacalhau</strong>, cozido ou assado, é obrigatório nesta região, e cada restaurante tem a sua especialidade.</p>
<div id="attachment_1912" class="wp-caption alignright" style="width: 261px"><img class="size-full wp-image-1912" title="viana-ouro" src="http://mediablog.viagenstravel.com/viana-ouro.jpg" alt="Ouro de Viana do Castelo" width="251" height="152" /><p class="wp-caption-text">Exuberância do Ouro</p></div>
<p>Outro prato a sugerir é o <strong>Sarrabulho</strong>, em papas ou arroz, com porco desfeito. Os rojões têm tradição, também com pedaços de porco e cabrito assado são igualmente especialidades aqui. Por fim, a lampreia, sável e truta, e o cabrito à moda de Viana, completam as principais paragens obrigatórias no percurso gastronómico Vianense que é de uma invulgar riqueza.</p>
<h3>Vinhos</h3>
<p>Viana do Castelo pertence à região dos <strong>Vinhos Verdes</strong>. Existem referências a este vinho que ascendem ao tempo dos romanos. Na sub-região do Vale do Lima, com um típico clima atlântico, é produzido um vinho jovem, ligeiramente frutado e ácido, com um bouquet delicadamente seco, por vezes com notas adocicadas. Tradicionalmente, este vinho deve beber-se de preferência com peixes, mariscos ou carnes brancas. No entanto, presentemente a tendência é para o beber como aperitivo, devido à sua ligeireza e frescura.</p>
<h3>Doçaria</h3>
<p>Rabanadas, cavacas de Viana, sidónios, torta de Viana, meias-luas, e os doces à base de doce de ovos como os manjericos e barquilhos, entre outras variações, são obrigatórios para os mais gulosos.</p>
<h3>Artesanato</h3>
<p>Viana do Castelo é para o coleccionador e amante da arte uma das mais conceituadas marcas de faiança portuguesa. A palavra <strong>Vianna</strong>, cuidadosamente escrita, figura em antigos utensílios de farmácia de cor azul e branca. Em museus e colecções, encontra-se um &#8220;V&#8221;, em cor de vinho ou amarelo, em antigos pratos bem decorados, em tinteiros, pias de agua benta, vasos e muitas outras peças de uso mais ou menos requintado. A primeira fabrica data de 1774.</p>
<p>A cerâmica de Viana teve sempre um lugar de relevo em Portugal. Daqui saíram, no passado, faianças que, através das suas decorações, procuravam imitar porcelanas preciosas que os marinheiros portugueses tinham importado para a Europa, pela primeira vez. No desejo de competir com a porcelana e por um processo especial do qual faz parte a adição de caulino, surgiu um tipo de faiança especialmente fina, a faiança &#8220;sonante&#8221;, verdadeiramente &#8220;vibrante&#8221;.</p>
<p>Já nos primórdios da manufactura se fizeram, alem de louças, utensílios ricamente pintados para farmácias, igrejas e mosteiros. A pintura dessa época era sobretudo monocromática: azul ou &#8220;vinoso&#8221;, isto é, uma cor de vinho purpura. Este trabalho floresceu, sobretudo com a exportação para o Brasil a partir do próprio porto de Viana.<br />
Os novos produtos de Viana são rigorosamente, uma variante da porcelana e não mais uma louça tradicional. É um tipo de louça resistente e tão pesada como a porcelana que era usada em hotéis no tempo dos nossos avós.</p>
<p>Das várias regiões de Portugal onde se concentra desde então a industria cerâmica, o Norte sempre se distinguiu pela qualidade e valor artístico dos seus produtos de faiança. E o distrito de Viana do Castelo assume lugar preponderante, graças ao finíssimo caulino proveniente das abundantes barreiras de Alvarães, no concelho de Viana do castelo. A <strong>louça de Viana</strong> pintada à mão sobre fundo leitoso, é altamente apreciada pelos coleccionadores, pela variedade e originalidade das formas e da decoração, policroma ou monocromática, com predomínio do azul e da cor-de-vinho.</p>
<p>&#8220;Os azuis começam no tom mais intenso e diluem-se em aguas sucessivas com as cambiantes do céu e das águas que o reflectem no rio e no mar nesta região do &#8220;Alto Minho&#8221;.</p>
<p>A Fábrica de Louça Regional de Viana, da Meadela (Viana do Castelo), tem-se empenhado em manter a tradição da faiança Vianense, dedicando-se à pesquisa das melhores condições de fabrico e ao aperfeiçoamento constante do trabalho artístico das peças, pintadas à mão por delicados artesãos da região, na linha dos motivos tradicionais da Louça de Viana.</p>
<p>Em Viana cada peça é pintada à mão, isto é, rigorosamente pintada à mão e não uma ou duas pinceladas depois do motivo imprimido. Com um certo saber próprio, é aqui criada uma porcelana sem par, aquela que é trabalhada segundo inspirações que se inserem no verdadeiro sentido da tradição de faiança portuguesa e que satisfaz as maiores exigências. Cada peça é, e deverá ser, única. Um prato pintado de manhã nunca será igual àquele que o artista conclui à tarde, pois está sempre dependente da sua personalidade, que garante à sua obra a sua individualidade. Cada peça &#8211; quer um simples vaso, quer uma travessa -, è assim uma verdadeira peça de colecção.<br />
A rigorosa selecção das matérias primas permite produzir peças isentas de cádmio e chumbo, e devido ao facto da temperatura de cozedura ultrapassar os 1415ºC as peças apresentam-se com 0% de absorção.</p>
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		<title>Viana do Castelo é boa de visitar</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 08:00:02 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A qualquer hora Viana do Castelo é boa de visitar, desde manhã cedo com os vianenses cruzando a Praça do Município, antes dita <strong>da Rainha</strong>, para saberem se o mundo mudou desde o dia anterior. Centro recreativo da cidade, a praça vive até altas horas as noites encaloradas, os cafés estendendo-se por esplanadas que o borrifo das fontes torna mais sedutoras no Verão.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_1915" class="wp-caption aligncenter" style="width: 646px"><img class="size-full wp-image-1915 " title="viana-santa-luzia" src="http://mediablog.viagenstravel.com/viana-santa-luzia.jpg" alt="Santa Luzia em Viana do Castelo" width="636" height="331" /><p class="wp-caption-text">Basílica de Santa Luzia em Viana</p></div>
<p>E quando as bicas e os finos se vão, há ainda quem fique, esperando talvez no nevoeiro que certas noites sobe do <strong>rio Lima</strong>, encontrar o príncipe ou princesa dos seus sonhos.</p>
<p>A noite é mágica em Viana do Castelo. A não perder, para apreciar a História ou viver as romarias que Verão afora enchem o Minho. São contos de luz e emigração, fé e &#8220;franceses de obrigação&#8221;, num rodopio que começa em muitas alvoradas, foguetório estralejando no dormir de muita gente, noites de vinho verde e minhoto, por isso bom, anunciando ressaca feliz no próximo vir do Sol.</p>
<p>Repositório artístico cobrindo do <strong>Manuelino</strong> à <strong>Art Deco</strong>, Viana do Castelo desdobra em cada esquina um novo edifício a descobrir, catálogo que pode desatinar o mais arrumado apreciador destas coisas. E janelas, senhores, que profusão de estilos e soluções.</p>
<p>A subida a <strong>Santa Luzia</strong> ao fim da tarde é uma aventura a que o <strong>funicular</strong> sempre convida. E lá do alto do promontório, enquanto a luz desce no mar, tudo banhando de um rosa mágico, descobre-se por onde a vista alcança, porque D. Afonso III no século XIII, ao referir-se a Viana (então e até 1848, de <strong>Foz do Lima</strong>) disse: é uma das vilas do meu reino que muito amo (&#8230;).</p>
<p>Ficar em Viana é fácil, fora do período de Agosto, em que as festas da <strong>Senhora da Agonia</strong> fazem da cidade o mesmo que o S. João faz ao Porto: atravancam tudo. E a dois passos da cidade praias de areias doces, como a <strong>praia do Cabedelo</strong>, aguardam os mais amantes de sol, do mar e dos desportos aquáticos.</p>
<p>Toda a região de Viana está virada ao mar, em anfiteatro, exposta aos ventos que do Atlântico arrastam grandes massas de vapor de água, as quais vêm condensar nos montes vizinhos.<br />
Não é, pois, à riqueza do seu solo, que deve a luxuriante verdura que tanto a caracteriza, e a variada gama de produtos que apresenta, mas sim à abundância de água que o lavrador explora com afinco, e que permite a prática de culturas irrigadas, às extrumações em que ele não é avaro, e aos incessantes cuidados que ele ministra às suas culturas.</p>
<h3>Património Monumental</h3>
<h4>Igreja Matriz de Viana do Castelo</h4>
<p>É um templo do séc. XV que denota a influência de canteiros galegos. O portal, com múltiplas arquivoltas, apresenta esculturas dos apóstolos e as aduelas profusamente decoradas. É sobrepujado por uma rosácea. A franquear o conjunto, estão duas volumosas torres coroadas por ameias chanfradas. O interior é de três naves com capelas no transepto. Imóvel de Interesse Público.</p>
<h4>Igreja da Misericórdia</h4>
<p>A sua construção foi iniciada em 1520 e prolongou-se até finais do século. O projecto deve-se a João Lopes, o Moço. É uma das obras de arquitectura civil mais interessantes desta época. A fachada, voltada para a Praça, é formada por duas varandas alpendradas com colunas profusamente esculpidas, que assentam numa arcaria de arcos de volta redonda com colunas jónicas. A encimar a fachada tem um frontão triangular. No lado poente, salienta-se o portal de granito, com diversas esculturas.</p>
<h4>Casa de João Velho ou dos Arcos</h4>
<p>Edifício do séc. XV que pertenceu ao navegador João Velho. Tem ao cimo do piso térreo um alpendre em arcaria que faria parte de um conjunto de arcadas que envolvia a <strong>Praça Velha</strong>.<br />
Dos três arcos, dois são ogivais e um de recorte românico. Na fachada principal, apresenta três elementos antropomórficos esculpidos. Interiormente foi objecto de sucessivas alterações, sendo as que efectuaram em 1914, para ali se instalar o Instituto Histórico do Minho, as que mais o descaracterizaram.</p>
<h4>Chafariz da Praça da República</h4>
<p>Chafariz em granito, de dupla taça, com quatro carrancas de onde jorra a água para um tanque. Foi elaborado por João Lopes, o Velho, canteiro vianês, e concluído em 1559. A coluna fusiforme, termina com vários elementos fitomórficos e zoomórficos e é encimada por esfera armilar, de ferro. Monumento Nacional<br />
Forte ou Castelo de Santiago da Barra A construção foi iniciada no reinado de D. Sebastião (1507), e sofreu ampliações e reformas no princípio da dominação filipina. Em 1770 e 1779 foi objecto de novas reparações e reconstruções. É um forte de forma poligonal, abaluartado. Conserva ainda, a norte, um revelim. Imóvel de Interesse Público.</p>
<h4>Igreja de Nossa Senhora do Carmo</h4>
<p>A classificação inclui o claustro, a capela nele existente, o recheio de talha e a imaginária. Pertenceu aos Carmelitas Descalços. Foi construída na primeira metade do séc. XVII (1621 &#8211; 1647). De realçar as talhas dos altares da nave e transepto, o forro em caixotões e a sacristia com os arcazes, azulejos do séc. XVIII e molduras em talha. Imóvel de Interesse Público.</p>
<h4>Palácio dos Viscondes de Carreira ou dos Távoras</h4>
<p>É uma construção do séc. XVI que foir reformada em inícios do séc. XVIII. A fachada, de dois pisos, é corrida. Três dos portais, decorados, denotam influências manuelinas. No andar nobre, alternam janelas de sacada e de peito. Todas têm molduras de pedra lavrada, havendo duas em que a decoração se estende praticamente até à cornija. Ao centro, o brasão dos Abreu Lima veio substituir o dos Távoras, destruído durante a vigência do Marquês de Pombal. A casa é coroada por ameias estilizadas.</p>
<h4>Antigos Paços do Concelho de Viana do Castelo</h4>
<p>A construção foi iniciada no reinado de D. Manuel I e concluído já com D.João III. É um edifício de dois pisos inteiramente construídos em granito, e em que o piso térreo é formado por um alpendre com três arcos ogivais. No andar superior desenvolvem-se três janelas de sacada. O imóvel é coroado por ameias chanfradas. É ainda visível, a encimar as janelas, um escudo régio, uma esfera armilar e um veleiro, símbolo heráldico de Viana do Castelo.</p>
<h4>Citânia de Santa Luzia (Ruínas da cidade velha de Santa Luzia)</h4>
<p>Povoado fortificado da Idade do Ferro / época romana, extensamente escavado, sendo de referir o aparelho de algumas construções e os espaços domésticos organizados em &#8220;bairros&#8221;.Farol de Montedor</p>
<h3>Farol de Montedor</h3>
<p>O Farol de Montedor está localizado na zona norte de Viana do Castelo, mais exactamente na freguesia de Carreço na posição: 41º 44&#8242; 9&#8221; N / 008º 52&#8242; 4&#8221; W. É um marco, e um local de muitas festividades.</p>
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		<title>Esposende e o rio Cávado</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 07:00:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O concelho de Esposende situa-se no Norte de Portugal, mais precisamente no Minho e pertence ao distrito de Braga. Deste distrito, com 13 concelhos, é o único com território litoral. Limitam-no a Norte o concelho de Viana do Castelo, a Sul o da Póvoa de Varzim e a Nascente o de Barcelos. O Oceano Atlântico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O concelho de Esposende situa-se no Norte de Portugal, mais precisamente no Minho e pertence ao distrito de Braga. Deste distrito, com 13 concelhos, é o único com território litoral. Limitam-no a Norte o concelho de Viana do Castelo, a Sul o da Póvoa de Varzim e a Nascente o de Barcelos.</p>
<div id="attachment_1910" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-1910" title="forte-esposende" src="http://mediablog.viagenstravel.com/forte-esposende.jpg" alt="Forte de Esposende" width="265" height="155" /><p class="wp-caption-text">Forte de Esposende</p></div>
<p>O Oceano Atlântico banha-o a Poente numa extensão aproximada de 14 Km. O seu território estende-se por uma área de 95,18 Km2, representando 3,41% da área total do Distrito de Braga. É atravessado pelos rios Cávado, mais a Sul, e pelo Neiva a Norte.</p>
<h3>Rio Cávado</h3>
<p>O Rio Cávado nasce em Portugal na <strong>serra do Larouco</strong> perto da fronteira com Espanha, efectuando o seu percurso inteiramente em território português.<br />
Percorre-o até à foz em Esposende, onde forma um pequeno porto. A bacia hidrográfica do Cávado integra as Serras do Gerês, Larouco, Barroso, Cabreira e Amarela, correndo o rio ao longo dos limites do Parque Nacional da Peneda Gerês. As suas margens são pitorescas e férteis e as águas ricas em peixe. Na foz, de pouco fundo, em Esposende, existem uns grandes rochedos denominados de <strong>Cavalos de Fão</strong>.</p>
<p>O seu grande caudal resulta da forte pluviosidade que se regista ao longo do curso do rio, o seu declive acentuado e bem como o dos seus principais afluentes, levaram à construção de um complexo de aproveitamentos hidroeléctricos nas suas bacias. Os seus principais afluentes são, na margem direita, o rio Homem e na margem esquerda, o rio Rabagão ou Mizarela. No seu percurso o rio é atravessado por várias pontes de grande interesse arquitectónico ou histórico, algumas classificadas como monumentos nacionais.</p>
<p>Se estamos a discorrer bastante sobre o rio Cávado é porque efectivamente a natureza de Fão se confunde imenso com aquilo que o Cávado lhe determina.</p>
<h3>Património</h3>
<p>Esposende possui um rico património que reúne alminhas, igrejas, moinhos de vento, castros, azenhas, casas solarengas, um passado de arte que convida a descobrir. Para além de um conjunto assinalável de monumentos que nos conduzem desde épocas pré-históricas até aos confins da Idade Média.</p>
<p>É a partir do séculos XVI, com forte incidência na era setecentista, que Esposende vê o seu território ocupado por belos e interessantes monumentos representativos do nosso património civil, militar e religioso. São sinal de uma pujança económica cuja base representa a caminhada farta do ouro do Brasil que em grande parte transformou a paisagem concelhia.</p>
<h3>Pelourinho de Esposende</h3>
<p>De entre as muitas obras arquitectónicas que Esposende oferece, tal como outras, também o pelourinho se destaca. Localizado no Largo do Pelourinho, este é classificado como um Imóvel de Interesse Público. É caracterizado por possuir um fuste prismático, anelado, encimado por um capitel que suporta um elemento onde estão representadas a Cruz de Cristo e a esfera armilar que também o rematam.</p>
<h3>Capela de São Lourenço</h3>
<p>A capela de São Lourenço, datada do século XV, está integrada na paisagem do concelho de Esposende, e é considerada um marco da arquitectura religiosa da localidade. A capela fica situada num cume, sendo considerado o melhor miradouro de Esposende, com uma excelente vista para o mar.</p>
<h3>Forte de Esposende</h3>
<p>O forte de Esposende, situado no Lugar do Rio, é um dos aspectos monumentais deste concelho. Este forte é caracterizado pela sua planta rectangular e em cada um dos ângulos apresenta um baluarte e uma guarita. É uma construção datada dos finais do século XVII, inícios do século XVIII, tendo sido mandado construir por D. Pedro II. Este forte integrava-se no plano defensivo da costa portuguesa, com a finalidade de proteger a entrada do Rio Cávado. A comprovar a sua importância é a sua classificação de Imóvel de Interesse Público.</p>
<h3>Património Natural</h3>
<p>Esposende é constituído por praias de mar e de rio (Neiva e Cávado), dunas primárias e secundárias, o cabedelo do Rio Cávado e ainda áreas de mata e zonas agrícolas, a Área de Paisagem Protegida do Litoral de Esposende (APPLE) existe desde 1987.</p>
<h3>Geografia</h3>
<p>Em termos orográficos, apresenta diferenças notórias que podem ser identificadas como:<br />
A <strong>Planície Litoral</strong> que se estende desde Apúlia a S. Paio de Antas, com níveis de altitude pouco variáveis e apresentando cotas muito baixas. Caracteriza-se pelos terrenos férteis, de grande apetência para os produtos hortícolas, abundância de seixos de origem marinha o que nos prova que nesta plataforma se espraiaram as águas do Oceano Atlântico.<br />
A <strong>Arriba</strong>, que limita a Nascente a Plataforma Litoral, estende-se entre S. Paio de Antas e Palmeira de Faro, ou melhor dizendo, entre os Rios Neiva e Cávado. Apresenta uma altitude média de 200 metros. Pelos vestígios geológicos verifica-se que foi talhada pelo mar, no próprio granito, durante o Período Quaternário.<br />
O <strong>Planalto interior</strong>, a Nascente da Arriba, apresenta altitudes que chegam aos 280 metros, e caracteriza-se pela abundância de bosques e matas, uma agricultura mais virada para a pecuária.</p>
<h3>Gastronomia</h3>
<p>O concelho de Esposende é também um local recheado de bons restaurantes onde se pode apreciar os mais saborosos pratos de peixe. O Restaurante Mira Rio é um exemplo de onde se pode saborear um fabuloso linguado ou robalo grelhado e ao mesmo tempo desfrutar de uma vista panorâmica. Este restaurante é também famoso pela confecção de rojões à minhota e cozido à portuguesa. No Restaurante Pinhal da Foz, a especialidade recai sobre pratos de arroz de marisco, arroz de tamboril ou então um bife na pedra ou cabrito assado.</p>
<p><strong>Açorda da Mãe </strong><br />
Ingredientes: posta de bacalhau; tomate; cebola; alhos; azeite; pão de trigo (duro); sal; cominhos; louro.<br />
Numa travessa, deita-se a açorda que deve ficar bastante solta. Enfeita-se com salsa picada.</p>
<h3>Artesanato</h3>
<p>Se há descaracterização cultural, esta é mais notória no abandono das velhas práticas artesanais. Sabe-se que a concorrência de produtos fabricados em série veio desmotivar os artesãos e aqueles produtos que, habilmente saíam das suas mãos, deixaram de ter competitividade.<br />
No concelho de Esposende, o trabalho em granito emoldura a estrada nacional 13 e estes &#8220;ateliers&#8221; vão conquistando, pouco a pouco, o seu mercado.</p>
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		<title>Fão e Ofir com Esposende do outro lado do Cávado</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 06:00:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Após a passagem pela vila da Apúlia, deve-se seguir pela costa em direcção a Ofir e Fão. Este milenar lugar, cheio de tradições e de lendas, tem razões suficientes para que seja considerado, num todo, um dos principais centros históricos do concelho, com um património muito vasto. Albergando pouco mais que 2.500 habitantes, tornou-se numa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após a passagem pela vila da Apúlia, deve-se seguir pela costa em direcção a <strong>Ofir</strong> e <strong>Fão</strong>. Este milenar lugar, cheio de tradições e de lendas, tem razões suficientes para que seja considerado, num todo, um dos principais centros históricos do concelho, com um património muito vasto.</p>
<div id="attachment_1902" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-1902" title="ponte-fao" src="http://mediablog.viagenstravel.com/ponte-fao.jpg" alt="Ponte metálica de Fão" width="265" height="162" /><p class="wp-caption-text">Ponte de Fão</p></div>
<p>Albergando pouco mais que 2.500 habitantes, tornou-se numa área de prestígio entre aqueles que a visitam devido ao seu património monumental e às praias banhadas por uma paisagem dunar protegida em Ofir.</p>
<h3>Monumentos</h3>
<p>A freguesia de Ofir é conhecida pela sua vasta oferta de património monumental. No que respeita a igrejas, é importante fazer referência à <strong>capela da Bonança</strong>, uma pequena ermida sobranceira ao mar, agora rodeada por vasto pinhal e inserida na Área de Paisagem Protegida.</p>
<p>Ao lado encontram-se as ruínas de um Facho, ponto luminoso que servia de orientação aos barcos para a entrada na barra da Foz do Cávado e como defesa dos penedos da costa, denominados de <strong>Cavalos de Fão</strong>. Esta capela está ligada à devoção de marinheiros e pescadores. Daí o título das imagens de <strong>Nossa Senhora da Bonança</strong>, da Boa Viagem e das Boas Novas. A Festa costuma realizar-se em Agosto, por especial devoção de pescadores e emigrantes.</p>
<p>Ainda nesta freguesia existe uma construção de princípios do século XVIII e enquadra-se num estilo próprio dos Santuários de Peregrinação &#8211; o <strong>Templo do Bom Jesus de Fão</strong>. Teve privilégios reais, assumidos pelo Rei D. Luís I, tendo sido colocadas as Armas reais na sua fachada principal. Ao monarca foi-lhe concedido o Título de Irmão Benfeitor e Protector da Irmandade do Bom Jesus de Fão. A Necrópole de Fão, um dos mais importantes cemitérios da Idade Média em toda a Península Ibérica, apresenta-se com cerca de 200 sepulturas cuja cronologia se intervala entre os séculos XI e XIV.</p>
<p>A dada altura podemos avistar a <strong>ponte metálica de Fão</strong>, outro marco importante deste local. Esta ponte sobre o rio Cávado, foi construída no ano de 1888. Como prova da sua importância está o facto desta ser classificada como Imóvel de Interesse Público. Após a saída da Ponte, depois de se inteirar das belezas de Fão antiga, sugerimos seguir em direcção à estância balnear de Ofir. É o convite para uma paragem, não só para olhar o mar, os cavalos de Fão ou a praia, mas também para se integrar fisicamente no frenesim provocado pela actividade dos hotéis, bares, discotecas e casas de artigos regionais. Aqui, como dizia o poeta Eugénio de Andrade <strong>mais do que destas ruas, sou das dunas de Fão</strong>.</p>
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		<title>Apúlia vila de praia e de moinhos</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 23:15:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minho]]></category>
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		<category><![CDATA[Casa de Banhos]]></category>
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		<category><![CDATA[restaurante Camelo]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tinto]]></category>

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		<description><![CDATA[Apúlia, situada no concelho de Esposende, é um local que só pelos seus recursos atrai os amantes das belas paisagens. Situada apenas a 8 quilómetros da cidade da Póvoa de Varzim, é uma vila que prima pelas suas límpidas praias. Para poder desfrutar das suas paisagens, quem vem do Porto pode optar pelo caminho do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apúlia, situada no concelho de Esposende, é um local que só pelos seus recursos atrai os amantes das belas paisagens. Situada apenas a 8 quilómetros da cidade da Póvoa de Varzim, é uma vila que prima pelas suas límpidas praias.</p>
<div id="attachment_1908" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-1908" title="praia-apulia" src="http://mediablog.viagenstravel.com/praia-apulia.jpg" alt="Praia da Apúlia" width="265" height="134" /><p class="wp-caption-text">Praia da Apúlia</p></div>
<p>Para poder desfrutar das suas paisagens, quem vem do Porto pode optar pelo caminho do itinerário complementar IC1 até à Apúlia ou em alternativa aceder aos serviços rodoviários regulares dos Transportes Linhares ou Auto Viação Minho.</p>
<p>À entrada desta localidade poderá  observar-se algumas casas típicas de construção circular, já centenárias, e que serviam em outros tempos para guardar os aprestos utilizados na <strong>apanha do sargaço</strong> pelos lavradores/pescadores de <strong>Rio Tinto</strong> e <strong>Fonte Boa</strong>.</p>
<p>Esta vila, de fundação romana, é um pólo balnear por excelência. Rara era a família aristocrática de oitocentos, oriunda do interior do distrito de Braga, que aqui não possuísse uma <strong>Casa de Banhos</strong>. A sua riqueza em <strong>iodo</strong>, a recolha e seca de algas marinhas e a grandeza dos areais, transformavam Apúlia numa das praias mais apetecíveis do litoral norte do País. Esta localidade com pouco mais de quatro mil habitantes tem como principais actividades económicas a pesca, a agricultura, a indústria têxtil e como é claro, o turismo.</p>
<h3>Praia da Apúlia</h3>
<p>A <strong>praia de Apúlia</strong>, pelas suas condições naturais e propriedades terapêuticas que lhe são atribuídas, é muito procurada na época balnear. Próximo da área existem restaurantes e cafés. A praia é alvo de vigilância por parte dos nadadores salvadores de serviço e por capitania. A praia da Apúlia tem também ao dispor uma área destinada a actividades desportivas, tendo uma rede para jogar voleibol e em horário específico é possível desfrutar de uma aula de ginástica acrobática.</p>
<p>No que respeita ao aspecto monumental, esta vila possui inúmeras capelas e uma igreja matriz, cuja data remonta pelo menos a 1696. Das capelas mais importantes salienta-se a de Nossa Senhora do Amparo, no <strong>Lugar de Criaz</strong>.</p>
<p>No plano etnográfico, além de algumas lendas à volta do nome e dos habitantes de Apúlia, bem como sobre a fundação de algumas das suas capelas, o que, de facto marca a etnografia apuliense, é o fenómeno ligado ao mundo do sargaço.</p>
<h3>Artesanato</h3>
<p>Uma das curiosidades naturais de Apúlia é a sua lagoa. Povoada de juncos e &#8220;palha da lagoa&#8221;, esta é, ainda hoje, aproveitada para o fabrico artesanal de caldeirões, tapetes, capachos e coberturas de cabanas.</p>
<p>Embora este fabrico artesanal seja muito apreciado, aquele que desperta mais interesse são os trajes tradicionais, designados por branquetas de Apúlia. Este artesanato, com origem na zona do Minho, é um original traje de trabalho em burel branco usado pelos sargaceiros de Apúlia para a tradicional apanha do sargaço. É feito num tecido manual de lã forte, quente e de grande eficácia isoladora. Por vezes é comparado aos antigos trajes romanos. A fabricação do burel é sujeita a uma operação muito específica chamada &#8220;pisoagem&#8221;, na qual utilizam um aparelho hidráulico, chamado <strong>pisão</strong>.</p>
<h3>Gastronomia</h3>
<p>O <strong>restaurante Camelo</strong> é um marco da gastronomia na vila de Apúlia. Situado na rua do facho e com vista para o mar da Apúlia, este tem um tipo de restauração estritamente regional. O Camelo tem como principais pratos o cabritinho assado no forno e arroz de galo de pé descalço, o famoso arroz de peixe e bacalhau à Camelo e robalo assado no forno. Tal como não podia deixar de ser a baba de camelo é a especialidade para a sobremesa.</p>
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