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	<title>Viagens Travel: o site das viagens e do lazer</title>
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		<title>Gouveia na vertente norte da Serra da Estrela</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 22:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra da Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[Bacalhau com Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Gouveia]]></category>
		<category><![CDATA[Morcela]]></category>
		<category><![CDATA[Perdizes Lá De Casa]]></category>

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		<description><![CDATA[De regresso à EN 232, continuamos o percurso a caminho de Gouveia, no cenário natural da Serra da Estrela e da paisagem beirã. Gouveia localiza-se na vertente norte da Serra da Estrela. Itinerário Depois, sente-se num banco do jardim municipal e recorde calmamente todos os locais singulares desta inesquecível viagem por terras beirãs. Acaba assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De regresso à EN 232, continuamos o percurso a caminho de Gouveia, no cenário natural da Serra da Estrela e da paisagem beirã. Gouveia localiza-se na vertente norte da Serra da Estrela.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-804" title="Gouveia: Convento de São Francisco" src="http://mediablog.viagenstravel.com/gouveia-convento-sao-francisco.png" alt="Gouveia: Convento de São Francisco" width="600" height="256" /></p>
<h3>Itinerário</h3>
<p>Depois, sente-se num banco do jardim municipal e recorde calmamente todos os locais singulares desta inesquecível viagem por terras beirãs. Acaba assim este percurso por terras da Serra da Estrela, aberta sempre à sua visita, recolhendo-o, esplendorosa, e cheia de encantos para oferecer.</p>
<p>Poderá ter a oportunidade única de experimentar a <strong>Morcela</strong> à moda de Gouveia, <strong>Chouriços de Bofes</strong>, o famoso <strong>Bacalhau com Leite</strong> e ainda, as chamadas <strong>Perdizes Lá De Casa</strong>, e claro está que terá a experiência única de provar na própria Região o Vinho do Dão.</p>
<p>Aqui é dada a opção de passar a noite na <strong>Casa do Toural</strong>, que possui cinco quartos apenas. A Pensão Estrela é outra possibilidade com 17 quartos.</p>
<h3>História</h3>
<p>Analogamente Gouveia encontrou a génese do seu nome nas belezas da região. Aparece em Forais, Inquisições e noutros documentos com a designação de Gaudella (adjectivo latino sinónimo de prazer, satisfação, gozo).<br />
Implantada na Lusitânia, foi povoada desde os tempos remotos pelos Hermínios e Iberos, povo este a que se deve a sua fundação no ano de 580 a. c..</p>
<p>No século VIII , foi ocupada pelos mouros, a qual ainda hoje se observa os seus testemunhos em vestígios toponímicos e lendas.</p>
<p>Em valores humanos o Concelho é riquíssimo, destacando-se os seus filhos nos mais diversos domínios. Podemos apontar alguns tais como: na ciência Bento Moura de Portugal; nas letras Vergílio Ferreira; na política D. António Serpa Pimentel, ex-ministro dos estrangeiros, das obras públicas e das finanças no final do século XIX; nas artes Abel Manta e na Igreja o Cardeal Mendes Melo, Patriarca de Lisboa de 1907 a 1929.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-809" title="Vista da Serra da Estrela" src="http://mediablog.viagenstravel.com/serra-estrela-vista.png" alt="Vista da Serra da Estrela" width="600" height="282" /></p>
<h3>Actividade económica</h3>
<p>Gouveia chegou a ser considerada &#8220;O Tear da Beira&#8221; pois desde os primórdios da nacionalidade foi um importante centro industrial de Lanifícios. Por volta de 1873 havia em todo o Concelho 23 fábricas de tecido, com 192 teares manuais e apenas em Março de 1874 veio para Gouveia, a primeira máquina para a indústria de tecidos.<br />
A pastorícia também ocupou um lugar relevante na economia local, pelo que é frequente ver rebanhos de ovinos e caprinos grandiosos.</p>
<p>Não podemos deixar de referir as adegas, salas de provas e venda aos tão deliciados Vinhos do Dão.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-811" title="Praça de São Pedro em Gouveia" src="http://mediablog.viagenstravel.com/gouveia-praca-sao-pedro.png" alt="Praça de São Pedro em Gouveia" width="499" height="323" /></p>
<h3>Recursos Arquitectónicos/ Históricos e Culturais</h3>
<p>Veja a <strong>Praça de S. Pedro</strong> com a Igreja Matriz com mesmo padroeiro caracteriza-se por ser uma pequena catedral, de majestosa e imponente construção do século XVIII. Os seus azulejos constituem uma particularidade original da arte portuguesa da decoração barroca, que apenas foram aplicados na reconstrução de 1940. esta Igreja incita-nos à meditação graças ao seu conjunto de beleza arquitectónica, constituindo uma valiosa amostra da arte sacra portuguesa.</p>
<p>A sua Igreja da Misericórdia data do século XVIII, em 1721. os frontões da janela com conchas diz-nos que é de características barrocas. O brazão com a coroa e armas reais lembra a instituidora das misericórdias em Portugal, a Rainha D. Leonor.</p>
<p>No antigo Colégio Jesuíta estão hoje instalados os actuais Paços do Concelho.</p>
<p>No antigo <strong>Solar dos Condes de Vinhó</strong>, encontra-se o Museu Municipal de Arte Moderna Abel Manta onde se pode ver as pinturas pré-modernistas deste pintor gouveense.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-806" title="Gouveia: Casa da Torre" src="http://mediablog.viagenstravel.com/gouveia-casa-torre.png" alt="Gouveia: Casa da Torre" width="500" height="340" />Ao lado do anterior museu mencionado, repare na janela manuelina da <strong>Casa da Torre</strong>, antiga residência dos Távoras, Marqueses de Gouveia.</p>
<p>Ainda na Praça de S. Pedro fica implantado um imponente edifício setecentista onde funciona a Biblioteca Municipal cujo patrono é Vergílio Ferreira.</p>
<h3>Lazer</h3>
<p>Para os noctívagos, não se preocupem pois aqui encontrarão quatro bons bares e ainda dois outros salões de jogos onde poderão permanecer até às três da manhã.</p>
<h3>Parques Temáticos e Jardins Botânicos</h3>
<p>Gouveia tem dois centros hípicos, são eles o Picadeiro da Casa de Gouveia e o Centro Hípico de Gouveia.<br />
Como &#8220;Cidade Jardim&#8221;, encontra em Gouveia jardins com beleza única, alguns deles com instalações sanitárias.<br />
Possui também um Parque Zoológico onde se encontram espécies autóctones mais representativas da zona.</p>
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		<title>Penhas Douradas e Poio Negro</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 21:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra da Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[Angela]]></category>
		<category><![CDATA[Poio Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Pousada de S. Lourenço]]></category>
		<category><![CDATA[Rasa]]></category>

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		<description><![CDATA[Indo pela EN 232 passa-se a Pousada de S. Lourenço, a 1285 metros de altitude, depois vê-se o Observatório Meteorológico e mais à frente eis as Penhas Douradas, a 1668 metros de altitude. Fica a caminho de Gouveia, na estrada que atravessa a Serra da Estrela de ponta a ponta. História As Penhas Douradas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Indo pela EN 232 passa-se a <strong>Pousada de S. Lourenço</strong>, a 1285 metros de altitude, depois vê-se o Observatório Meteorológico e mais à frente eis as Penhas Douradas, a 1668 metros de altitude. Fica a caminho de Gouveia, na estrada que atravessa a Serra da Estrela de ponta a ponta.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-794" title="Penhas Douradas: muita neve" src="http://mediablog.viagenstravel.com/estrela-neve.png" alt="Penhas Douradas: muita neve" width="600" height="252" /></p>
<h3>História</h3>
<p>As Penhas Douradas a 1668 metros de altitude, são constituídas por três penhascos: dois à frente &#8211; <strong>Angela</strong> e <strong>Rasa</strong> &#8211; e um outro que serve de base ao marco geodésico.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-796" title="Pousada de São Lourenço" src="http://mediablog.viagenstravel.com/estrela-pousada-lourenco.png.jpg" alt="Pousada de São Lourenço" width="367" height="394" />Apesar do seu nome oficial, o nome correcto da estância é <strong>Poio Negro</strong>. Foram denominadas de <strong>Penhas Douradas </strong>pelo facto do sol as <em>louvar</em> ao entardecer. Esta estância começou pela <strong>Casa da Fraga</strong>, construída sob um enorme fragão em 1882 pelo santareno Alfredo César Henriques, o primeiro tísico tratado na Serra da Estrela, viveu aqui dois anos, por indicação do médico Sousa Martins.</p>
<p>Seguiu-se depois a construção dos chalés das Penhas Douradas.</p>
<h3>Recursos Arquitectónicos/ Históricos e Culturais</h3>
<p>Algumas das habitações erigiram-se em abismais localizações e com invulgares formas arquitectónicas com o objectivo de se defenderem das rigorosas condições climatéricas, despertando assim maior atenção e curiosidade.</p>
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		<title>Manteigas no vale glaciário do Zêzere</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 21:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra da Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[Caldas de Manteigas]]></category>
		<category><![CDATA[Cozido Serrano]]></category>
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		<category><![CDATA[vale do glaciário do Zêzere]]></category>

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		<description><![CDATA[Manteigas situa-se na margem esquerda do curso superior do Rio Zêzere, estendida entre as partes mais altas da Serra. A mais de 700 metros de altitude, encontra-se a 25 Km da Torre, ponto este o mais alto de Portugal Continental, a aproximadamente 45 Km da Guarda e da Covilhã e 35 Km de Seia e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manteigas situa-se na margem esquerda do curso superior do Rio Zêzere, estendida entre as partes mais altas da Serra. A mais de 700 metros de altitude, encontra-se a 25 Km da Torre, ponto este o mais alto de Portugal Continental, a aproximadamente 45 Km da Guarda e da Covilhã e 35 Km de Seia e Gouveia.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-789" title="Vista de Maneteigas" src="http://mediablog.viagenstravel.com/manteigas-vista.png" alt="Vista de Maneteigas" width="600" height="237" /></p>
<p>Seguindo pela EN 18 (entre a Covilhã e a Guarda), junto a Belmonte, segue as indicações no sentido de Manteigas pela EN 232. quem vem de Coimbra, segue em direcção a Seia ou Gouveia, subindo a Serra até às Penhas Douradas e descendo depois para Manteigas.</p>
<h3>Itinerário</h3>
<p>Toda a reserva terá de ser efectuada preferencialmente, de modo a terem a certeza de que o local de eleição não estará ocupado. É dado assim o conselho para dois bons Restaurantes em Manteigas, são eles o restaurante <strong>A Toca</strong> e o restaurante <strong>A Cascata</strong>, com música ao vivo, do estilo regional. Logo, será aqui tirado o maior prazer da cozinha, sugerindo trutas à moda de Manteigas, um <strong>Cozido Serrano</strong>, carne do porco em vinha-d&#8217;alhos, e para sobremesa um pudim de requeijão.</p>
<p>Dos muitos empreendimentos aqui existentes fica à liberdade do próprio a escolha que mais lhe aprouver, desde pensões a casas de turismo rural.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-784" title="manteigas-neve" src="http://mediablog.viagenstravel.com/manteigas-neve.png" alt="manteigas-neve" width="350" height="220" />Passados dois dias e a caminho do último, deve o excursionista aproveitar para tirar fotografias mentais de vistas únicas existentes somente nesta região e, por isso, serem, grande parte delas, áreas protegidas. Daqui partimos em direcção a Gouveia, nosso último local, passando pelo caminho pelas Penhas Douradas.</p>
<h3>História</h3>
<p>Manteigas, sempre igual a si mesma, é mais uma das terras a candidatar-se a refúgio de <strong>Viriato</strong>. É constituída por uma típica povoação de montanha, a 700 metros de altitude, recolhida no belíssimo <strong>vale do glaciário do Rio Zêzere</strong>, todo ele verde com casas e igrejas caiadas de branco e de neve, muitas das vezes.</p>
<p>Apesar de datar o seu primeiro foral de 1188, esta tem origens anteriores à Era Cristã.</p>
<h3>Actividade económica</h3>
<p>A estância termal de Caldas de Manteigas e a pista de ski, têm vindo a acrescentar importância ao local como destino turístico, tendo a seu favor o belo cenário da Serra.</p>
<h3>Recursos Arquitectónicos/ Históricos e Culturais</h3>
<p>Algumas das habitações foram erigidas em abismais localizações e com invulgares formas arquitectónicas com o objectivo de se defenderem das rigorosas condições climatéricas.</p>
<p>Manteigas está equipada com o Auditório do Centro Cívico, Biblioteca Municipal, Salas de Exposições e Casa Etnográfica e Cultural de Manteigas.</p>
<p>Não se pode deixar de esquecer a estância termal e ainda a queda de água do <strong>Poço do Inferno</strong>.<br />
Esta visita levará também os excursionistas a conhecerem o rico interior da Igreja de S. Pedro, as pinturas da Igreja da Misericórdia e os altares renascentistas da Matriz.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-791" title="Vale glaciário do Rio Zêzere" src="http://mediablog.viagenstravel.com/vale-glaciario-zezere.png" alt="Vale glaciário do Rio Zêzere" width="600" height="238" /></p>
<h3>Lazer</h3>
<p>Manteigas é o local ideal para desfrutar um bom tempo de diversão nas suas pistas de ski e snowboard artificiais.<br />
Para além deste desporto, têm também ao seu dispor a pesca à truta, a caça ao coelho, lebre e perdiz. Mas também, aproveitando a sua localização, o montanhismo, campismo, escalada e caminhadas estão ao dispor.</p>
<h3>Parques Temáticos e Jardins Botânicos</h3>
<p>O <strong>Parque de S. Sebastião</strong> é um dos locais onde a natureza e o desporto estão a par podendo desfrutar do seu circuito de manutenção.</p>
<p>Tal como já foi referido, Manteigas é o local com maiores condições, instalações e equipamentos desportivos neste itinerário. Além das infra-estruturas mencionadas na animação e nos parques temáticos, tem também Piscina Municipal, Pavilhão Gimnodesportivo, Estádio Municipal, Court&#8217;s de Ténis e campo de tiro no Clube de Caça e Pesca.</p>
<h3>Termas das Caldas de Manteigas</h3>
<p>Em plena Serra da Estrela, local mítico associado à lutas de resistência da ocupação romana, nos inícios da história de Portugal, brotam as nascentes das <strong>Caldas de Manteigas</strong>. A estância fica junto à vila de Manteigas, no Vale do Zêzere, com um belo cenário da maior serra portuguesa, a sua importância tem vindo a crescer como local de Turismo e repouso.</p>
<p>É uma estância hidro-terápica de águas sulfúreas, bicarbonatadas, sódicas e fluoretadas com um PH. de 9.5, indicadas para o tratamento de reumatismos, dermatoses, músculo-esqueléticas, colopatias e o hemorroidal.<br />
Nas termas existem duas nascentes: a Fonte Quente, com água a 42ºC e a Fonte Santa com águas a 19ºC. A época termal decorre de um de Maio a 30 de Outubro. O balneário termal, moderno e com piscina termal, tem hotel, campos de ténis, circuito de manutenção e montanhismo, com serviços de apoio a deficientes.</p>
<h3><img class="alignright size-full wp-image-787" title="Poço do Inferno: afastada da queda a visão &quot;é de paraíso&quot;" src="http://mediablog.viagenstravel.com/manteigas-poco-inferno.png" alt="Poço do Inferno: afastada da queda a visão &quot;é de paraíso&quot;" width="400" height="256" />Poço do Inferno</h3>
<p>De Caldas de Manteigas siga para o Poço do Inferno pela EN 238, com o intuito de deslumbrar-se com a queda de água do Poço que se situa na estreita garganta da <strong>Ribeira de Leandres</strong> afluente do Rio Zêzere, cujo leito percorre a linha de união do granito e do xisto.</p>
<p>A cascata de 1066 metros, no Inverno transforma-se num belo espectáculo de colunas de gelo com a grossura de caules de árvores. O seu acesso é fácil e feito por caminho.</p>
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		<title>Torre é o ponto mais alto de Portugal continental</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 19:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra da Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[Cântaro Gordo]]></category>
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		<category><![CDATA[Nossa Senhora da Boa Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[Torre]]></category>
		<category><![CDATA[trenó]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>

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		<description><![CDATA[A Torre situa-se logo após a Lagoa Comprida para quem segue pela N338 e se vai deleitando com paisagens magníficas. Itinerário Neste dia de viagem pelas belezas da Serra, poderão aproveitar duas distintas paisagens, a de Verão ou a de Inverno. Se estiver a ter o prazer de visitar esta região no Inverno irá certamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Torre situa-se logo após a Lagoa Comprida para quem segue pela N338 e se vai deleitando com paisagens magníficas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-777" title="Serra da Estrela: quase a chegar à Torre" src="http://mediablog.viagenstravel.com/serra-estrela-torre-estrada.png" alt="Serra da Estrela: quase a chegar à Torre" width="600" height="276" /></p>
<h3>Itinerário</h3>
<p>Neste dia de viagem pelas belezas da Serra, poderão aproveitar duas distintas paisagens, a de Verão ou a de Inverno. Se estiver a ter o prazer de visitar esta região no Inverno irá certamente divergir deste itinerário se for amante dos desportos de Inverno. Sendo este o seu caso, então sugiro desde já que se dirija aos postos de Informação da Turistrela, onde poderá obter todo o tipo informações de modo a tornar a sua estadia mais agradável.</p>
<p>Se, por outro lado, visita a Região da Serra da Estrela na Primavera,  terá uma boa oportunidade para dar longas caminhadas respirando o ar puro de serra, acompanhado da sensação de usufruir de uma beleza inigualável, ou praticar qualquer outro dos desportos à sua disposição. Depois, siga caminho em direcção a Manteigas.</p>
<h3>História</h3>
<p>É o ponto mais alto de Portugal continental, com 1993 metros, pelo que D. João VI (1816-1826), mandou erguer uma Torre toda em pedra de forma a completar os dois mil metros de altitude. Desta forma, este local tornar-se-ia um dos mais importantes pontos de vigia do país.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-779" title="Torre: ponto mais alto da Serra da Estrela" src="http://mediablog.viagenstravel.com/serra-estrela-torre-radares.png" alt="Torre: ponto mais alto da Serra da Estrela" width="500" height="331" /></p>
<p>Este ponto é igualmente importante no que diz respeito ao património histórico-natural, dado que a sua antiguidade remonta à glaciação de Würm que terminou há vinte mil anos.</p>
<p>Daqui, em dias cristalinos, a vista pode alcançar os pontos culminantes de quase metade de Portugal e ainda de terras de Espanha, desde a Serra da Boa Viagem em Buarcos, até à Serra de Gredos em Espanha, do Marão em  Trás-os-Montes à Serra de Portalegre no Algarve.</p>
<h3>Actividade económica</h3>
<p>As actividades económicas preponderantes na Torre são sem dúvida a exploração do <strong>Turismo de Aventura</strong>, bem como o aluguer de material para a prática do mesmo, à exploração da Turistrela.</p>
<h3>Recursos Arqueológicos</h3>
<p>Na Torre, estão presentes as instalações da Força Aérea, construídas na década de 50 que abrigaram o radar deste departamento, com todos os seus aquartelamentos anexos e pousadas de oficiais e a capela, desactivados em 1970.<br />
A caminho da  Torre, <strong>Covão do Boi</strong> merece uma paragem, para apreciar o monumento a <strong>Nossa Senhora da Boa Estrela</strong>, baixo relevo esculpido na rocha por António Duarte, com mais de 7 metros de altura.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Entardecer na Torre" src="http://mediablog.viagenstravel.com/torre01.png" alt="Entardecer na Torre" width="485" height="324" /></p>
<p>Mais acima, à direita, o <strong>Cântaro Raso</strong> e a seguir o pitoresco rochedo do <strong>Cântaro Magro</strong>, um dos símbolos naturais da Serra. O <strong>Cântaro Gordo</strong> situa-se junto ao cruzamento para a Torre, a 2.000 metros de altitude.</p>
<h3>Lazer</h3>
<p>Se a visita coincidir com a presença de um imaculado manto branco de neve, é obrigatório o aluguer de um trenó para fazer subir a adrenalina escorregando por esta Torre abaixo. Se for entusiasta do ski e snowboard pode desfrutar destas modalidades como referido no item desporto.</p>
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		<title>A Lagoa comprida da Serra da Estrela</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 17:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra da Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[Covão do Meio]]></category>
		<category><![CDATA[Lagoa Comprida]]></category>
		<category><![CDATA[Lagoa Escura]]></category>
		<category><![CDATA[Lagoa Redonda]]></category>
		<category><![CDATA[Lagoa Seca]]></category>
		<category><![CDATA[Ribeira das Naves]]></category>

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		<description><![CDATA[A próxima visita neste itinerário pela Serra da Estrela, é à Lagoa Comprida. Partindo pela N339 do Sabugueiro em direcção à Torre, a meia distância situa-se a Lagoa Comprida. A Lagoa, de 2500 metros de comprimento, fica inserida no Parque Nacional da Serra da Estrela, próxima de outras lagoas: Lagoa Escura, Lagoa Seca e Lagoa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-771" title="Lagoa comprida" src="http://mediablog.viagenstravel.com/lagoa-comprida-rebordo.png" alt="Lagoa comprida" width="600" height="261" /></p>
<p>A próxima visita neste itinerário pela Serra da Estrela, é à <strong>Lagoa Comprida</strong>. Partindo pela N339 do Sabugueiro em direcção à Torre, a meia distância situa-se a Lagoa Comprida. A Lagoa, de 2500 metros de comprimento, fica inserida no <strong>Parque Nacional da Serra da Estrela</strong>, próxima de outras lagoas: Lagoa Escura, Lagoa Seca e Lagoa Redonda.</p>
<h3>História</h3>
<p>De um lago glaciar com 1km de extensão brotou aLagoa Comprida. Em 1912 iniciou-se a construção da barragem, aproveitando o covão. Dois anos após o início, tinha uma altitude de 6 metros e em 1934 atingia os 15 metros. Actualmente com 28 metros, sofreu alteamento em 65 metros.</p>
<p>A Albufeira tem a capacidade de 12.000.000 m3 de água, inundando uma área de 800.000 m2 . Nesta Albufeira desaguam dois túneis: o de Covão do Meio que desvia as águas das encostas da Torre, e os dos Conchos que desvia a água da Ribeira das Naves.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-773" title="Escadas da Lagoa Comprida" src="http://mediablog.viagenstravel.com/lagoa-comprida-escadas.png" alt="Escadas da Lagoa Comprida" width="600" height="278" /></p>
<p>É também área de desportos com restrições e considerada zona de pesca reservada.<br />
Devido a abundante precipitação, as suas paisagens serranas com campos cobrem-se de erva. No horizonte vislumbram-se gigantescos blocos de granito.</p>
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		<title>Sabugueiro a Aldeia mais alta de Portugal</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 15:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De Seia, partimos então pela N231 em direcção ao Sabugueiro. O Sabugueiro situa-se nos vales da Serra da Estrela a 1200 metros de altitude, ou seja, um local onde as belas vistas predominam. Já a meio da tarde, em Sabugueiro poderá desfrutar das paisagens, quedas de água e vistas panorâmicas únicas em todo o Portugal. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-764" title="Sino da Igreja no Sabugueiro" src="http://mediablog.viagenstravel.com/sabugueiro-sino.png" alt="Sino da Igreja no Sabugueiro" width="269" height="480" />De Seia, partimos então pela N231 em direcção ao <strong>Sabugueiro</strong>. O Sabugueiro situa-se nos vales da Serra da Estrela a 1200 metros de altitude, ou seja, um local onde as belas vistas predominam.</p>
<p>Já a meio da tarde, em Sabugueiro poderá desfrutar das paisagens, quedas de água e vistas panorâmicas únicas em todo o Portugal. Nesta aldeia irá conhecer uma população unida e amistosa, graças ao estilo de vida que levam por muitos séculos, o <strong>comunitarismo</strong>.</p>
<p>Esta é uma prática de vida em que todas as necessidades são repartidas pela população, exemplo vivo é ainda o forno comunitário que em tempos serviu toda a comunidade. Por todo o lado é possível o pão de centeio cozido em forno a lenha, não esquecendo que igualmente encontra com grande facilidade os tradicionais enchidos das Beiras, o Vinho Dão, artesanato este tão apreciado a nível nacional. Por todo o lado será banhado pela raça canina de Serras da Estrela, criados com tanto amor e história.</p>
<p>Para passar a noite, o conselho vai para a <strong>Residencial Sabugueiro</strong>, onde todos os seus quartos estão equipados com televisão, telefone e ar condicionado; ou ainda, aproveitar uma das suas três casas de Turismo Rural, onde é patente uma maior liberdade de movimentos.</p>
<p>Após uma noite bem passada terão pela frente um dia cheio de emoções fortes na conclusão da subida da serra. Neste segundo dia irá percorrer a <strong>Lagoa Comprida</strong>, a <strong>Torre </strong>e <strong>Manteigas </strong>onde fica a sugestão de pernoitar novamente.</p>
<h3>História</h3>
<p>A 1200 metros de altitude, Sabugueiro surgiu de um aglomerado de cabanas de pastores que aproveitavam aqueles pastos do vale da Serra da Estrela para as suas ovelhas e cabras.</p>
<p>Esta aldeia detém o título de <strong>Aldeia Mais Alta de Portugal</strong>, mas não menos conhecida é pelos seus recursos naturais, entre os quais as quedas de água e as vistas panorâmicas de uma vegetação serrana única.</p>
<p>Os pastores de Sabugueiro, devido à limitações invencíveis do clima, conjugando com a disposição do relevo foram levados à transumância de Inverno para o Douro e de Verão para os altos da serra. Esta prática de tempos pré-históricos é ainda aqui actual nesta aldeia.</p>
<p>As casas são um recurso turístico de imenso interesse uma vez que são todas elas em granito e muitas já adaptadas ao Turismo Rural.</p>
<h3>Actividade económica</h3>
<p>Em tempos longínquos, os pastores transumantes e camponeses, semeavam, lavravam, ceifavam e malhavam o grão, entregando-se depois aos rebanhos. Presentemente, uma boa parte da sua população já trabalhava nas modernas fábricas de lanifícios de Seia, na EDP e na construção civil. No entanto, não esquecendo nunca a importância da agricultura e a pastorícia.</p>
<p>Também aqui, é propícia a compra dos pequenos e amorosos cachorros da Serra da Estrela, pelo que os criadores vendem-nos ao longo de toda a rua principal da aldeia e existem também algumas lojas de artesanato local, ou seja, alimentar. Possui ainda serviços de hotelaria e restauração, e transportes públicos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-767" title="Sabugueiro: tabuleta" src="http://mediablog.viagenstravel.com/sabugueiro-tabuleta.png" alt="Sabugueiro: tabuleta" width="600" height="280" /></p>
<p>Hoje, o Sabugueiro encontra-se em desertificação devido à falta de emprego. A autarquia está assim a construir casas de modo a que essa desertificação verificada não se deva à falta de habitação para os mais jovens.</p>
<p>Foi também a ser uma grande aposta o Turismo, de modo a que já lá está fixado um Posto de Turismo, para que haja um maior apoio ao turista e atrai-lo para esta aldeia. Este está situado à entrada na aldeia, e se assim for necessário, recorram a ele.</p>
<h3>Recursos Arquitectónicos/ Históricos e Culturais</h3>
<p>A <strong>Aldeia Mais Alta de Portugal</strong>, é constituída por casas de granito, as quais algumas estão já adaptadas ao Turismo Rural. É também conhecida pelos seus recursos naturais, entre os quais as quedas de água e as vistas panorâmicas de uma vegetação única. Não podemos deixar de observar, numa aldeia como Sabugueiro, a beleza única da sua enorme Igreja e seu pelourinho no centro da aldeia.</p>
<h3>Lazer</h3>
<p>Para além de diversas apostas no turismo, o Sabugueiro também criou um parque de lazer e cultura, com o objectivo de criar atractivos para fixar por alguns dias os turistas e assim o consegue com as suas belezas.</p>
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		<title>Seia é a porta natural da Serra da Estrela</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 13:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra da Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[Bolo de Manteiga]]></category>
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		<category><![CDATA[Seia]]></category>
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		<description><![CDATA[Nas vertentes ocidentais da serra da Estrela, em um lugar alto, está situada a villa de Seia , cuja origem foi de Túrdulos. Padre António Carvalho da Costa (1708) Seia, devido à sua localização, distante das principais cidades do centro do país, torna-a a &#8220;porta&#8221; natural e principal da Serra da Estrela, hoje em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Nas vertentes ocidentais da serra da Estrela, em um lugar alto, está situada a villa de Seia , cuja origem foi de Túrdulos.</p></blockquote>
<p style="text-align: right;">Padre António Carvalho da Costa (1708)</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-757" title="Serra da Estrela: Lagoa Comprida" src="http://mediablog.viagenstravel.com/lagoa-comprida-placas-gelo.png" alt="Serra da Estrela: Lagoa Comprida" width="600" height="304" /></p>
<p>Seia, devido à sua localização, distante das principais cidades do centro do país, torna-a a &#8220;porta&#8221; natural e principal da Serra da Estrela, hoje em que o Turismo se assume como uma actividade em crescimento e procura contínua.<br />
Os seus acessos estão já descritos em acessibilidades, quer venha do Norte ou Centro de Portugal.</p>
<h3>Itinerário</h3>
<p>Chegados a Seia nas primeiras horas do dia, terá umas horas para disfrutar do primeiro impacto visual com a Região da <strong>Serra da Estrela</strong>. Para um melhor aproveitamento de toda a gastronomia, poderá começar, antes do início da sua visita, por tomar o pequeno-almoço com o tradicional <strong>Bolo de Manteiga</strong>, é ele um pão de massa com manteiga, açúcar e canela, cortado em quadrados contudo sem os separar.</p>
<p>Neste período de tempo estará nas mãos do visitante as prioridades na sua visita, quer seja natural, histórica ou cultural. Abaixo ficam as rubricas a ter em conta aquando da sua visita e explicações necessárias para uma melhor compreensão à cerca do modo de vida destas populações e recursos a merecerem delonga.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-761" title="Caldo Verde" src="http://mediablog.viagenstravel.com/caldo-verde.png" alt="Caldo Verde" width="600" height="282" /></p>
<p>Chegada a hora do almoço, fica a proposta da ida ao <strong>Restaurante Camelo</strong>, onde anteriormente terão reservado mesa. Se possui veículo próprio o estacionamento aqui não o fará perder tempo para se deliciar com a gastronomia da Beira.<br />
Chegados à mesa, são-lhes propostos os regionais <strong>enchidos</strong> e o <strong>Caldo Verde de Bagudos</strong>. Quanto aos pratos principais, tem ao seu dispor peixe, carne ou ambos, conforme o pretendido, onde ficam as sugestões de um bacalhau com broa à Camelo ou os famosos filetes de polvo com arroz de feijão e ainda uma perna de porco à moda desta casa e grão de bico à moda de Arrifana. De sobremesa poderá tender entre o requeijão e o arroz doce com leite creme.<br />
Após visita e almoço divinal na cidade &#8220;porteira&#8221; da Serra da Estrela, partimos para o <strong>Sabugueiro</strong>.</p>
<h3>História</h3>
<p>É de dificuldade extrema definir a origem de Seia e ainda mais difícil o torna a ausência de referências documentais que, em regra geral assistem o nascimento das povoações. Para tal, é necessário que nos socorramos, das lendas e dos rumores e que aprendamos com as incertezas a que as tradições nos conduzem, de forma a que as origens de Seia possam ser desvendadas. A maior parte dos historiadores assume como turdulense a origem mais provável e como data de nascimento as primeiras Invasões Ibéricas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-751" title="Seia: vista nocturna dos Paços do Concelho" src="http://mediablog.viagenstravel.com/seia-noite.png" alt="Seia: vista nocturna dos Paços do Concelho" width="600" height="292" /></p>
<p>Pela posição distante frente às principais cidades do Centro do País, Guarda, Viseu e Coimbra, a sua situação de &#8220;porta&#8221; natural da Serra da Estrela, numa altura em que o Turismo assume o papel de interesse prioritário e valor nacional; com encostas e vales férteis, com uma Indústria de Lanifícios em franco desenvolvimento e orientada para o mercado europeu; lhe auguram felizes caminhos no futuro. Foi assim em 1986, que a Assembleia da República votou e sem qualquer contestação de algum membro, foi elevada a cidade.</p>
<h3>Actividade Económica</h3>
<p>A Pastorícia e o fabrico do queijo remontam à proto-história, povo de pastores e guerreiros dos <strong>Montes Hermínios</strong>. Das romarias e festas aproveita-se a economia para vender as suas guloseimas, enchidos e um artesanato caprichado.</p>
<p>Tal como dito anteriormente, graças à sua localização, Seia passou a plano nacional do turismo português, isto deveu-se às suas estalagens, residências e restaurantes. É sem dúvida, uma das fontes de riqueza desta região.</p>
<h3>Recursos Arquitectónicos/ Históricos e Culturais</h3>
<p>Falando da origem da cidade de Seia, vem sempre à conversa que os pilares da Matriz estão assentes na antiga cidadela, ocupando o antigo Castelo Medieval. A merecer igual visita as imagens desta mesma Igreja. Quanto às casas, são duas as que merecem citação, a <strong>Casa das Obras</strong> ou também <strong>Solar dos Albuquerques</strong>, e o <strong>Solar dos Botelhos</strong>, evidenciam as opulências do passado.</p>
<p>Na primeira, casa apalaçada do século XVIII, funciona hoje a Câmara Municipal, que já havia sido descoberta pelos militares: Wellington escolheu-a para instalar o seu quartel general durante as invasões francesas. Quanto ao Solar dos Botelhos, se bem que nunca poderá se rivalizar com a fachada da Casa das Obras, tem encantos mil nas suas janelas com lavores manuelinos.</p>
<p>Em frente ao Solar dos Botelhos, situa-se a <strong>Capela de S. Pedro</strong>, esta é uma Capela românica, século XIII, com reconstrução quinhentista demonstrada no corpo da nave no fecho da abóbada pelo florão com a Cruz de Cristo, símbolo de D. Manuel I, e ainda os restos dos azulejos mudéjares e frescos. Esta capela é hoje monumento nacional e está aberto ao culto.</p>
<p>Ainda no mesmo local é possível visitar a Igreja da Misericórdia do século XVIII.</p>
<p>No centro da cidade, localiza-se o <strong>Museu do Brinquedo</strong>. O brinquedo é não só uma fonte de alegria como também um elemento valioso para o desenvolvimento da criança. Este museu reúne uma colectânea de brinquedos portugueses e mundiais, é a memória dos jogos e brinquedos de ontem e de hoje lembrando e expondo o património cultural e industrial. Está aberto a visitas guiadas e escolares.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-755" title="seia-museu-pao" src="http://mediablog.viagenstravel.com/seia-museu-pao.png" alt="seia-museu-pao" width="600" height="400" /></p>
<p>O <strong>Museu do Pão</strong> é um complexo privado onde se exibem e preservam as tradições, arte e história do pão português. Com mais de 3.500 metros quadrados, o Museu do Pão oferece ao visitante um leque de actividades destinadas à cultura, pedagogia e lazer, em quatro salas expositivas e vários outros espaços.</p>
<p>Seia possui ainda um auditório municipal com parque de estacionamento próprio, restaurante, bar e meios audiovisuais.</p>
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		<title>Covilhã princesa da Serra da Estrela</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 11:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra da Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[antiga Fábrica Real]]></category>
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		<category><![CDATA[Unhais da Serra]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste planalto, a meio da encosta da Serra da Estrela existia uma povoação ou castro Romano (sila Hermínia), que deu origem à Covilhã. Sempre habitada, foi palco de muitas lutas e por várias vezes arrasada e saqueada. As primeiras muralhas foram mandadas construir por D. Sancho I, que lhe concedeu o primeiro foral de repovoamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-746" title="Escadas à noite da Covilhã" src="http://mediablog.viagenstravel.com/covilha-escadas-noite.png" alt="Escadas à noite da Covilhã" width="300" height="362" />Neste planalto, a meio da encosta da Serra da Estrela existia uma povoação ou castro Romano (sila Hermínia), que deu origem à Covilhã. Sempre habitada, foi palco de muitas lutas e por várias vezes arrasada e saqueada.<br />
As primeiras muralhas foram mandadas construir por D. Sancho I, que lhe concedeu o primeiro foral de repovoamento em 1186, mais tarde confirmado por D. Afonso II (1217) e D. Dinis (1303), que procedeu ao alargamento das muralhas. Recebeu também foral de D. Manuel em 1510. Um decreto régio de 1870 elevou-a à categoria de cidade.</p>
<p>A abundância de gado lanígero fez dela um centro de fabrico de lanifícios. A existência de 2 ribeiras (Carpiteira e Degoldra) que atravessam a cidade, proporcionava a energia motriz para a instalação de fábricas.<br />
Com uma riqueza e prosperidade adquiridas ao longo dos Séculos e assentes na indústria de lanifícios, a Covilhã actual apresenta-se como uma cidade moderna, onde a cada volta do caminho se pode admirar vestígios industriais.<br />
Muito íngreme e sinuosa nas suas ruas da vila velha, vão-se descobrindo vestígios de construções primitivas, panos de muralha e portais góticos do tempo em que a cidade se fechava entre muros.</p>
<p>Também aqui se sentiram os efeitos devastadores do terramoto de 1755 que destruiu grande parte das muralhas, sendo a sua pedra utilizada pelo Marquês de Pombal para construir a Real fábrica de panos, uma fábrica modelo destinada à formação profissional, que hoje alberga a Universidade da Covilhã.</p>
<h3>Artesanato</h3>
<ul>
<li>Rendas de cinco agulhas</li>
<li>Peneiras</li>
<li>Balanças Romanas de ferro</li>
<li>Vestuário de algodão</li>
<li>Mobiliário de madeira</li>
<li>Bóias e iscas para a pesca</li>
<li>Ferros forjados</li>
<li>Artigos de Cobre</li>
<li>Latoaria</li>
</ul>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-747" title="Covilhã: a neve já quase derretera" src="http://mediablog.viagenstravel.com/covilha.png" alt="Covilhã: a neve já quase derretera" width="600" height="317" /></p>
<h3>Gastronomia</h3>
<ul>
<li>Migas de ovos</li>
<li>Migas de tomate</li>
<li>Míscaros com ovos</li>
<li>Sopa de abóbora</li>
<li>Sopa de salsa</li>
<li>Sopa de favas</li>
<li>Cabrito assado na brasa</li>
<li>Dobrada à moda da Covilhã</li>
<li>Panela no forno da Covilhã</li>
<li>Açorda de bacalhau</li>
<li>Bacalhau à lagareiro</li>
<li>Trutas à maneira de Manteigas</li>
<li>Trutas de Escabeche</li>
<li>Gargantas-de-freira</li>
<li>Talassas</li>
<li>Biscoitos de azeite</li>
<li>Filhós</li>
<li>Carolos</li>
<li>Pudim de leite</li>
<li>Biscoitos de gema</li>
<li>Brulhões</li>
<li>Esquecidos</li>
<li>Bolo de azeite</li>
</ul>
<h3>Festividades</h3>
<ul>
<li>Feira Franca (22 a 24 Junho)</li>
<li>Feira de Santiago (1 de Agosto)</li>
<li>Covifeira (feira de actividades económicas da Covilhã, por altura da feira de Santiago)</li>
<li>Concurso do cão da Serra da Estrela</li>
<li>Festa da Senhora da Dores (1º Domingo de Julho)</li>
<li>Festa do Sagrado Coração de Maria (4º Domingo de Agosto)</li>
</ul>
<h3>Monumentos</h3>
<h4>Capela das Almas</h4>
<p>Capela barroca e rococó. Planta longitudinal composta por dois rectângulos justapostos com sacristia de planta rectangular adossada à cabeceira. Portal em arco abatido rematado por friso rectilíneo. Óculo quadrilobado enquadrado por ornatos curvilíneos, volutados e concheados. Frontão curvilíneo interrompido com volutas. Nave única coberta com abóbada de berço em madeira policromada. Coro-alto em madeira. Talha dourada e policromada do estilo joanino.</p>
<h4>Capela de São Sebastião</h4>
<p>Arquitectura religiosa setecentista. Capela de nave única, coro alto assente em colunas e altar-mor em talha dourada.</p>
<h4>Capela do Espírito Santo</h4>
<p>Arquitectura religiosa, quinhentista e novecentista, popular, vernácula. Capela de planta longitudinal, composta por nave e capela-mor mais estreita. Fachadas rematadas em cornija, com cunhais de pedra. Tecto de madeira em masseira na nave e em falsa abóbada de berço de madeira, na capela-mor.</p>
<h4>Troço de calçada romana, junto à estação dos Caminhos de Ferro da Covilhã</h4>
<p>Estrada romana ou medieval. Pavimentação: blocos de granito alinhados lateralmente e de configuração irregular na faixa de rodagem; formada por duas ou três camadas: &#8220;stratum&#8221;, &#8220;ruderatis&#8221; e &#8220;summa crusta&#8221;.</p>
<h4>Fornalhas e poços cilíndricos da antiga tinturaria da Real Fábrica de Panos da Covilhã</h4>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-745" title="Aspecto da fábrica de panos da Covilhã" src="http://mediablog.viagenstravel.com/covilha-fabrica-panos.png" alt="Aspecto da fábrica de panos da Covilhã" width="600" height="333" /></p>
<p>Arquitectura civil industrial. Fábrica pombalina. Instalações tintureiras. Edifício de planta rectangular com pátio quadrangular central; dois pisos; embasamento proeminente; vãos de lintel recto; empena recta com cornija; porta principal encimada pelas armas reais. As fornalhas e poços cilíndricos ou dornas são referentes à sala do pequeno tinte, sala do grande tinte ou tinturaria dos panos de lã e à tinturaria das lãs em meada. Dornas dispostas em sequências paralelas e ladeadas por canalizações em granito. Tanque de planta quadrada para reservatório e distribuição de água. Chaminés embutidas na caixa murária e vestígios de chaminé adossada. Bocas de fornalha alimentadas a partir de galeria com planta em T.</p>
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		<title>Tortosendo Tortasendo ou Troitosendo</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 09:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra da Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[Tortasendo]]></category>
		<category><![CDATA[Tortosendo]]></category>
		<category><![CDATA[Troitosendo]]></category>

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		<description><![CDATA[Da imaginação dos povos saem as narrações mais fantasiosas e para tudo ela encontra explicação. No boletim comemorativo do 60º aniversário da elevação do Tortosendo a Vila pode ler-se: Conta-se em Tortosendo que há muitos, muitos anos, existia uma casinha térrea e pequena e que dentro vivia uma família boa, unida mas pobre. O pai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-741" title="O comboio passa perto de Tortosendo" src="http://mediablog.viagenstravel.com/tortosendo-ponte.png" alt="O comboio passa perto de Tortosendo" width="600" height="288" /></p>
<p>Da imaginação dos povos saem as narrações mais fantasiosas e para tudo ela encontra explicação. No boletim comemorativo do 60º aniversário da elevação do Tortosendo a Vila pode ler-se:</p>
<blockquote><p>Conta-se em Tortosendo que há muitos, muitos anos, existia uma casinha térrea e pequena e que dentro vivia uma família boa, unida mas pobre. O pai madrugava para ir cavar a terra dura, os irmãos guardavam as ovelhinhas, a mãe limpava, cozia e tratava da panela, e ela, a irmã doente e aleijada, triste e só lá ficava encostada à velha Oliveira. Mas um dia deslumbrada viu sentada num dos ramos mais baixos da oliveira uma senhora bela e irradiante que, sorrindo, lhe estendeu um objecto desconhecido e assim falou:</p>
<p>- Minha filha, pára com a tua tristeza e pega nesta roca com que passarás teus dias a fiar. Embora doentinha e torta, sendo amiga de ajudares teus pais, contribuirás assim para o bem estar da tua família e com o teu exemplo, que se propagará, para o progresso da tua terra!</p></blockquote>
<p>Teria vindo deste acontecimento o nome de <strong>Tortasendo</strong> que daria mais tarde <strong>Tortosendo</strong>, com o seu desenvolvimento da indústria de fiação e têxtil e a sua devoção a Nossa Senhora da Oliveira.</p>
<p>Contudo os historiadores afirmam que a formação do Tortosendo deve datar de antes da fundação de Portugal, tendo sido D. Afonso Henriques quem repovoou as poucas casas existentes e que tinham sido abandonadas pelos valentes lusitanos quando das lutas romanas.</p>
<p>Quanto à origem do nome, este vem de <strong>Troitosendo</strong> (Tructesindus), vocábulo de origem germânica, muito utilizado em documentos dos primeiros tempos da monarquia, que significava expedição do exército, supondo-se que no tempo de D. Sancho I por aqui tivesse aquartelado algum cavaleiro ou chefe de forças militares.</p>
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		<item>
		<title>Inguias é desvio obrigatório para quem vai a Belmonte</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 07:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serra da Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[Belmonte]]></category>
		<category><![CDATA[Carvalhal Formoso]]></category>
		<category><![CDATA[Olas]]></category>
		<category><![CDATA[Ribeira de Inguias]]></category>

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		<description><![CDATA[A freguesia de Inguias fica situada na margem direita da Ribeira de Inguias e dista cerca de 10 quilómetros da Vila de Belmonte, sede do concelho. Compõem esta freguesia as povoações de Inguias, Carvalhal Formoso e Olas. O seu povoamento é muito anterior à Nacionalidade. A comprová-lo, uma ara romana dedicada a Júpiter, localizada no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A freguesia de Inguias fica situada na margem direita da <strong>Ribeira de Inguias</strong> e dista cerca de 10 quilómetros da <strong>Vila de Belmonte</strong>, sede do concelho. Compõem esta freguesia as povoações de Inguias, Carvalhal Formoso e Olas. O seu povoamento é muito anterior à Nacionalidade. A comprová-lo, uma ara romana dedicada a Júpiter, localizada no local onde foi implantada a <strong>Capela de Nossa Senhora da Estrela</strong>, testemunha a presença da civilização romana na freguesia.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-738" title="Gare de Belmonte: entre a vila e Inguias" src="http://mediablog.viagenstravel.com/belmonte-gare.png.jpg" alt="Gare de Belmonte: entre a vila e Inguias" width="625" height="376" /></p>
<p>A referência documental escrita mais antiga, sobre as Inguias data de 1240 e diz respeito a uma carta de povoamento de fons Anguilis, outorgado pelo bispo e cabido da Sé de Coimbra e por Silvestre Migueis (homem bom de Belmonte).<br />
Um registo de 1248 refere a povoação de Carvalhal Formoso e no ano seguinte faz-se referência à povoação das Olas.<br />
Em 1758, o Cura Manoel de Deos, faz a descrição da Igreja de Inguias, atribuindo-lhe o culto de São Silvestre.</p>
<p>Nas inquirições paroquiais datadas de 6 de Maio de 1758, feitas pelo Prior de São Tiago, Luís José Esteves Brito e pelo Vigário de Santa Maria, Joseph Gonçalvez Lourenço, a povoação de Carvalhal Formoso é referenciada como pertencendo à paróquia São Tiago de Belmonte.</p>
<h3>Monumentos</h3>
<ul>
<li>Capela de N.ª Sr.ª da Estrela &#8211; Carvalhal Formoso</li>
<li>Fonte de São João de Baixo</li>
<li>Igreja de São José &#8211; Carvalhal Formoso</li>
</ul>
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